Pavel Richter stands down as Chief Executive Officer

Karin Christiansen - October 16, 2017 in Featured, News, Open Knowledge international Local Groups

It is with a mixture of sadness and gratitude that the Board of Directors announces that Pavel Richter will be leaving his position as Chief Executive Officer of Open Knowledge International as of today. He will be available to support the Board and Leadership Team until the end of 2017, to ensure a smooth transition. Since May 2015, Pavel has played a critical role in the development and success of the organisation. While we will miss him and his thoughtful leadership, we wish him the best of luck in his new endeavours. We want to thank him for more than 2 years of dedicated service which involved many significant accomplishments. He managed the successful transition from our founder to a new Leadership Team. He maintained the position of Open Knowledge International as one of the key stakeholders in the movement for more openness. Together with his Leadership Team, Pavel defined a clear strategy and partnership approach for Open Knowledge International to succeed in an ever-changing funding environment, and stabilized the organisation. Over the coming months, we have asked Mark Gibbs and Paul Walsh to continue to lead the organisation. Mark and Paul will work closely with the Board to deliver the strategy that will carry Open Knowledge International’s mission forward in the coming years. During this transition period, it is the Board’s priority to maintain a stable and effective organisation. Mark will continue to lead the day-to-day operations of the organisation, and Paul will continue to lead and develop product offerings and the commercial strategy for the organisation. Mark and Paul have asked both Stephen Abbott Pugh and Katelyn Rogers to work with them and the Board in supporting our future fundraising efforts, as we define our future strategy. Again, we thank Pavel for the dedication, enthusiasm and motivation he has given to Open Knowledge International over the past couple of years. He will be missed by the staff, Board members and partners alike. We look forward to following the success of his career, and are hopeful and excited for the next chapter of Open Knowledge International as we continue to support our Community, our Chapters and Civil Society Organisations in their important work to open up data and knowledge. If you have any questions or concerns during this transition process, please do not hesitate to reach out to me directly at karin@karinchristiansen.org.

Η αξία των Ανοικτών δεδομένων

Kosmas Panagiotidis - October 16, 2017 in Featured, Featured @en, News, Νέα

O Stephen Ledaek του Aidpreneur κάλεσε, για το 161ο επεισόδιο της διαδικτυακής ραδιοφωνικής του εκπομπής «Terms of Reference», τον Pavel Richter, Γενικό Διευθυντή του Διεθνούς Ιδρύματος Ανοικτής Γνώσης. Η Aidpreneur είναι μια διαδικτυακή κοινότητα που ασχολείται με θέματα δημοσίου ενδιαφέροντος, ανθρωπιστικής βοήθειας και διεθνούς ανάπτυξης. Η εκπομπή καλύπτει μείζονος σημασίας ζητήματα που αφορούν το κοινωνικό […]

Der erste openpolitische Abend: NSU, Verfassungsschutz und Transparenz

OKF - October 16, 2017 in Uncategorized

Wir freuen uns sehr, euch alle zu unserem ersten openpolitischen Abend einzuladen! Am 13. November ab 19 Uhr begrüßen wir Katharina König und Monchi zu einem Vortrag über die NSU und den Verfassungsschutz in der c-base. Kommt vorbei! Der Eintritt ist frei. Bitte seid zeitig da wegen der begrenzten Raumkapazität. Der openpolitische Abend der Open Knowledge Foundation bringt künftig regelmäßig Menschen zu Themen rund um Transparenz, Offenheit und freies Wissen zusammen. Harte Fakten
13.11.17.
19:00 Uhr
c-base e.V. // Mainhall
Rungestr. 20
10179 Berlin

