Nota de repúdio à declaração de Bolsonaro sobre ativismo no Brasil

- October 15, 2018 in Open Knowledge Brasil

Organizações da sociedade civil e movimentos sociais têm um histórico significativo de ativismo em defesa dos mais diversos direitos no Brasil. Segundo estudo realizado pelo IPEA (Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas), em 2017 existiam no país mais de 820 mil ONGs, atuando por melhores condições na educação, na saúde, por liberdades individuais e igualdade no acesso a direitos, pelo acesso à informação e a liberdade de expressão, pela dignidade no trabalho, pelo direito das crianças e adolescentes, pelo respeito ao meio ambiente, entre tantas outras pautas. O Brasil também é reconhecido internacionalmente por sua forte rede de voluntariado, que articula milhões de cidadãos e cidadãs que dedicam parte de seu tempo para construir uma sociedade mais justa, mais igualitária, na qual a população mais carente tenha acesso a direitos básicos fundamentais, muitas vezes não garantidos pelo Estado. Este trabalho também é reconhecido como ativismo. A ação desses ativistas tem sido fundamental para a melhoria das condições de vida no país e para o avanço na conquista de direitos. Organizações e movimentos são atores estratégicos na contribuição para a formulação de políticas públicas, na elaboração de leis importantes para o país, na fiscalização do poder público do ponto de vista orçamentário, na cobrança pela execução de políticas e programas de governo. Uma sociedade civil vibrante, atuante e livre para denunciar abusos, celebrar conquistas e avançar em direitos é um dos pilares de sociedades democráticas em todo mundo. Foi por meio do trabalho ativista de tantas entidades que o Brasil conquistou, por exemplo, leis como a do combate ao racismo e de enfrentamento à violência contra as mulheres; políticas públicas como o seguro desemprego e o financiamento estudantil; programas de combate ao desmatamento e de proteção dos animais; a Lei anti-fumo e a Lei da Ficha Limpa, que nasceu da iniciativa da sociedade civil para combater a corrupção nas mais diferentes esferas no país. Neste contexto, a declaração do candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL) de que irá “botar um ponto final em todos os ativismos no Brasil” é de extrema gravidade. Ela é mais uma ameaça propagada por esta candidatura à nossa democracia. Bolsonaro afirmou seu desejo de acabar com a atuação das organizações da sociedade civil em seu pronunciamento oficial no dia 7 de outubro, veiculado pela Internet logo após a confirmação, pelo Tribunal Superior Eleitoral, de que o candidato disputará o segundo turno no próximo dia 28. Além de uma afronta à Constituição Federal, que garante os direitos de associação e assembleia no Brasil, a declaração reforça uma postura de excluir a sociedade civil organizada dos debates públicos. Trata-se de uma ameaça inaceitável à nossa liberdade de atuação. Não será apenas a vida de milhões de cidadãos e cidadãs ativistas e o trabalho de 820 mil organizações que serão afetados. Será a própria democracia brasileira. E não há democracia sem defesa de direitos. Mais do que nunca, o Brasil precisa de um governo aberto ao diálogo, que se proponha a conduzir a nação junto dos mais diferentes setores, respeitando a diversidade de opiniões e ideias sobre as propostas e rumos para o país. Em breve, a população voltará às urnas para eleger quem será o Presidente da República nos próximos quatro anos. Que o desprezo pelos movimentos sociais e entidades da sociedade civil manifestado nessa declaração seja considerado por todos e todas na hora de decidir seu voto. Calar a sociedade civil, como anuncia Jair Bolsonaro, é prática recorrente em regimes autoritários. Não podemos aceitar que passe a ser no Brasil. Clique aqui para ler a íntegra da nota. Flattr this!

