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Novos ares na Open Knowledge Brasil

- May 23, 2018 in Open Knowledge Brasil

Assumi a diretoria executiva da Open Knowledge Brasil em julho de 2016 com o objetivo principal de ajudar a organizar, re-estruturar e construir um planejamento a médio/longo prazo para a organização. Foi essa a nossa missão desde então e, hoje, quase dois anos depois, posso dizer que temos conseguido bons avanços nessa direção. Atualmente temos quatro programas estratégicos – Escola de Dados, Gastos Abertos, Open Data Index e Ciência de Dados – todos eles, sendo executados por pessoas qualificadas, com alto potencial de gerar impacto na sociedade, e com boas expectativas de sustentabilidade nos próximos anos. A organização é reconhecida no país como uma das mais relevantes na agenda de transparência, com um trabalho fundamental no aprimoramento do ecossistema de abertura, estruturação, análise e jornalismo de dados. Tudo isso mantendo sempre uma estrutura operacional enxuta, flexível, dinâmica e muito eficiente. As articulações e parcerias com organizações da sociedade civil, acadêmicas, meios de comunicação e instituições públicas nos três níveis (federal/estadual/municipal) têm sido chave no processo de aprimoramento dos mecanismos de transparência e controle social no país. O conhecimento relacionado à abertura de dados públicos nos melhores padrões internacionais e o uso de tecnologias inovadoras de ciência de dados e machine learning são, sem dúvidas, diferenciais do nosso trabalho. Acredito que não poderia ter um nome melhor do que a Natália Mazotte para assumir a diretoria executiva da organização. Ela é uma pessoa qualificada para o cargo, em termos de conhecimento e capacidade de liderança, além de apresentar uma excelente predisposição para enfrentar os desafios e crises que a organização enfrenta no dia a dia, e enxergar neles boas oportunidades. Nos próximos meses, a OKBR vai trabalhar na consolidação de três núcleos estratégicos para a organização: comunicação, administrativo/financeiro e desenvolvimento institucional. Áreas fundamentais para oferecer o apoio que os quatro programas e as diversas frentes de atuação precisam. Tenho a honra de ter sido convidado para participar do núcleo de desenvolvimento institucional, que vai focar principalmente na captação de recursos e na articulação com parceiros estratégicos para a organização. Também vou continuar contribuindo com o programa Open Data Index, em parceria com a FGV-DAPP. A transparência talvez seja a agenda mais importante para o Brasil de hoje. Ela é uma vacina para duas das principais doenças sociais que enfrentamos, a corrupção e a polarização da sociedade. O Brasil não poderia ter avançado na luta contra a corrupção, sem antes, ter conseguido grandes avanços na agenda da transparência, acesso à informação pública e integridade. Em tempos de desinformação e polarização da sociedade, a abertura de dados públicos, análise e jornalismo de dados são chaves para oferecer informação de qualidade e com dados primários para a população. Vida longa à Open Knowledge Brasil, que terá um papel fundamental no aprimoramento da transparência, integridade e acesso à informação pública no nível local, grande desafio dos municípios brasileiros. A organização também vai cumprir um papel estratégico na região, liderando essa agenda e ajudando na articulação e mobilização na América Latina. Flattr this!

Assembleia Geral Extraordinária da Open Knowledge Brasil será no dia 9 de abril

- March 26, 2018 in colaboração, Destaque, Open Knowledge Brasil, participação, sociedade civil, transparência

A Open Knowledge realizará a sua Assembleia Geral Extraordinária no dia 9 de abril. A Assembleia é o órgão deliberativo formado pelos associados da Open Knowledge Brasil, parte de sua estrutura de governança. Veja a seguir a chamada e os pontos que serão debatidos na reunião. Convocamos todos associados e associadas a participar da Assembleia Geral da Open Knowledge Brasil, que será realizada no próximo dia 9 de abril, às 17h00, na Rua Claudio Soares, 72, cj 1510, 15º andar (Edifício Ahead), São Paulo, SP. Às 17h30 faremos a segunda chamada. A pauta da assembleia geral será:
  • Renúncia do Diretor Executivo Ariel Kogan;
  • Eleição da diretoria executiva;
  • Renúncias no Conselho Deliberativo (Rodrigo Bandeiras e Bruna Santos);
  • Mudanças estatutárias;
  • Eleição do Conselho Deliberativo;
  • Inclusão de novos associados efetivos;
  • Informes:  
    • Contas. Planejamento financeiro e expectativas de captação.
    • Novos membros na equipe executiva.
Por favor, confirme a presença nesse formulário para poder entrar no prédio. Atentamente, Ariel Kogan Diretor da Open Knowledge Brasil Flattr this!