A Web dos Dados

Elza Maria Albuquerque - October 16, 2017 in Dados Abertos, Destaque

Por Thiago Ávila e Judson Bandeira* Conforme exploramos no artigo anterior, as perspectivas para a produção de dados nos próximos cinco anos (2020) é animadora e desafiadora. Se por um lado a oferta de dados digitais deverá crescer exponencialmente, por outro lado, um percentual significativo destes dados podem não ser úteis para coisa alguma. As arquiteturas tradicionais para armazenamento de dados, especialmente na era pré-internet, foram sendo estabelecidas para armazenar os dados, em arquivos, isolados do mundo externo, caracterizando verdadeiras ilhas de dados e informações. Decorrente deste modelo, inúmeros problemas surgiram, especialmente a redundância de dados, que por sinal é um problema existente até os dias de hoje. Ao longo dos anos, o armazenamento de dados evoluiu para a criação dos bancos de dados, e posteriormente modelos de agrupamento como os sistemas de bancos de dados distribuídos e as federações de bancos de dados[1]. Paralelamente, em meados de 1996, Tim Berners-Lee publicou o artigo “The World Wide Web: Past, Present and Future [2] que definiu as diretrizes da Web, como ela devia ser na época e como ela deveria ser no futuro. Já naquela época, há quase 20 anos, Berners-Lee estabeleceu que a Web deveria ser um espaço de compartilhamento de informações para que pessoas (e máquinas) possam se comunicar entre si. Complementarmente, ele previu a existência da interação entre pessoas e hipertextos intuitivos e legíveis por máquina. Entretanto, a Web que conhecemos hoje foi se estruturando a partir do hipertexto, conhecidas como páginas web, tendo como principal foco a apresentação de informações. Apesar de Tim Berners-Lee ter previsto a leitura dos dados por máquina, a Web atual é prioritariamente interpretada por humanos. A partir da Web, inúmeras possibilidades de produção de informações foram se desenvolvendo ao longo do tempo. Páginas HTML, sítios, portais, conteúdo multimídia, arquivos diversos e mais recentemente com a “era social”, os blogs, mídias sociais, dentre outros. Ou seja, a Web se tornou um espaço global de informações que cresce a cada dia. Com o volume de informações crescente, surgiram outros problemas relevantes relacionados à busca e recuperação de informações. Rapidamente, a capacidade humana de encontrar informações na Web ficou muito limitada evidenciando a preocupação de que a localização e recuperação de dados na web deveriam ser feita por máquinas, mas faltavam dados sobre as informações que fossem entendidas por máquinas. Estes dados são conhecidos como metadados. Ademais, a Web atual é sintática, cuja busca é feita prioritariamente por palavras-chave num grande número de páginas obtendo baixa precisão. Além disso, as páginas de integram e se “linkam” de forma pouco estruturada e de forma manual. Como resultado, nem todos os dados podem ser encontrados por meio dos mecanismos de busca tradicional na web, muito menos é possível se especificar consultas complexas sobre os dados que estejam presentes em várias páginas, como por exemplo, “Qual o nome completo de todos os capitães dos times de futebol vencedores de todas as Copas do Mundo?”. Ou seja, assim como no tempo dos arquivos, os dados na Web ainda vivem isolados uns dos outros. Felizmente, várias instituições e pesquisadores ao redor do mundo estão muito atentos a este paradoxo, dentre elas e especialmente o W3C – World Wide Web Consortium. O W3C tem como missão liderar a WWW para o uso máximo do seu potencial, desenvolvendo protocolos e guias que apoiem o desenvolvimento da Web em larga escala. Sua visão para a Web envolve a participação, compartilhamento de conhecimentos apoiando a construção de uma confiança em escala global. Esta visão estabelece ainda a existência de uma única Web (One Web), que adota princípios e padrões abertos. Não preciso explicar muito sobre qual relação à Web tem a ver com a grande oferta de dados em escala global, não é? Afinal, por onde trafegam a maioria destes bilhões e trilhões de dados distribuídos mundialmente? Buscando alcançar esta visão, o W3C vem trabalhando fortemente na construção de uma nova Web, que atenda aos princípios e padrões abertos e que vá muito além da Web que conhecemos composta prioritariamente por arquivos e páginas HTML. Esta nova Web, mais conectada e aberta está sendo denominada a “Web dos Dados”. Na “Web dos Dados”, estipula-se que os dados passem a ser facilmente localizáveis bem como sejam associados a elementos semânticos, como os vocabulários. Além disso, os dados passam a serem entendidos como recursos de dados e para tal, precisam de identificadores exclusivos que viabilizem o acesso específico para cada recurso. E ainda, a forma como os dados passam a se relacionar entre si muda dos tradicionais esquemas de tabelas e bancos de dados para um esquema de sujeito-objeto-predicado, conhecido como tripla, dentre outros avanços. Felizmente, apesar da problemática do artigo anterior, as perspectivas podem ser promissoras considerando todo este maravilhoso trabalho que vem sendo desenvolvido por inúmeros especialistas mundo a fora sob a coordenação do W3C. Nos próximos artigos, estaremos explorando ainda mais a Web dos Dados, buscando entender como ela está sendo estruturada, os novos conceitos e aplicações relevantes. Até a próxima!!! * Estes artigos contam são oriundos de pesquisas científicas desenvolvidas no Núcleo de Excelência em Tecnologias Sociais (NEES), do Instituto de Computação da Universidade Federal de Alagoas (UFAL) e contam com a contribuição direta dos pesquisadores Dr. Ig Ibert Bittencourt (UFAL), Dr. Seiji Isotani (USP), e Armando Barbosa, Danila Oliveira, Judson Bandeira, Thiago Ávila e Williams Alcântara (UFAL). [1] Ribeiro, Danusa; Lóscio, Bernadette; Souza, Damires (2011). Linked Data: da Web de Documentos para a Web de Dados. V ERCEMAPI – Escola de Computação Ceará, Maranhão e Piaui. Disponível em: http://pt.slideshare.net/danusarbc/linked-data-da-web-de-documentos-para-a-web-de-dados-10057267 [2] Berners-Lee, Tim (1996). The World Wide Web: Past, Present and Future. Disponível em:  http://www.w3.org/People/Berners-Lee/1996/ppf.html Texto publicado no site Thiago Ávila. Ele faz parte da série de artigos Dados abertos conectados.
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Μνημόνιο συνεργασίας ανάμεσα στο Ίδρυμα Ανοικτής Γνώσης Ελλάδας και το Εργαστήριο Εφαρμογών Πληροφορικής στα ΜΜΕ