Do you use OpenGLAM? Help review shared #OpenGLAM principles for Open Galleries, Libraries, Archives and Museums

- October 15, 2018 in open culture, Open GLAM, OpenGLAM, Survey

TL;DR: As part of reinvigorating our OpenGLAM (Open Galleries, Libraries, Archives and Museums) community, we’re evaluating the OpenGLAM principles: fill out this survey and get involved. Several months ago, community members from Wikimedia, Open Knowledge International and Creative Commons reinvigorated the “OpenGLAM” initiative. OpenGLAM is a global network of people and organizations who are working to open up content and data held by Galleries, Libraries, Archives and Museums. As a community of practice, OpenGLAM incorporates ongoing efforts to disseminate knowledge and culture through policies and practices that encourage broad communities of participation, and integrates them with the needs and activities of professional communities working at GLAM institutions. One of our first steps was to revitalize the @openglam twitter account, inviting contributors from different parts of the world to showcase and highlight the way in which “OpenGLAM” is being understood in different contexts. So far, the Twitter account has had contributors from Africa, Asia, Latin America, the Middle East, North America & Europe. Anyone can become a contributor or suggest someone to contribute by signing up through this form. If you want to see the content that has been shared through the account, you can check the oa.glam tag in the Open Access Tracking Project. Now, as we move forward in planning more activities, we want to check on the continued impact of the Open GLAM Principles. Since their publication in 2013, the Open GLAM principles offered a declaration of intention to build a community of practice which helps GLAMs share their collections with the world In the last five years, the OpenGLAM community has become more global, adopted more tactics and strategies for integrating openness into institutions. But do the principles reflect this change? To find out, we’re inviting people to fill in a survey about the utility of the principles. We want to understand from the broader community: Are you aware of the principles? Are they still relevant or useful? Do you use them in your institutional or local practice? What opportunities are there to improve them for the future? The survey will run until 16th November. Your participation is greatly appreciated! To get involved with the Open GLAM working group, you can join us through openglam@okfn.org 

Mistress of a New World: Early Science Fiction in Europe’s “Age of Discovery”

- October 11, 2018 in Books, early science fiction, empire, imperialism, Literature, proto science fiction, science fiction

Considered by many one of the founding texts of the science fiction genre, The Blazing World — via a dizzy mix of animal-human hybrids, Immaterial Spirits, and burning foes — tells of a woman’s absolute rule as Empress over a parallel planet. Emily Lord Fransee explores what the book and its author Margaret Cavendish (one […]

Hack4FI – Hack your heritage -tapahtumassa ennätysmäärä osallistujia!

- October 10, 2018 in avoin glam, Featured

Avoimiin kulttuuriperintöaineistoihin keskittyvä hackathon Hack4FI – Hack your heritage järjestettiin Helsingin kaupunginmuseossa 5.–7.10.2018. Neljättä kertaa järjestettyyn ilmaiseen tapahtumaan rekisteröityi 100 osallistujaa – ennätysmäärä poikkiammatillisesta yhteistyöstä ja kulttuuriaineistojen luovasta uudelleenkäytöstä kiinnostuneita osanottajia. Viikonlopun aikana kaupunkilaiset ja kansainväliset vieraat ideoivat yhteensä 18 uutta avoimille aineistoille perustuvaa konseptia, palvelua ja teosta kaikkien käyttöön. Yleisö valitsi suosikikseen teoksen Into the Wild Box, jonka ideoivat ja toteuttivat Thu Nguyen ja Vatte Wickström. Into the Wild Box on interaktiivinen ja immersiivinen installaatio, joka on saanut inspiraationsa Jean Sibeliuksen mukanaan kantamasta tulitikkurasiasta. Sibelius piti rasiassa sammalta ja neulasia suomalaisesta metsästä. Hengittämällä näiden tuoksua hän pystyi siirtymään hajuaistin voimalla inspiraation lähteille. Into the Wild Box -installaatiossa huoneesta itsestään tulee tulitikkurasia, jonka käyttöliittymänä on niin ikään tulitikkuaski. Kun rasia on suljettu, seinäprojisoinnit ja äänet kuvaavat kaupungin elämää Sibeliuksen aikana. Kun rasiaa raottaa, kattoprojisointi aukeaa päästäen luonnon sisään muuntaen seinäprojisoinnit metsäksi. Taustalla soi Sibeliuksen sävellys Kuusi, joka voimistuu, kun rasiaa avataan. Installaatiossa käytettiin Kansallisgallerian avoimia taideteoskuvia sekä Ylen Elävän arkiston ja äänitearkiston aineistoja. Hack4FI:n tavoitteena on edistää ihmisten osallisuutta kulttuuriin ja historiaan sekä lisätä tietoa digitaalisesta kulttuuriperinnöstämme. Tänä vuonna tapahtumassa oli työstettävänä seitsemän eri teemaa, jotka käsittelivät kansallista muistiamme eri näkökulmista. Teemojen taustaorganisaatioina olivat tänä vuonna YLE, Suomen valokuvataiteen museo, Helsingin kaupunginmuseo, Kansallisgalleria, Kansallisarkisto, Aalto-yliopiston arkisto, Musiikkimuseo Fame, Open Knowledge Finland ja Wikimedia Suomi. Osallistujien käytössä oli myös arkistojen, kirjastojen ja museoiden aineistoja yhteen kokoava Finna.fi-palvelu. Finna-rajapinnan kautta kuka tahansa saa käyttöönsä yli 13 miljoonan aineiston kuvailutiedot esimerkiksi uusien verkkopalveluiden kehittämistä varten. Toinen avoimen tiedon yhteistyökumppani oli HRI – Helsinki Region Infoshare -palvelu, joka kokoaa yhteen pääkaupunkiseudun avointa dataa ja sen avulla toteutettuja sovelluksia. Lisäksi Gallen-Kallelan Museo, Mannerheim-museo, Kansallismuseo, Museovirasto ja Musiikkiarkisto tarjosivat avoimia aineistojaan kaikkien hyödynnettäväksi. Tapahtuman yhteistyökumppaneita olivat hävikkiruokaravintola Loop, Helsingin Sanomain Säätiö, CoolHead Brew, Misc Management ja Wide -hackathon. Hanke on saanut rahoitusta Museoviraston avustuksista museoiden innovatiivisiin hankkeisiin. Lisätietoja: Hack4FI – Hack Your Heritage: http://hack4.fi/ Video yleisön suosikiksi valitusta työstä Into the Wild Box: http://vatte.github.io/img/hack4fi/IMG_5317.mov The post Hack4FI – Hack your heritage -tapahtumassa ennätysmäärä osallistujia! appeared first on Open Knowledge Finland.

