H. G. Wells and the Uncertainties of Progress
Adam Green - June 27, 2019 in Books, Culture & History, future, future history, h. g. wells, Literature, progress, retrofuture, science fiction
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The Public Domain Review - June 27, 2019 in Uncategorized
Adam Green - June 26, 2019 in emotions, floral, flowers, language
Pedro Vilanova - June 26, 2019 in Destaque, Open Knowledge Brasil, transparência
Faz sentido as Câmaras Federal e Legislativas custarem tão caro para o país?
Durante o evento, o Leonardo Sales, cientista de dados da CGU, apresentou um estudo comparativo sobre quão onerosas são as assembleias legislativas e CLDF. De acordo com seu levantamento, por exemplo, no Rio Grande do Sul, cada lei aprovada pela casa custa R$ 4 milhões. Embora o estado gaúcho seja o campeão no ranking, nenhuma lei sai por menos de R$ 500 mil no Brasil.
Outro fato que chama atenção no estudo é o de que em 14 estados brasileiros as verbas de gabinetes dos deputados estaduais são maiores que o PIB per capita local. Dentre eles, SP e DF, cujos valores de produto interno por habitante são os mais altos do país.
Em resumo, ao analisarmos os dados das Assembleias Legislativas e da Câmara Legislativa, percebemos que os valores parecem descolados da realidade do país. E, muitas vezes, os gastos parecem evitáveis.
Na CLDF, casa que sediou o debate, os gastos com assessoria e consultoria especializada chegaram a R$ 528 mil em 2018, considerando todos os deputados. Para divulgação da atividade parlamentar, os valores ultrapassaram os R$ 384 mil no mesmo período. Todos esses gastos englobados na verba indenizatória da casa, que hoje é de R$ 15.193,35 por mês para cada deputado. No caso do Distrito Federal, além do salário de pouco mais de R$ 25 mil e da verba indenizatória, os distritais têm direito a R$ 219 mil por mês de verba de gabinete.
As despesas com consultorias e divulgação retomam a questão do bom uso do dinheiro público. O primeiro caso pontua sobre a real necessidade de contratação de consultorias externas quando já existem consultores na própria casa. O segundo, da publicidade parlamentar, questiona a relevância de uma despesa tão alta com divulgação do trabalho dos deputados. Será que esses são os melhores destinos para o erário?
Verba de gabinete e verba indenizatória, QUE?
É normal que as pessoas se confundam com as duas verbas, tanto na Câmara dos Deputados quanto nas casas legislativas estaduais. A verba indenizatória, também conhecida como cotão em alguns lugares e por alguns veículos de mídia, como o nome diz, tem como papel indenizar os gastos parlamentares. Em geral, funcionam como ressarcimento por despesas com alimentação, transporte, passagens aéreas e telefonias. É um benefício para que o deputado não precise tirar do próprio salário.
As verbas de gabinete são diferentes. Funcionam como a receita de uma empresa. Possuem limites muito maiores que a verba indenizatória, e faz sentido que assim sejam. Com a verba de gabinete é que o deputado contrata assessores, por exemplo.
As duas somadas, porém, podem chegar a valores realmente chamativos.
No DF, por exemplo, cada deputado custa em média R$ 3,5 milhões por ano aos cofres brasilienses, considerando ambas as verbas. Um montante que daria para investir, por exemplo, em 20 ambulâncias novas. Isso considerando apenas um parlamentar.
Comparada com a Câmara dos Deputados, a CLDF apresenta uma verba de gabinete bem mais elástica. Na câmara legislativa os valores podem chegar a R$ 219 mil englobando 28 funcionários enquanto os valores para a casa federal representam quase metade, podendo ser de até R$ 111 mil para 25 funcionários.
Todo esse movimento, porém, tem trazido mudanças para a realidade legislativa do Distrito Federal. De acordo com a deputada Júlia Lucy, no mandato atual, um terço dos deputados da casa abriram mão de sua verba indenizatória. Considerando apenas esses 8 deputados, a economia chega a quase R$ 1,5 milhão por ano.
