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O novo formato do Conselho de Transparência Pública – e o que isso muda para mim, para você, para nós

- August 31, 2018 in combate à corrupção, controladoria-geral da união, controle social, Destaque, fiscalização, sociedade civil, transparência

  • texto por Bruno Morassutti

Bruno Morassutti

Em Decreto publicado no Diário Oficial da União (DOU) no dia 14 de agosto, a Presidência da República reformou a estrutura do Conselho de Transparência Pública e Combate à Corrupção (CTPCC).  Criado em 2003 pela Lei Federal 10.863, o CTPCC é um colegiado que integra a estrutura básica do Ministério da Transparência, Fiscalização e Controladoria Geral da União (MTFCGU), com a finalidade de servir de espaço para debate de medidas de aperfeiçoamento dos métodos e sistema de controle, incremento da transparência e estratégias de combate à corrupção e à impunidade. Em seu histórico, o colegiado exerceu papel importante na elaboração da Lei de Conflito de Interesses e, principalmente, da Lei de Acesso à Informação, além de contribuir para iniciativas importantes em Governo Aberto. Entretanto, desde 2016 o CTPCC se encontrava inativo, não havendo notícias sobre seu funcionamento em seu site. Assim, na segunda metade de 2017, o MTFCGU lançou uma consulta pública para coletar contribuições da sociedade civil, da qual resultou, ao final, a publicação do Decreto Federal 9.468. Inicialmente, é possível afirmar que as novas normas trouxeram inúmeros avanços. Em primeiro lugar, houve a ampliação das competências, passando a incluir o incentivo a políticas de controle social da administração pública, bem como iniciativas voltadas a desenvolver integridade e ética também no setor privado. Em segundo, o CTPCC passou a contar formalmente com um plano de trabalho, o qual servirá para delinear adequadamente as políticas a serem desenvolvidas. De fato, embora o CTPCC já possuísse uma atuação forte até 2016, o delineamento de sua agenda é extremamente positivo pois permite que a sociedade, ao conhecer melhor o planejamento do colegiado, se mobilize de modo mais eficaz para a implementação das medidas propostas. Em terceiro, houve uma significativa mudança na composição do colegiado, em especial da representação da sociedade civil. Antigamente, o CTPCC possuía 10 assentos para este setor, porém praticamente todos eram expressamente relacionados a entidades específicas, as quais possuíam “cadeira cativa” no órgão. Por certo, muito embora diversas daquelas entidades desempenhem até hoje um papel importante na promoção da transparência e combate à corrupção, é democrático e saudável a rotação de representantes da sociedade, permitindo que novas ideias e concepções sejam agregadas aos trabalhos. Por outro lado, será necessário que o procedimento de seleção das entidades, dentro dos requisitos do art. 7º, seja claro e objetivo, já que do contrário o CTPCC acabará por perder a legitimidade de sua atuação. Ainda dentre as novidades da composição, houve uma redução no número de representantes da sociedade, que passou para sete. Além disso, foi considerada como “representação da sociedade civil” uma “entidade de representação interfederativa de órgãos de controle”, que, apesar de certamente possuírem experiência na temática, não são propriamente representantes da sociedade, mas sim de ente públicos. Por fim, foram incluídos, na condição de convidados permanentes, além do Tribunal de Contas da União, o Conselho Nacional de Justiça e o Conselho Nacional do Ministério Público. Em quarto, foram também previstos alguns requisitos mínimos para o funcionamento do colegiado, dentre eles o quórum mínimo para funcionamento e tomada de decisões e, o que é mais importante, a publicidade de suas deliberações, inclusive pela disponibilização eletrônica de informações por transparência ativa. Certamente, não faria sentido que um órgão voltado a esta área não assumisse sua própria bandeira na realização de suas atividades. Em síntese, pode-se dizer que a nova estrutura dada ao conselho tem a capacidade de fortalecê-lo e institucionalizá-lo de modo permanente como um espaço para pensar e refletir sobre importantes medidas na agenda pública em prol do fortalecimento de nossa democracia. Resta aguardar – e enquanto sociedade – acompanhar para que isso efetivamente se torne realidade. Bruno Schimitt Morassutti possui graduação em Ciências Jurídicas e Sociais (2013) e especialização lato sensu em Processo Civil (2015) e em Direito Público (2016) pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. É mestrando em Direito pela PUCRS. Tem experiência na área de Direito, com ênfase em Direito Público, notadamente em Direito Constitucional, Administrativo, Internacional e Direito & Novas Tecnologias.  Flattr this!