John Milton’s Frontispiece Joke

- October 9, 2018 in frontispiece, john milton, william marshall

Confronted with a bad frontispiece portrait of himself Milton enacted a very literary revenge on the engraver.

The Celestial Atlas of Andreas Cellarius (1660)

- October 4, 2018 in Andreas Cellarius, best of celestial, best of maps, celestial map, cosmography, Harmonia Macrocosmica

Harmonia Macrocosmica (1660), an atlas of the stars from the Dutch Golden Age of cartography, maps the structure of the heavens in twenty-nine extraordinary double-folio spreads.

Anmeldung gestartet: Bits & Bäume – Die Konferenz für Digitalisierung, Tech und Nachhaltigkeit

- October 4, 2018 in Uncategorized

Welche Rolle spielt Nachhaltigkeit für Tech-Communities? Welche ökologischen Chancen stecken in digitalen Anwendungen für Klima- und Ressourcenschutz? Und wie kann Digitalisierung zur nachhaltigen Transformation der Gesellschaft beitragen? Und wie kann die digitale Gesellschaft demokratisch, nachhaltig und gerecht gestaltet werden? Bislang agieren Umwelt-Aktivist/innen und digitale Menschenrechtler/innen oft nebeneinander. Beide Communities bieten Lösungsansätze und Ideen für ihre eigenen Themen. Beide wollen die Welt verstehen, aber vor allem aktiv gestalten. Eine demokratische und ökologisch wie sozial nachhaltige Gesellschaft kann aber nur gemeinsam gelingen – dafür müssen wir zusammenkommen, voneinander lernen, die Gemeinsamkeiten und Potentiale erkennen und diese mit neuer Wucht umsetzen! Deshalb veranstalten wir gemeinsam mit verschiedenen Organisationen aus den Bereichen Umwelt, Tech und Netzpolitik am 17. und 18. November 2018 in Berlin die Konferenz Bits & Bäume. Die offene Vernetzungskonferenz steht für neue Perspektiven auf eine nachhaltige Digitalisierung einerseits und einen genauen Blick auf die digitale Unterstützung nachhaltiger Ziele andererseits. Mit dabei: der CCC und das FIfF, ebenso aber auch Germanwatch, der BUND und Brot für die Welt. Wir wollen gegenseitigen Austausch, wir brauchen aktive Vernetzung. Dafür bringen wir die Communities zusammen und dabei dürft ihr nicht fehlen! Neben Vorträgen und Diskussionsrunden gibt es ganz viel Raum für eure Projektideen, Kampagnen und den Austausch mit anderen engagierten Menschen: Euch erwarten zwei bunte Tage mit Hands-on-Workshops, Talks, Aktivisten-Infotischen, Worldcafés, Sofas, Chill-out-Areas und und und!
Natürlich sind auch einige OKF-Projekte und -Themen mit am Start, u. a.:

Das jüngste Gericht – Umweltinfos, Hygienekontrollen und Co. (FragdenStaat)

Wie sauber ist dein Lieblingsrestaurant? Wie viele Abgase pusten Dienstwagen des Verfassungsschutzes in die Luft? Und wie viele Bits zu Bäumen schlummern in den Datenbanken von Behörden? Arne von FragdenStaat zeigt, wie man das Umweltinformationsgesetz zum Befreien von Infos nutzen kann.

Wie nachhaltig ist Deutschland? Fortschritt ist messbar. Und wie!? (2030Watch)

Wie nachhaltig ist Deutschland? Der ökologische, ökonomische und soziale Zustand der Welt erfordert eine globale Transformation zu einer nachhaltigen Entwicklung. Mit der Agenda 2030 haben sich alle UN-Staaten verpflichtet, für die Realisierung dieser Transformation 17 Nachhaltigkeitsziele bis zum Jahr 2030 umzusetzen. Wie das messbar gemacht werden kann, zeigt Saadya von 2030Watch in ihrem Vortrag.

Open Government: Offenheit und Nachhaltigkeit (OGP)

Wie kann der öffentliche Sektor die Umsetzung von Nachhaltigkeitspolitik mit Hilfe des Open Government-Ansatzes transparenter und partizipativer machen? Nach einer kurzen EInführung von Michael sollen in einem interaktiven Workshop gemeinsam Bereiche der Nachhaltigkeitspolitik identifiziert werden, die von mehr Offenheit, Transparenz und Partizipation sowie digitalen Tools profitieren könnten.

Code for Germany – Digitale Werkzeuge für die Zivilgesellschaft

Berliner Lab-Mitglied Knut gibt einen Überblick darüber, wie es zu Code For Germany kam, an was für Projekten wir arbeiten, wie wir im internationalen Vergleich dastehen und wo die Reise noch hingehen kann – vom Stuttgarter Projekt Luftdaten.info über München Transparent bis zur Datenvisualisierung zum Thema Schulsanierungen in Berlin. Außerdem gibt es einen Workshop mit Knut zu:

Berliner Bäume API – 500.000 Bäume durchsuchen, analysieren und visualisieren

Im Rahmen des Open Knowledge Lab Berlins haben wir vorletztes Jahr alle Berliner Straßen- und Anlagenbäume aus einer Datenbank der Berliner Senatsverwaltung einfacher zugänglich gemacht. In diesem Workshop wollen wir uns überlegen, was man mit diesen Daten machen kann.

Civic Tech in Brandenburg

In Berlin geht einiges, in Brandenburg der Wind? Max, der nicht nur bei der OKF für Edulabs und die Demokratielabore arbeitet, sondern zugleich Mitbegründern des FabLab Cottbus ist, stellt euch Projekte vor, die das Gegenteil beweisen und mit viel Idealismus die Region gestalten. Vom Verbund Brandenburger Maker über soziale Landwirtschaftsinitiativen bis hin zu den Bürger-Beeten in Raddusch.