Conheça e faça uso da Lei de Acesso à Informação Pública

- November 26, 2016 in Destaque, LAI, Lei de Acesso

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Por Lucas Ansei

Um pouco sobre a Lei N° 12.527 (Lei de Acesso à Informação)

Em vigor desde 16 de maio de 2012, a Lei de Acesso à Informação (LAI) abrange os 3 poderes, todas as esferas de governo (municipais, estaduais, distrital e federal) e obriga os órgãos públicos a atender qualquer pedido de acesso à informação desde que tal informação não seja sigilosa e/ou de importância para a segurança nacional. No entendimento da lei, o cidadão tem direito a conhecer todas as informações produzidas pelo poder público, com exceção dos casos citados anteriormente. Além disso, a LAI prevê a obrigatoriedade da existência de portais de transparência onde o cidadão pode verificar licitações, despesas, receitas e etc. É importante ressaltar que no artigo 5 da lei cita-se: “Art. 5 o É dever do Estado garantir o direito de acesso à informação, que será franqueada, mediante procedimentos objetivos e ágeis, de forma transparente, clara e em linguagem de fácil compreensão.” No entanto, muitos portais de transparência, até mesmo nas grandes capitais nacionais, apresentam a ausência de informações básicas e uma linguagem técnica de difícil interpretação ou até mesmo a disponibilização de dados em sua íntegra apenas em SQL – onde é necessário um conhecimento técnico de informática para consumir esses dados. Minha experiência utilizando a LAI (Lucas Ansei, pesquisador do Gastos Abertos) A grande maioria dos portais de transparência que acessei apresentam inúmeras falhas, inconsistências, ausência de informações básicas, e alguns chegam ao ponto de não serem funcionais. imagem-1

Portal de transparência de Florianópolis

Além disso, de acordo com o art. 10 da LAI qualquer meio legítimo pode ser utilizado para entrar com um pedido de acesso à informação, mas,na prática, muitas prefeituras aceitam apenas pedidos originados de seus respectivos e-sics ignorando pedidos feitos via e-mail. Enviei e-mails pedindo informações para algumas prefeituras de capitais que disponibilizavam os dados de forma insatisfatória e/ou incorreta, porém a única prefeitura que respondeu meu pedido por e-mail foi a Prefeitura de Curitiba. Após um extenso intercâmbio de e-mails com a Prefeitura Municipal de Curitiba, eles atenderam o pedido e disponibilizaram suas despesas no ano de 2015. imagem-2

Dados adicionados após a utilização da LAI

Os dados de despesas para o ano de 2015 disponibilizados pela Prefeitura Municipal de Curitiba apresentam uma boa qualidade de transparência, tendo, de fato, a maior qualidade entre as capitais nacionais, posto que era de Recife.

Qualidade de transparência? O que é isso?

Muitos portais de transparência disponibilizam apenas uma relação entre suas despesas totais e as suas respectivas funções básicas (saúde, moradia, educação e etc). No entanto, essa “transparência” não permite que o cidadão saiba para exatamente onde o seu dinheiro foi direcionado. Tal prática torna impossível que o cidadão verifique para qual programa o seu dinheiro foi, para qual ação seu dinheiro foi usado e, o mais importante: para qual CPF/CNPJ seu dinheiro foi encaminhado. É de suma importância que o cidadão pressione a entidade pública para que ela disponibilize os dados de forma realmente transparente e satisfatória, pois não basta apenas disponibilizar alguns números espalhados. A verdadeira transparência consiste no empoderamento do cidadão por meio de informação e conhecimento.

Canais de contato de capitais

Durante o período onde realizei o levantamento de portais de transparência das capitais nacionais, também reuni os links para e-sics, onde qualquer cidadão pode pedir qualquer informação pública, desde que não infrinja as exceções. Apesar disso, alguns e-sics possuem falhas e não estão completamente funcionais.

A importância de conhecer a LAI e utilizá-la

No atual momento político e econômico do país, com a tendência de cortar gastos, não podemos deixar de pressionar as instituições públicas para que abram os seus gastos de forma detalhada, com uma transparência, efetivamente, de qualidade. Não podemos deixar que o Governo Federal fique sem divulgar os gastos com cartões corporativos durante meses. É preciso ter em mente, principalmente neste momento, que a LAI é uma ferramenta importantíssima a ser utilizada contra a corrupção e a favor da inclusão política. Além disso, como citado no capítulo II art. 8 § 3 item III: “possibilitar o acesso automatizado por sistemas externos em formatos abertos, estruturados e legíveis por máquina;”. Ou seja, a LAI pode ser utilizada para o desenvolvimento de plataformas e portais que consomem os dados disponibilizados pelos portais de transparência, como, por exemplo, o portal Para Onde Foi o Meu Dinheiro?. A LAI é uma porta de entrada para a participação cidadã e pode servir como ponto de partida para a abertura de um debate mais aberto e qualificado em relação aos gastos públicos. *Lucas Ansei, pesquisador do Gastos Abertos da Open Knowledge Brasil e do AppCivico Flattr this!