O novo formato do Conselho de Transparência Pública – e o que isso muda para mim, para você, para nós

- August 31, 2018 in combate à corrupção, controladoria-geral da união, controle social, Destaque, fiscalização, sociedade civil, transparência

  • texto por Bruno Morassutti

Bruno Morassutti

Em Decreto publicado no Diário Oficial da União (DOU) no dia 14 de agosto, a Presidência da República reformou a estrutura do Conselho de Transparência Pública e Combate à Corrupção (CTPCC).  Criado em 2003 pela Lei Federal 10.863, o CTPCC é um colegiado que integra a estrutura básica do Ministério da Transparência, Fiscalização e Controladoria Geral da União (MTFCGU), com a finalidade de servir de espaço para debate de medidas de aperfeiçoamento dos métodos e sistema de controle, incremento da transparência e estratégias de combate à corrupção e à impunidade. Em seu histórico, o colegiado exerceu papel importante na elaboração da Lei de Conflito de Interesses e, principalmente, da Lei de Acesso à Informação, além de contribuir para iniciativas importantes em Governo Aberto. Entretanto, desde 2016 o CTPCC se encontrava inativo, não havendo notícias sobre seu funcionamento em seu site. Assim, na segunda metade de 2017, o MTFCGU lançou uma consulta pública para coletar contribuições da sociedade civil, da qual resultou, ao final, a publicação do Decreto Federal 9.468. Inicialmente, é possível afirmar que as novas normas trouxeram inúmeros avanços. Em primeiro lugar, houve a ampliação das competências, passando a incluir o incentivo a políticas de controle social da administração pública, bem como iniciativas voltadas a desenvolver integridade e ética também no setor privado. Em segundo, o CTPCC passou a contar formalmente com um plano de trabalho, o qual servirá para delinear adequadamente as políticas a serem desenvolvidas. De fato, embora o CTPCC já possuísse uma atuação forte até 2016, o delineamento de sua agenda é extremamente positivo pois permite que a sociedade, ao conhecer melhor o planejamento do colegiado, se mobilize de modo mais eficaz para a implementação das medidas propostas. Em terceiro, houve uma significativa mudança na composição do colegiado, em especial da representação da sociedade civil. Antigamente, o CTPCC possuía 10 assentos para este setor, porém praticamente todos eram expressamente relacionados a entidades específicas, as quais possuíam “cadeira cativa” no órgão. Por certo, muito embora diversas daquelas entidades desempenhem até hoje um papel importante na promoção da transparência e combate à corrupção, é democrático e saudável a rotação de representantes da sociedade, permitindo que novas ideias e concepções sejam agregadas aos trabalhos. Por outro lado, será necessário que o procedimento de seleção das entidades, dentro dos requisitos do art. 7º, seja claro e objetivo, já que do contrário o CTPCC acabará por perder a legitimidade de sua atuação. Ainda dentre as novidades da composição, houve uma redução no número de representantes da sociedade, que passou para sete. Além disso, foi considerada como “representação da sociedade civil” uma “entidade de representação interfederativa de órgãos de controle”, que, apesar de certamente possuírem experiência na temática, não são propriamente representantes da sociedade, mas sim de ente públicos. Por fim, foram incluídos, na condição de convidados permanentes, além do Tribunal de Contas da União, o Conselho Nacional de Justiça e o Conselho Nacional do Ministério Público. Em quarto, foram também previstos alguns requisitos mínimos para o funcionamento do colegiado, dentre eles o quórum mínimo para funcionamento e tomada de decisões e, o que é mais importante, a publicidade de suas deliberações, inclusive pela disponibilização eletrônica de informações por transparência ativa. Certamente, não faria sentido que um órgão voltado a esta área não assumisse sua própria bandeira na realização de suas atividades. Em síntese, pode-se dizer que a nova estrutura dada ao conselho tem a capacidade de fortalecê-lo e institucionalizá-lo de modo permanente como um espaço para pensar e refletir sobre importantes medidas na agenda pública em prol do fortalecimento de nossa democracia. Resta aguardar – e enquanto sociedade – acompanhar para que isso efetivamente se torne realidade. Bruno Schimitt Morassutti possui graduação em Ciências Jurídicas e Sociais (2013) e especialização lato sensu em Processo Civil (2015) e em Direito Público (2016) pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. É mestrando em Direito pela PUCRS. Foi Conselheiro Executivo do Grupo de Estudantes de Direito Internacional – GEDIN. Tem experiência na área de Direito, com ênfase em Direito Público, notadamente em Direito Constitucional, Administrativo, Internacional e Direito & Novas Tecnologias.  Flattr this!