Ein Blick hinters Smartphone (Civic Tech)

Das Smartphone ist ein ständiger Begleiter und beeinflusst unser Handeln. Doch für die meisten sind es intransparente Blackboxes. Wie können wir sie uns gemeinschaftlich aneignen? Max schaut mit euch hinter die Fassade der Geräte und diskutiert ihre Komponenten und systemischen Effekte.
In unserem Forum ist zwischen dem vielseitigen Programm Platz für Diskussion und neue Ideen: Hier trefft ihr Aktivist/innen aus verschiedenen Initiativen von der FSFE und Nager IT über Electronics Watch bis hin zu Mundraub. Auch unser Team des Prototype Fund wird da sein, lädt zum Thema „Stadt, Land, Smart“ ein und stellt die Initiative city_lab Berlin vor. Außerdem gibt es ein Jugend-Forum, wo ihr euch u. a. mit Jugend hackt, den Demokratielaboren, der Naturfreundejugend oder dem Projekt youboX der Stiftung Bildung über Nachhaltigkeit und Tech in der Jugendarbeit austauschen könnt! Auch Chaos macht Schule ist mit Workshops für euch dabei. Alle weiteren Infos zum Programm und den Speaker/innen findet ihr nach und nach hier: https://bits-und-baeume.org Meldet euch am besten gleich an! Außerdem suchen wir helfende Engelhände - meldet euch dafür bei info@bits-und-baueme.org, der Eintritt ist dann frei. :)

Ausschreibung Jugend hackt Labs – Wir suchen regionale Partner-Organisationen!

- October 3, 2018 in Uncategorized

Seit 2013 wird Jugend hackt vom Open Knowledge Foundation Deutschland e.V. (OKF) und mediale pfade.org - Verein für Medienbildung e.V. veranstaltet. Jugend hackt ist ein Programm zur Förderung des Programmiernachwuchses im deutschsprachigen Raum mit gesellschaftspolitischen Fokus. Damit begegnet Jugend hackt zwei Herausforderungen: Erstens der sozialen Benachteiligung im Sinne einer Vereinzelung von Jugendlichen mit hohem Technikinteresse. Denn gerade die hohe Technikbegeisterung und die Zeit vor dem Computer verschiebt die engsten sozialen Kontakte häufig weg von der nächsten Umgebung hin zu ebenfalls technikaffinen Jugendlichen, die im ländlichen Raum seltener anzutreffen sind und deswegen Online stattfinden. Gerade gegenüber Eltern entsteht so einseitiger Rechtfertigungsdruck, da die quantitative Bewertung der Computernutzung meistens im Vordergrund steht. Zweitens greift das Programm den Umstand auf, dass die Digitalisierung der Welt große Veränderungen für die Menschen birgt und sensibilisiert mögliche zukünftige Programmierer*innen für ihre gesellschaftspolitische Verantwortung. Ziel von Jugend hackt ist es, die Lebensverläufe der Teilnehmer/innen positiv zu beeinflussen, indem ihre Identität als Hacker/in bestärkt wird und ihnen ein positives Selbstbild von ihren Fähigkeiten und der Bedeutung ihrer Rolle für die Gesellschaft vermittelt wird. Unter dem Motto “Mit Code die Welt verbessern” nutzen die Teilnehmer/innen ihre Technikkompetenz, um in Teams, unterstützt von ehrenamtlichen Mentor/innen, an digitalen Werkzeugen und Konzepten für ihre Vision einer besseren Gesellschaft zu arbeiten. Jugend hackt positioniert sich explizit als diverser Raum und fordert von allen Beteiligten die Einhaltung klar kommunizierter Verhaltensregeln, die es jedem/r ermöglichen sollen, sich bei Jugend hackt wohlzufühlen. Alle Informationen dazu findet man in unserem Code of Conduct. Zusätzlich zu den bereits bestehenden jährlichen Hackathons in aktuell neun Städten in Deutschland, Österreich und der Schweiz sollen ab 2019 regelmäßige Angebote für die Jugend hackt Community in Form von regionalen Labs entstehen. Diese Labs veranstalten perspektivisch ein bis mehrere Treffen pro Monat, z.B. Workshops und Vorträge für programmier- und making-begeisterte Jugendliche. Wir möchten mit den neu gegründeten Labs vor allem den Teil unserer Zielgruppe mit einem ganzjährigen Angebot erreichen, der außerhalb von Großstädten und Ballungszentren lebt und dadurch weniger Zugang zu vergleichbaren Bildungsangeboten in z.B. Makerspaces, FabLabs, oder Hackspaces. Gestartet wird 2019 mit zwei Pilot-Labs, für welche wir zwei Partnerorganisationen suchen. In 2020 werden zwei weitere regionale Labs hinzukommen, deren Koordination bei den beiden Organisationen liegen wird, die sich jetzt bewerben. Die Angebote in den Labs werden von regionalen Koordinator/innen organisiert und umgesetzt, begleitet werden sie zusätzlich von ehrenamtlichen Mentor/innen. Die regionalen Koordinator/innen werden bei der OKF angestellt (20h/Woche, in Anlehnung an TVÖD 12, S1) sollen aber ihren Bürositz in Ihrer Organisation haben sollen aber ihren Bürositz in Ihrer Organisation haben. Gerne können sich Organisationen bewerben, die bereits einen Vorschlag für eine*n regionale/n Koordinator/in haben. Es ist jedoch keine zwingende Voraussetzung. Für diese Positionen erfolgen bei Bedarf gesonderte Ausschreibungen, die wir gemeinsam mit den regionalen Partnerorganisationen gestalten. Die Angebote können z.B. folgende Formate umfassen:
  1. Workshops: praktisch orientierte Inputs und Umsetzungen aus den Bereichen Hard- und Software, Making, Hacking, gesellschaftspolitische Themen mit Fokus auf eigenständigem Handeln und Ausprobieren durch die Jugendlichen
  2. Vorträge: inhaltlicher Fokus auf gesellschaftspolitische Themen oder fachlich-technischer Input, Vortragende sind ehrenamtlich engagierte Menschen und/oder Technik-Expert*innen.
  3. Selbstständige Projekte der Jugendlichen: Jugendliche setzen gemeinsam eigene Projekte aus den Hackathons fort oder starten neue Projekte.
Die regionalen Koordinator/innen und Mentor/innen sind eingeladen, eigene Workshops und Angebote zu konzipieren und Inhalte aufzubereiten. Gleichzeitig werden von Jugend hackt Open Educational Ressources (OER) aufbereitet, in welchen bereits erprobte Angebote aus dem Jugend hackt Programm (Hackathons, Hello World, Demokratielabore) gesammelt sind. Die Open Knowledge Foundation Deutschland e.V. und mediale pfade.org -Verein für Medienbildung e.V. begleiten die Labs und regionalen Koordinator/innen eng bei der Umsetzung. Wir bieten zudem Weiterbildungen im Bereich Fundraising, die Bewerbung der Angebote in der bestehenden Online-Community und die Möglichkeit, verschiedene Module aus den Jugend hackt Programmbestandteilen zu besuchen.