Χριστίνα Καρυπίδου - October 15, 2017 in Data Journalism, Featured, Featured @en, News, Δημοσιογραφία Δεδομένων, μνημόνιο συνεργασίας, Νέα

Μνημόνιο συνεργασίας υπέγραψαν οι κ.κ. Δρ. Χαράλαμπος Μπράτσας, Πρόεδρος του Ιδρύματος Ανοικτής Γνώσης Ελλάδας  (Open Knowledge Greece – OK Greece),  και Ανδρέας Βέγλης, Διευθυντής του Εργαστηρίου Εφαρμογών Πληροφορικής στα ΜΜΕ (Media Informatics Lab – M.I.L.), Καθηγητής και Πρόεδρος του Τμήματος Δημοσιογραφίας και ΜΜΕ του Αριστοτέλειου Πανεπιστήμιου Θεσσαλονίκης,  την Παρασκευή 13 Οκτωβρίου 2017. Η υπογραφή του […]

Kiista eduskunnan vierailijatiedoista kirvoitti Lobbaus läpinäkyväksi -kansalaisaloitteen

Open Knowledge Finland - October 14, 2017 in avoimuus, avoimuusrekisteri, avoin eduskunta, citizen initiative, demokratia, eduskunta, Featured, Freedom of Information, kansalaisaloite, lobbarirekisteri, lobbaus, lobbaus läpinäkyväksi, lobbausrekisteri, lobby registry, Nofications, Open Democracy, Open Government Data, parliament, projects, riksdagen, vaikuttaminen, vierailijatiedot