O novo formato do Conselho de Transparência Pública – e o que isso muda para mim, para você, para nós

- August 31, 2018 in combate à corrupção, controladoria-geral da união, controle social, Destaque, fiscalização, sociedade civil, transparência

  • texto por Bruno Morassutti

Bruno Morassutti

Em Decreto publicado no Diário Oficial da União (DOU) no dia 14 de agosto, a Presidência da República reformou a estrutura do Conselho de Transparência Pública e Combate à Corrupção (CTPCC).  Criado em 2003 pela Lei Federal 10.863, o CTPCC é um colegiado que integra a estrutura básica do Ministério da Transparência, Fiscalização e Controladoria Geral da União (MTFCGU), com a finalidade de servir de espaço para debate de medidas de aperfeiçoamento dos métodos e sistema de controle, incremento da transparência e estratégias de combate à corrupção e à impunidade. Em seu histórico, o colegiado exerceu papel importante na elaboração da Lei de Conflito de Interesses e, principalmente, da Lei de Acesso à Informação, além de contribuir para iniciativas importantes em Governo Aberto. Entretanto, desde 2016 o CTPCC se encontrava inativo, não havendo notícias sobre seu funcionamento em seu site. Assim, na segunda metade de 2017, o MTFCGU lançou uma consulta pública para coletar contribuições da sociedade civil, da qual resultou, ao final, a publicação do Decreto Federal 9.468. Inicialmente, é possível afirmar que as novas normas trouxeram inúmeros avanços. Em primeiro lugar, houve a ampliação das competências, passando a incluir o incentivo a políticas de controle social da administração pública, bem como iniciativas voltadas a desenvolver integridade e ética também no setor privado. Em segundo, o CTPCC passou a contar formalmente com um plano de trabalho, o qual servirá para delinear adequadamente as políticas a serem desenvolvidas. De fato, embora o CTPCC já possuísse uma atuação forte até 2016, o delineamento de sua agenda é extremamente positivo pois permite que a sociedade, ao conhecer melhor o planejamento do colegiado, se mobilize de modo mais eficaz para a implementação das medidas propostas. Em terceiro, houve uma significativa mudança na composição do colegiado, em especial da representação da sociedade civil. Antigamente, o CTPCC possuía 10 assentos para este setor, porém praticamente todos eram expressamente relacionados a entidades específicas, as quais possuíam “cadeira cativa” no órgão. Por certo, muito embora diversas daquelas entidades desempenhem até hoje um papel importante na promoção da transparência e combate à corrupção, é democrático e saudável a rotação de representantes da sociedade, permitindo que novas ideias e concepções sejam agregadas aos trabalhos. Por outro lado, será necessário que o procedimento de seleção das entidades, dentro dos requisitos do art. 7º, seja claro e objetivo, já que do contrário o CTPCC acabará por perder a legitimidade de sua atuação. Ainda dentre as novidades da composição, houve uma redução no número de representantes da sociedade, que passou para sete. Além disso, foi considerada como “representação da sociedade civil” uma “entidade de representação interfederativa de órgãos de controle”, que, apesar de certamente possuírem experiência na temática, não são propriamente representantes da sociedade, mas sim de ente públicos. Por fim, foram incluídos, na condição de convidados permanentes, além do Tribunal de Contas da União, o Conselho Nacional de Justiça e o Conselho Nacional do Ministério Público. Em quarto, foram também previstos alguns requisitos mínimos para o funcionamento do colegiado, dentre eles o quórum mínimo para funcionamento e tomada de decisões e, o que é mais importante, a publicidade de suas deliberações, inclusive pela disponibilização eletrônica de informações por transparência ativa. Certamente, não faria sentido que um órgão voltado a esta área não assumisse sua própria bandeira na realização de suas atividades. Em síntese, pode-se dizer que a nova estrutura dada ao conselho tem a capacidade de fortalecê-lo e institucionalizá-lo de modo permanente como um espaço para pensar e refletir sobre importantes medidas na agenda pública em prol do fortalecimento de nossa democracia. Resta aguardar – e enquanto sociedade – acompanhar para que isso efetivamente se torne realidade. Bruno Schimitt Morassutti possui graduação em Ciências Jurídicas e Sociais (2013) e especialização lato sensu em Processo Civil (2015) e em Direito Público (2016) pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. É mestrando em Direito pela PUCRS. Foi Conselheiro Executivo do Grupo de Estudantes de Direito Internacional – GEDIN. Tem experiência na área de Direito, com ênfase em Direito Público, notadamente em Direito Constitucional, Administrativo, Internacional e Direito & Novas Tecnologias.  Flattr this!