Ihr Profil

Wir suchen Organisationen, die Labs nach folgenden Kriterien betreiben:
  • Außerhalb von Ballungszentren
  • Möglichkeit, Workshopräume einzurichten, falls noch nicht vorhanden oder Zugang zu Workshopräumen bei Partner*innen
  • Möglichkeit zur Einrichtung einer werkstattähnlichen (Making-) Situation
  • Verständnis und/oder Interesse für unsere Kernzielgruppe der technikbegeisterten Jugendlichen
  • Idealerweise Netzwerk an technologie-affinen ehrenamtlichen Mentor*innen - wobei wir hier auch stark durch unsere Netzwerke und die Bekanntheit von Jugend hackt unterstützen können
  • Anerkennung und Umsetzung unseres Code of Conducts
  • Es ist nicht Voraussetzung, dass die Organisation bisher Angebote oder Ausstattung aus dem breit gefassten Bereich “Technik/Coding/Making/Medien” hat

Ihre Leistungen

Inhaltlich
  • Einbettung der neuen Stelle in der Institution
  • Vernetzung der eigenen regionalen Angebote mit den Jugend hackt Labs in der Region
  • Aufbau einer Community für und mit der Zielgruppe (Fokus peer-learning)
  • Umsetzung der Programm-Ziele unter Einhaltung des Code of Conduct
  • Akquise und Begleitung der ehrenamtlichen Mentor*innen
  • Vernetzung mit der bundesweiten Jugend hackt Community
  • Gute regionale und überregionale Vernetzung
  • Planung und Koordination von zwei weiteren Labs in der Region/dem Bundesland durch die regionale Koordinator*in
Infrastruktur
  • Organisation von Räumen mit Internet
  • Anschaffung, Pflege, Wartung der Technik