Tiedote. Julkaistu: 13.10.2017, 09:00

Open Knowledge Finland ry

Kansalaisjärjestöt Open Knowledge Finland, Avoin ministeriö ja Transparency Finland käynnistävät kansalaisaloitteen, joka loisi ensimmäistä kertaa lobbausrekisterin Suomeen. Lobbaus läpinäkyväksi -aloite tähtää kansanedustajien työn avoimuuden lisäämiseen eduskunnan työjärjestystä muuttamalla. (Suora linkki allekirjoitukseen>> Kansalaisaloite loisi yhteiset käytännöt kansanedustajien sidosryhmätapaamisten julkistamiseen, mutta suojaisi tavallisten kansalaisten yksityisyyden. “Vaikuttamistyö eli lobbaaminen kuuluu demokratiaan, mutta salailu ei ole nykypäivää. Esimerkiksi tuorein eduskunnan kansliatoimikunnan päätös säilyttää vierailijatiedot yhden päivän ajan on aivan riittämätön”, sanoo Open Knowledge Finlandin toiminnanjohtaja Teemu Ropponen. Lobbausrekisterissä ilmoitettaisiin kansanedustajien kaikki tapaamiset ja tiedot kuten osallistuneiden nimet, taustayhteisöt ja toimeksiantajat. Myös tapaamiseen liittyvä aineisto tulisi julkiseksi. Lisäksi jo olemassa oleva kansanedustajien sidonnaisuusrekisteri sekä valtiopäiväasiakirjat olisivat saatavilla kansalaisille avoimena tietona. “Eduskunnan pitäisi maamme ylintä valtaa käyttävänä tahona näyttää avoimuudessa esimerkkiä muulle julkishallinnolle. Aloitteemme on askel kattavampaan muutokseen. Uskomme lobbausrekisterin lisäävän luottamusta poliittisen järjestelmän ja tukevan laajempaa osallistumista päätöksiin”, toteaa puheenjohtaja Joonas Pekkanen Avoimesta ministeriöstä. Tutkimus osoittaa avoimuuden tarpeen Open Knowledge Finland tutki eduskunnan vierailijatietoja yhteensä 24 500 vierailusta 11 kuukauden ajalta vuoden 2016 toukokuusta vuoden 2017 huhtikuuhun. Tutkimuksen otoksessa elinkeinoelämän etujärjestöjen eduskuntavierailuista noin kolme neljäsosaa on kytköksissä hallituspuolueisiin. Muiden etujärjestöjen edustajat tapaavat useimmin oppositiota ja käyvät eduskunnassa harvemmin. “Eduskunnan vierailijatiedot antavat vaillinaisen mutta kiinnostavan näkökulman lobbaukseen, josta on tällä hetkellä vähän julkista tietoa saatavilla. Eduskunta julkaisee listat valiokunnissa kuulluista henkilöistä, mutta vaikuttamisen painopiste on selvästi muualla”, sanoo Aleksi Knuutila, Open Knowledge Finlandin tutkija. Esimerkiksi vuonna 2014 valiokunnissa kuultiin noin 6 600 asiantuntijaa. Muut vierailut päättäjien luona ovat kuitenkin huomattavasti yleisempiä. Tutkimuksen perusteella kansanedustajien sekä heidän avustajiensa tapaavat vuosittain eduskunnassa noin 14 400 vierailijaa. —

Open Knowledge Finland on rekisteröity voittoa tavoittelematon yhdistys, joka on osa suurempaa kansainvälistä Open Knowledge -verkostoa. Sen tarkoituksena on edistää avointa dataa, tiedon julkisuusperiaatteen toteutumista sekä avointa yhteiskuntaa Suomessa.

Lisätietoja:

Teemu Ropponen, toiminnanjohtaja, Open Knowledge Finland, 040 5255153, teemu.ropponen@okf.fi Joonas Pekkanen, puheenjohtaja, Avoin ministeriö, 050 5846800, joonas.pekkanen@avoinministerio.fi

 

www.lobbauslapinakyvaksi.fi FB: www.facebook.com/LobbausLapinakyvaksi Twitter: @LobbausAloite

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Projektideen & Datensätze für die Tourismus Hackdays

murielstaub - October 12, 2017 in Allgemein, Daten, event, Tourism

In etwas mehr als 2 Wochen ist es soweit und wir treffen uns in Arosa für die abenteuerlichen Tourismus Hackdays. Noch gibt es 10 freie Plätze: Wer noch kein Ticket hat, kann sich gemäss dem Motto «Jetzt oder nie!» auf opentourismdata.eventbrite.de anmelden. Und die Vorbereitungen laufen auf Hochtouren! Wir freuen uns auf eure Projektideen und Daten-Inputs:
   