Transparência faz diferença
É bem verdade que a falta de transparência dificulta o controle por parte da população. Em muitas das casas estaduais a realidade dos dados abertos é muito mais precária que na Câmara dos Deputados. São dados mal apresentados, incompletos ou em formatos ilegíveis por máquinas (o que inclusive vai contra a Lei de Acesso à Informação).
Essa dificuldade de acesso e manipulação impossibilita um acompanhamento eficiente do ponto de vista técnico e de comunicação, como é o caso da Operação Serenata de Amor, cuja inteligência artificial é capaz de ler milhares de reembolsos e levar as suspeitas à população de forma instantânea por meio do Twitter.
Hoje, a replicação desse trabalho na CLDF é impossibilitado pelo formato dos dados. São necessários 8 cliques para chegar a um único reembolso.
Perto do povo, longe da realidade.
Os deputados estaduais são, como os federais, representantes do povo. Estando mais próximos da população, podem servir de pontes para suas demandas.
Em tempos de ajuste fiscal que corta recursos de áreas tão fundamentais quanto saúde e educação, se aproxima mais da realidade do povo aquele que abre mão de vantagens exageradas e contribui para que, na disputa orçamentária, a prioridade seja a garantia de direitos, não de privilégios.
The Public Domain Review - June 26, 2019 in Uncategorized
Open Knowledge Foundation - June 25, 2019 in News, Open Knowledge Foundation
“It is a great honour to be appointed Chair of the Open Knowledge Foundation, at an incredibly exciting time for the organisation. We’re returning to our founding principles and fighting for a fair, free and open future. Our mission is to create an open world, where all non-personal information is open, free for everyone to use, build on and share; and creators and innovators are fairly recognised and rewarded. Our vision has never been more important, and I am excited to be supporting the organisation as Chair.”Helen Turvey said:
“I’m delighted to be appointed Vice-Chair at a time when the Open Knowledge Foundation is going from strength-to-strength. The world has changed dramatically since our organisation was launched 15 years ago, and we need champions for openness. I’m looking forward to working closely with the great team involved in running the Foundation.”Catherine Stihler, chief executive of the Open Knowledge Foundation, said:
“I’m pleased to welcome Vanessa and Helen as our new Chair and Vice-Chair, and look forward to working with them. I would also like to thank Tim Hubbard for his work as outgoing chair of the board and all the members of the board who support everything we do to promote openness. The Open Knowledge Foundation is uniquely placed to address the challenges of the digital age and work towards a fair, free and open future.”About Vanessa Barnett
Vanessa Barnett is a lawyer who helps clients who are using technology and data to innovate or disrupt established ways of doing things, with particular expertise in Internet/platform based business models. She likes working with people who are changing the status quo. She has supported her clients from household-name global brands to nimble start-ups do this for over 15 years, first as a partner at two traditional City firms and now at disruptor law firm Keystone Law. She regularly advises boards on legal matters and strategy in her role as a lawyer. Vanessa has a specific interest in the cross over between technology, intellectual property and data, and right now is spending most of her working time advising on data related projects. She holds a degree in Law from Exeter University, is the founding author of the Internet section of Practical Commercial Precedents and sits on its editorial board. She is also on the editorial board of Digital Business Lawyer
About Helen Turvey
Helen has spent the past two decades working to make philanthropy better. She is honoured to have spent over half of that time working with the Shuttleworth Foundation, an organisation brave and nimble enough to be truly experimental in their approach to changing the world and its own DNA along with it. Having spent time at the beginning of her career travelling, learning and keynoting on most continents, Helen now spends her time working with the Fellows and Alumni of the Foundation, building, supporting, strengthening and enabling leaders who iterate towards a more open and equitable world. She is also on the board of several organisations that drive open ideals. Adam Green - June 21, 2019 in antarctica, aurora borealis, darkness, exploration, Frederick Cook, light, midwinter, midwinter south pole, penguins, Roald Amundsen, south pole
The Public Domain Review - June 21, 2019 in Uncategorized
Adam Green - June 19, 2019 in Beast of Gévaudan, France, François Antoine, Panic, Wolf of Chazes, wolves
Adam Green - June 19, 2019 in Beast of Gévaudan, France, François Antoine, Panic, wolf, Wolf of Chazes, wolves