Unsere Leistungen

Inhaltlich
  • Finanzierung des/der regionalen Koordinator*in
  • Finanzierung von Miet- und Honorarkosten für die Angebote
  • Fortbildung und Schulungen im Bereich Fundraising, Technik, Coding, Making, Medien, Pädagogik
  • Unterstützung bei Akquise und Begleitung der ehrenamtlichen Mentor*innen
  • Bereitstellung von Open Educational Ressources (OER), Methoden und erprobten Ansätzen
  • Bundesweites engagiertes Netzwerk
  • Enge Begleitung durch das Berliner Programmteam
Infrastruktur
  • Finanzielle und inhaltliche Unterstützung bei der Technik-Anschaffung
  • Finanzielle Unterstützung bei der Miete

Timeline

Die ersten beiden Labs sollen im Juli 2019 mit regelmäßigen Angeboten starten. Damit für alle genügend Vorbereitungszeit im Projektverlauf bleibt, freuen wir uns auf Bewerbungen bis zum 30. November 2018.
  • Bewerbungsfrist endet: 30.11.2018
  • Bewerbungsgespräche finden statt: 17.-20.12.2018
  • Voraussichtliche Zusage an Organisationen: 21.12.2018
  • Bei Bedarf Start der Ausschreibung der Regionalen Koordinationsstellen: 21.12.2018
  • Start regionale Lab-Koordinator*in: zwischen 01.01.2019 und 01.03.2019
  • Start erstes Lab in Ihrer Region: 01.07.2019
  • Start zweites Lab in Ihrer Region: 01.05.2020
  • Start drittes Lab in Ihrer Region: 01.11.2020
  • Voraussichtliches Ende der Projektförderphase: 31.12.2021
Die Entwicklung der Labs und die Weiterentwicklung von Jugend hackt wird durch die SKala-Initiative gefördert. SKala ist eine Initiative der Unternehmerin Susanne Klatten in Partnerschaft mit dem gemeinnützigen Analyse- und Beratungshaus PHINEO. Da es sich um eine Teilförderung handelt, werden wir im Verlauf des Projekts gemeinsam mit Ihnen weitere Fördermöglichkeiten erschließen müssen. Um der mehrjährigen Förderung gerecht zu werden, suchen wir nach Partner*innen, die Interesse an einer längerfristigen Kooperation haben. Dazu bitten wir das unten verlinkte Formular herunterzuladen, auszufüllen und bis zum 30.11.2018 an labs@jugendhackt.org zu senden. Gerne können Sie noch weiterführende Informationen und Dokumente hinzufügen. Bei Rückfragen können Sie sich an Ilona Stuetz und Sonja Fischbauer wenden labs@jugendhackt.org. » Download Formular « Jugend hackt ist ein gemeinsames Programm der Open Knowledge Foundation Deutschland e.V. (OKF DE) und von mediale pfade.org - Verein für Medienbildung e.V., Bewerbungen werden von den Veranstalter*innen gemeinsam gesichtet.

Pepys’s Ghost (1899)

- October 2, 2018 in diarists, diary, racist, samuel pepys

In this strangest of diaries, the author and adventurer Edwin Emerson Jr voices one year in his life through the mouth of Samuel Pepys.

Youth Data Champions: Empowerment, Leadership and Data

- October 2, 2018 in nepal, OK Nepal, Open Data, training

This post was jointly written by Shubham Ghimire, Chief Operating Officer and Nikesh Balami, Chief Executive Officer of Open Knowledge Nepal as a part of the Youth Empowerment, Youth Leadership and Data Workshop. It has been reposted from the Open Knowledge Nepal blog. This summer,  the PAHICHAN – Youth Empowerment, Youth Leadership and Data workshop was conducted in 6 districts of 3 different provinces of Nepal, where more than 126  energetic youths were trained and sensitized on the concept of open data. The aim was to create a network of young data leaders who will lead and support the development of their communities through the use of open data as evidence for youth-led and data-driven development. The three days in-house workshop were conducted in Itahari, Bhojpur, Butwal, Nepalgunj, Dhangadhi and Dadeldhura from 12th July to 14th August 2018. During the 3 days workshop, the participants were informed about concepts of youth rights, leadership skills, and were oriented about the use of open data, visualization and mapping as evidence to tackle issues in their community. The session about youth empowerment and leadership was facilitated by the YUWA team and the hands-on workshop on data, visualization and mapping were facilitated by Open Knowledge Nepal, Nepali in Data and NAXA. The team was accompanied by the representative of the Data for Development Program in Nepal and local partners. The following local partners helped in coordination in organizing a residential workshop successfully:
Districts Local Partner
Itahari Youth Development Centre Itahari
Bhojpur HEEHURLDE-Nepal
Butwal Rotaract Club of Butwal
Nepalgunj Cheers Creative Nepal – CCN and District Youth Club Network
Dhangadi Far West Multipurpose Center
Dadeldhura Social Unity Club