How to publish budget and spending data openly

- August 31, 2018 in Open Knowledge, Open Spending

At the Global Initiative for Fiscal Transparency (GIFT) and Open Knowledge International (OKI) we believe that governments’ budget and spending data should be made available to all, so that anyone can see how their tax money is spent,what priorities their governments make, and governments can be held accountable. Increasingly governments make their budget data already openly available, and that is really great to see. Civil society organisations, but also individual researchers, journalists, and anyone who is interested, can use this data to generate insights and share those with the public. But still much of the information is only available in PDF and other non-open formats, and not published as data. As a result, scrutinising and putting the data to use is difficult and requires a lot of work. GIFT and OKI have partnered to address this issue. Along with the BOOST World Bank initiative and a dedicated open data community, we developed the [Open] Fiscal Data Package. Its version 1.0 is now available! We built the OpenSpending portal on top of the [Open] Fiscal Data Package, to make it really easy to publish budget and spending data. Once it is up, a whole suite of tools are readily available to anyone to view, visualise and integrate the data.

How to get your budget and spending data in OpenSpending

There are two ways to make your data available via OpenSpending. The first is to manually upload the data using the OpenSpending Packager. If you have your fiscal data available as a CSV file, you can try it today. The packager will guide you through an intuitive process, which in a few easy steps means that your data can be accessed and visualised by anyone via the OpenSpending platform. If you have any questions about it, reach out on our forum or find us on our chatroom on Gitter. If you want to publish your data more regularly and automatically, we can help you by setting up what we call a pipeline. This is fairly technical process that we have trialled with the Mexican government. Because this is an automated process, it makes it easier longer term for governments to adopt this process. If you are interested in this, we would love to hear from you via openspending-support@okfn.org. An example of what it could look like to have your data published, is on Mexican transparency portal as you can see below:
OpenSpending integrated in the Mexican Transparency Portal. Get in touch with us to learn more about this process.

OpenSpending integrated in the Mexican Transparency Portal. Get in touch with us to learn more about this process.

Want to learn more? Join our webinar!

If you are a local, regional or national government interested in learning how you can benefit from OpenSpending, please join our webinar on 12 September at 10am EST (3pm BST / 4pm CEST). OKI’s Fiscal Transparency lead Sander van der Waal will present the Fiscal Data Package specification version 1 and the OpenSpending toolset. This is a great opportunity for government representatives to learn how they can work with us to get their data into OpenSpending. The webinar can be accessed here. Bookmark your calendar now! 
Join our OpenSpending webinar on 12 September

Join our OpenSpending webinar on 12 September

Do you have any questions? Please reach out to us via email on openspending-support@okfn.org. We would love to hear from you!