Hast du bereits eine Idee für ein Hackathon Projekt? Falls nicht, teilen wir hier mit Dir einige inspirierende Fragen:
Wie können wir den Aufenthalt eines Tourists/einer Touristin in einer Schweizer Feriendestination noch einfacher, schöner, aufregender und glücklicher gestalten? Wie könnte das Tourismusbüro der Zukunft aussehen? Welche Dienstleistungen und Inhalte würden idealerweise zur Verfügung stehen? Und welche Infos und Inhalte suchen und brauchen Touristen überhaupt? Wie sollten diese Inhalte kuratiert und zugänglich gemacht werden?
Hast du eine Idee oder sogar eine Antwort auf diese Fragen?
Dann kannst Du bereits jetzt Deine Projektidee hier eingeben. 
 
Und spannende Datensätze kannst du gerne hier vorschlagen. Am kommenden Donnerstag, 19. Oktober 2017 nehmen wir die Daten dann unter die Lupe und bereiten diese für euch vor, damit ihr mit diesen Daten während den Hackdays basteln und arbeiten könnt. Willst Du mit dabei sein am Datenvorbereitungsworkshop? Dann kannst Du Dich gerne hier anmelden.
Wir halten euch auf dem Laufenden und freuen uns auf Ende Oktober!

Δημόσιο Χρήμα; Δημόσιος Κώδικας!

Kosmas Panagiotidis - October 12, 2017 in Featured, Featured @en, News

του Sander Van der Waal. Εφόσον ο φορολογούμενος πολίτης πληρώνει για κάτι, είναι λογικό να του επιτρέπεται  η πρόσβαση σε αυτό. Παρόλο που αποτελεί μια συνήθης πρακτική με την οποία δεν διαφωνεί κανείς, παρατηρούνται περιπτώσεις όπου δεν ισχύει. Για παράδειγμα σε πολλές χώρες, των οποίων οι κυβερνήσεις αναθέτουν σε εξωτερικούς συνεργάτες την λειτουργία ορισμένων υπηρεσιών […]

AbreLatam / Condatos: after the first 5 years

Oscar Montiel - October 12, 2017 in abrelatam, condatos, Events, Latin America, Open Data

This is a somewhat belated entry about the Abrelatam and Condatos, the regional open data conference of Latin America. It comes more than a month after the conference took place in San José, Costa Rica, but the questions raised there are still relevant and super important for advancing open data in Latin America and working towards truly open states. After five years, the discussions have shifted. We don’t only talk about open data and how to make it happen but about, for example: privacy and how we can make sure our governments will guarantee this the right to privacy in open data work; data standards and how to make them interoperable; and business models and how to be a sustainable organization that can last beyond project funding. These discussions are crucial in the current context in Latin America, with cases of corruption like Lava Jato or #GobiernoEspía in Mexico. They are particularly important if we want open data to not only be a bunch of good intentions, but rather infrastructure that is there for and because of citizens. Still, we have a big challenge ahead. As it was often commented in various sessions, we need to systematize all the knowledge we have gathered in these 5 years. We also need to be able to share it with the newcomers and open it up to organizations that aren’t traditionally in the open data sphere. This will help us avoid the echo chamber and keep the work focused on important matters and make open data a valuable asset in the construction of open states. At the same time, we need to learn from our mistakes, understand what has worked and what hasn’t, continue improving the work, not only go to conferences and speak about the amazing work we do, but also talk about where we make mistakes and help other avoid them. This won’t be an easy task, but I think we have the right ingredients to make it happen: we have a mature community that is eager to share its experiences and learnings. We’re ready to take on the next five years and construct an open region.  

Race and the White Elephant War of 1884

Adam Green - October 11, 2017 in Adam Forepaugh, circus history, Culture & History, elephants, Featured Articles, history of racist soap adverts, Light of Asia, P.T. Barnum, pears soap, race, racism, racist soap advert, Toung Taloung, white elephants, White Fraud, white supremacy

Feuding impresarios, a white-but-not-white-enough elephant, and racist ads for soap — Ross Bullen on how a bizarre episode in circus history became an unlikely forum for discussing 19th-century theories of race, and inadvertently laid bare the ideological constructions at their heart.