Open Knowledge Nepal’s Session at PAHICHAN – Youth Empowerment, Youth Leadership and Data Workshop

On the first day of the workshop, Open Knowledge Nepal delivered a session on ‘Open Data in Nepal’, where the history, current situation, definition, importance, working methodology and different open data initiatives from government, CSOs and private sectors were included. On the second day after the orientation about data-driven brainstorming, participants were divided into groups and each group was asked to come up with a problem in their community. Then the groups started working on their identified issues where they explored existing data of the problems, hidden opportunities and probable solutions using data, the challenges, impact, and identification of stakeholders to solve the raised issue. On the final day, the participants further worked in two groups to plan evidence-based campaigns on the issues they have worked on in the second day. Most of the groups planned to do awareness campaigns by making use of data, infographics, and maps. Each group was provided with seed money of NPR 7500  to implement their action plan within one month. We realized the data-driven brainstorming session was very fruitful for the young participants and definitely helped them in understanding local community issues through the use of open data. Now, these participants can easily plan and conduct small impactful projects,  evidence-based action plans, and campaigns with limited resources. A list of issues which were selected for the brainstorming session:
Districts Community Issues
Itahari Illiteracy, Unemployment, Substance Abuse, Caste Discrimination, Pollution
Bhojpur Quality Education, Migration, Physical Infrastructure, Gender Discrimination, Unemployment
Butwal Substance Abuse, Quality Education
Nepalgunj Substance Abuse, Cleanness
Dhangadi Youth Unemployment, Substance Abuse
Dadeldhura Good Governance, Substance Abuse (Alcohol Consumption)

Project Impact

  • Human Resources: The increase in the data demanding human resources, who can now understand and use the available data to tackle the local issues of their community.
  • Data Champions: All the 126 youth data champions are now capable of effectively planning and running evidence-based action plans and campaigns in their community.
  • Community Projects: The campaigns/projects led by each team on the community issues are making a difference in the community by awareness and advocacy through the use of infographics, mapping, and open data.
  • Future: We can mobilize these youth data champions for awareness and advocacy campaigns at the local level.

Major Takeaway

  • Digital Divide: In urban areas like Itahari, Butwal, and Nepalgunj most of the participants have the basic understanding of the overall topics but participants from the peri-urban region like Bhojpur, Dhangadhi, and Dadeldhura were not familiar about the topics and it was difficult for most of them to understand the subject.
  • Female Participation: One of the positive factors is that the female participation rate is higher than the male. Participants were energetic, enthusiastic and curious throughout the workshop.
  • Access to Internet: Due to the lack of internet facility in peri-urban areas, a lot of things were left unexplored.
  • Continuity: Many participants requested to organize similar kinds of events and hands-on workshop frequently. The workshop has definitely helped in strengthening the demand side of the data.
  • Practical Implementation: Participants learned the importance of evidence-based action plans and data-driven campaigns and development, but more of these kinds of the workshop are needed to teach them about the practical implementation.

Lesson Learned

  • Educational diversity of participants: We realized that most of the participants were from the same background. It would be better if there were participants from different backgrounds.
  • Onsite improvisation: We had to adjust and improvise our presentations and sessions according to the understanding level of the participants.
  • Digital literacy: You need to have a basic knowledge of technology to understand the use and value of data, visualizations, and mapping. But we felt that most of the participants in peri-urban areas lack the basic understanding. So we think it may not have been that much fruitful for them.
  The workshop was organized by YUWA and Data for Development in Nepal in coordination with Nepal in Data, Open Knowledge Nepal and NAXA, funded by UK Department for International Development implemented by The Asia Foundation and Development Initiatives.