Participatory Smart Environment Lab: Avoin tekninen ilmanlaatusensorityöpaja

- August 28, 2018 in Open Science, Working Group Meetup

Melutaanko kadullasi usein öisin?
Kulkeutuuko naapuriparvekkeen tupakoijan tuottama savu sisälle?
Erottaako kotona lähialueella olevalla festivaalilla soitettavat kappaleet?
Tuntuuko siltä, että ilma sisällä tuntuu raskaalta sen joulukynttilöiden polttamisen jälkeen? Jokainen on kokenut omassa elinympäristössään häiritseviä tekijöitä, mutta niiden laajuutta voi olla vaikea hahmottaa ja viestiä pelkästään omien kokemusten perusteella. Erinäisten ilmastoa ja ympäristöä mittaavien IoT-sensorien hinnat ovat pudonneet siinä määrin, että ei maksa kovinkaan paljoa (kokoonpanosta riippuen halvimmillaan n. 25-50e) istuttaa niitä omaan elinympäristöön. Kun sensorit tallentavat säännöllisesti tietoa elinympäristöistämme, voimme käyttää tuotettua tietoa paitsi omaan, mutta myös yhteiseen käyttöön. Open Knowledge Finlandin, Forum Virium Helsingin, Mehackitin ja XAMKin asiantuntijoista koostuva ryhmä järjestää to 27.9. klo 11:00-15:30 Maria 01:ssä työpajan, jonka tarkoituksena on tutkia yhdessä, että mitä vaatisi, että jonkinlaiset ilmastosensorit olisivat helposti otettavissa käyttöön, ja miten niiden tuottamasta tiedosta voisi saada helposti informaatiota paitsi oman, mutta myös jaetun elinympäristön hahmottamiseen. Työpajaa varten on käytettävissä tarvikkeet noin 6-8 laitteen rakentamiseen. Mukaan voi tulla omien tai aiemmin hankittujen laitteiden kanssa. Tilaan sopii noin 20 henkilöä. Ilmoittaudu tapahtumaan Facebookissa: https://www.facebook.com/events/484874521998267/ Kenelle tämä työpaja on? Työpajaan toivotaan IoT-sensorien asiantuntijoita, ilmanlaatua/ympäristöä koskevien mittausten asiantuntijoita, tiedon visualisoijia jne. Tämä työpaja on luonteeltaan tekninen ja osallistujilta toivotaan olla vahvaa osaamista joistain näistä alueista:
  • elektroniikka
  • mikrokontrollerit
  • sensorit (etenkin ilmanlaatu)
  • verkkotekniikat
  • kerätyn datan tallennus taustajärjestelmään
  • ymmärrys ilmanlaadun mittaamisesta, VOCeista, saasteista, kaasuista, pienhiukkaista ja edellisten merkittävyydestä ihmisille ja ympäristölle
Jos aihepiirin edistäminen tai seuraaminen kiinnostaa… Kannattaa liittyä kaikille avoimeen Participatory Smart Environment Lab Facebook-ryhmään: https://www.facebook.com/groups/206606553247690/ The post Participatory Smart Environment Lab: Avoin tekninen ilmanlaatusensorityöpaja appeared first on Open Knowledge Finland.

Participatory Smart Environment Lab: Avoin tekninen ilmanlaatusensorityöpaja

- August 28, 2018 in Open Science, Working Group Meetup

Melutaanko kadullasi usein öisin?
Kulkeutuuko naapuriparvekkeen tupakoijan tuottama savu sisälle?
Erottaako kotona lähialueella olevalla festivaalilla soitettavat kappaleet?
Tuntuuko siltä, että ilma sisällä tuntuu raskaalta sen joulukynttilöiden polttamisen jälkeen? Jokainen on kokenut omassa elinympäristössään häiritseviä tekijöitä, mutta niiden laajuutta voi olla vaikea hahmottaa ja viestiä pelkästään omien kokemusten perusteella. Erinäisten ilmastoa ja ympäristöä mittaavien IoT-sensorien hinnat ovat pudonneet siinä määrin, että ei maksa kovinkaan paljoa (kokoonpanosta riippuen halvimmillaan n. 25-50e) istuttaa niitä omaan elinympäristöön. Kun sensorit tallentavat säännöllisesti tietoa elinympäristöistämme, voimme käyttää tuotettua tietoa paitsi omaan, mutta myös yhteiseen käyttöön. Open Knowledge Finlandin, Forum Virium Helsingin, Mehackitin ja XAMKin asiantuntijoista koostuva ryhmä järjestää to 27.9. klo 11:00-15:30 Maria 01:ssä työpajan, jonka tarkoituksena on tutkia yhdessä, että mitä vaatisi, että jonkinlaiset ilmastosensorit olisivat helposti otettavissa käyttöön, ja miten niiden tuottamasta tiedosta voisi saada helposti informaatiota paitsi oman, mutta myös jaetun elinympäristön hahmottamiseen. Työpajaa varten on käytettävissä tarvikkeet noin 6-8 laitteen rakentamiseen. Mukaan voi tulla omien tai aiemmin hankittujen laitteiden kanssa. Tilaan sopii noin 20 henkilöä. Ilmoittaudu tapahtumaan Facebookissa: https://www.facebook.com/events/484874521998267/ Kenelle tämä työpaja on? Työpajaan toivotaan IoT-sensorien asiantuntijoita, ilmanlaatua/ympäristöä koskevien mittausten asiantuntijoita, tiedon visualisoijia jne. Tämä työpaja on luonteeltaan tekninen ja osallistujilta toivotaan olla vahvaa osaamista joistain näistä alueista:
  • elektroniikka
  • mikrokontrollerit
  • sensorit (etenkin ilmanlaatu)
  • verkkotekniikat
  • kerätyn datan tallennus taustajärjestelmään
  • ymmärrys ilmanlaadun mittaamisesta, VOCeista, saasteista, kaasuista, pienhiukkaista ja edellisten merkittävyydestä ihmisille ja ympäristölle
Jos aihepiirin edistäminen tai seuraaminen kiinnostaa… Kannattaa liittyä kaikille avoimeen Participatory Smart Environment Lab Facebook-ryhmään: https://www.facebook.com/groups/206606553247690/ The post Participatory Smart Environment Lab: Avoin tekninen ilmanlaatusensorityöpaja appeared first on Open Knowledge Finland.

Finland remains a leading country in the transparency of academic publishing costs

- August 27, 2018 in Freedom of Information

Finland remains a leading country in the transparency of academic publishing costs

- August 27, 2018 in Freedom of Information, Open Science

The Finnish Ministry of Education and Culture (MoE) just released the price information for academic publishing agreements for 2017. With this, the price information for virtually all academic publishers is now openly available for most academic institutions in Finland 2010-2017. The data is available for download under creative commons. Further information of this data release is available in Finnish. The data release is said to increase the transparency of publishing prices, support international discussion on the licensing fees, and promote open science. With this, Finland maintains the leading position in the transparency of academic publishing prices and agreements. The 2017 price data release by MoE follows the recent release of full text agreements with several major publishers by FinELib, the consortium of Finnish academic libraries and a report commissioned by MoE, developing systematic evaluation criteria to assess the openness of major academic publishers. Notably, these price data releases have been triggered by the initial freedom of information (FOI) requests and a 2014 court appeal by Finnish open science advocates, coordinated by Open Science work group of the Open Knowledge Finland. This was initially inspired by related efforts in the UK and USA. To our knowledge the FInnish pricing data is, however, the most complete national data set to date in terms of institutional and temporal coverage. Related efforts have been subsequently taken place in several other countries. Without the dedicated grass-roots activities of the Finnish open science advocates this information might still remain closed today. In fact, this is the prevailing situation in most countries. At Open Knowledge FInland we hope that the Ministry of Education and Culture will continue to support the collection and availability of information on academic publishing costs in the long term. This will enable continuous transparent monitoring of the development of academic publishing prices  over time and sets a unique example for other countries to follow.           The post Finland remains a leading country in the transparency of academic publishing costs appeared first on Open Knowledge Finland.

Scaling up paywalled academic article sharing by legal means

- August 23, 2018 in Featured, Open Access, Open Science, r4r

Scaling up paywalled academic article sharing by legal means

- August 23, 2018 in Featured, Open Access, Open Science, r4r

“If you read a paper, 100% goes to the publisher. If you just email us to ask for our papers, we are allowed to send them to you for free, and will be genuinely delighted to do so.” This recent tweet by Holly Witteman inspired Iris.ai to launch the R4R initiative  (Research for Researchers) that is intended to facilitate sharing of research articles by legal means. This is implemented as an application that automates article requests and sharing among researchers via email. Sharing an article you authored via email with your peers is generally allowed. While being far from the most efficient way to share knowledge, email still remains the last resort when the alternative is that content is behind an expensive paywall. Technically, R4R is a fairly simple tool, implemented as a browser extension. The Iris.ai blog post explains it in more detail, but here’s the idea in a nutshell:
  1. Imagine you just found an interesting academic paper using search engines. It’s relevant, but behind a paywall.
  2. Having installed the R4R browser extension, a tab on your screen will let you know if sending an email to the author automatically is available. A single click on the tab sends an email requesting the paper to the author.
  3. R4R automatically drafts a response to the person requesting the paper and adds the relevant scholarly article as an attachment.
  4. The author reviews the request and makes the final decision on whether or not to share the paper with the requester.
In the beginning, the browser plug-in will only allow sending emails to the authors who have expressed their willingness to do so. If you are happy to share your publications with peers this way, you can add your name on this list. Or if you would like to be among the first ones to be notified when the software is ready, sign up for the waitlist via this link.  At the time of writing this blog post, the OKF Finland could not confirm yet whether the full source code of the service will be open but we support the general idea of promoting free sharing of articles that the plug-in implements. While the R4R initiative does not make copyrighted and paywalled articles open access, it increases knowledge exchange and thus hopefully also encourages openness on a personal level. This is why we at Open Knowledge Finland fully support this initiative. We hope that R4R will help researchers around the world to share their discoveries with those who need them, while working to advance more comprehensive shifts towards open access in the overall publishing system. Read more on Medium! Engage with us on Twitter: @mariaritola, @antagomir, @okffi The post Scaling up paywalled academic article sharing by legal means appeared first on Open Knowledge Finland.