Dados Abertos do orçamento de Curitiba

- November 25, 2016 in Dados Abertos, prefeitura de curitiba

technology-785742_1280 Por Lucas Ansei* No contexto do Projeto Gastos Abertos e com o intuito de abrir dados públicos de orçamento das administrações, realizamos diversos pedidos de informação pública, baseados na Lei de Acesso à Informação (LAI). O principal motivo de divulgarmos essas informações é compartilhar, na prática, como cidadãos comuns podem utilizar a lei (LAI). Também buscamos usar este conhecimento para os próximos passos do projeto Gastos Abertos . É possível aumentar a transparência e realizar uma comunicação de impacto dentro de prefeituras, caso exista esforço. O intercâmbio de e-mails foi satisfatório. No entanto, foi necessário pressionar a Prefeitura de Curitiba que alegava não possuir a infraestrutura no momento para acomodar um arquivo de poucos megas. Após a conversa, tratamos os dados para que eles pudessem ser introduzidos no portal Para Onde Foi o Meu Dinheiro, consistindo em converter o arquivo para o formato CSV, normalizando a pontuação dos centavos, entre outros arranjos simples.Em breve, nós, do Gastos Abertos, vamos criar um espaço com referências dentro do projeto para os grupos locais que queiram realizar o mesmo procedimento em suas cidades. Na troca de e-mails abaixo, mostramos o diálogo que mantivemos com Bruno Gonçalves de Lara (Chefe de Núcleo — NIT6 Secretaria de Informação e Tecnologia) e Elziane Cazura Xavier (Assessora Técnica — NIT6 Secretaria de Informação e Tecnologia) para obter os dados correspondentes à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e execução orçamentária da cidade. Boa tarde Lucas, Conforme solicitado será disponibilizada a base de Receitas e despesas do município referente ao período de 01/01/2015 a 31/12/2015, gostaria de saber se possui algum mecanismo de compartilhamento, como por exemplo google drive para que eu repasse os arquivos solicitados? Atenciosamente Minha resposta foi: Olá! Boa tarde! Obrigado pela resposta! O Gastos Abertos é um projeto que esta trabalhando neste ano com os dados de execução orçamentária das capitais brasileiras, porém é imprescindível que estes dados estejam disponível em algum site oficial da prefeitura de Curitiba, assim ele estará disponível para nós e para todos, além de nos garantir a fonte dos dados de maneira oficial. É possível disponibilizar estes dados em algum site oficial da prefeitura de Curitiba ? Atenciosamente, E a resposta da Prefeitura de Curitiba foi a seguinte: Bom dia Lucas, Infelizmente ainda não dispomos de infraestrutura para manter esses dados históricos disponibilizados, mas estamos trabalhando para conseguir deixar disponível esse serviço à população. Minha resposta foi: Olá! Bom dia! Elziane, estava trocando alguns e-mails com o Bruno relacionados a disponibilização dos dados de despesa de 2015 da Prefeitura de Curitiba. Segue o e-mail: Peço perdão pela demora para uma resposta. Bruno, No contexto do Art.8 § 2o da lei Nº 12.527 Para cumprimento do disposto no caput, os órgãos e entidades públicas deverão utilizar todos os meios e instrumentos legítimos de que dispuserem, sendo obrigatória a divulgação em sítios oficiais da rede mundial de computadores (internet). § 3o Os sítios de que trata o § 2o deverão, na forma de regulamento, atender, entre outros, aos seguintes requisitos: I — conter ferramenta de pesquisa de conteúdo que permita o acesso à informação de forma objetiva, transparente, clara e em linguagem de fácil compreensão; II — possibilitar a gravação de relatórios em diversos formatos eletrônicos, inclusive abertos e não proprietários, tais como planilhas e texto, de modo a facilitar a análise das informações; III — possibilitar o acesso automatizado por sistemas externos em formatos abertos, estruturados e legíveis por máquina; IV — divulgar em detalhes os formatos utilizados para estruturação da informação; V — garantir a autenticidade e a integridade das informações disponíveis para acesso; VI — manter atualizadas as informações disponíveis para acesso; VII — indicar local e instruções que permitam ao interessado comunicar-se, por via eletrônica ou telefônica, com o órgão ou entidade detentora do sítio; e VIII — adotar as medidas necessárias para garantir a acessibilidade de conteúdo para pessoas com deficiência, nos termos do art. 17 da Lei no 10.098, de 19 de dezembro de 2000, e do art. 9o da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, aprovada pelo Decreto Legislativo no 186, de 9 de julho de 2008. Tornando, assim, obrigatória a disponibilização desses dados em um portal oficial de forma que seja consumível por máquinas com a programação adequada. Grato desde já. Atenciosamente, Lucas. Resposta da Prefeitura de Curitiba: Boa tarde, Lucas! Então, pelo que entendi os dados que solicita estão em breve sendo disponibilizados em área específica, conforme informa o Bruno em um dos e-mails que constam do histórico, inclusive, neste mesmo e-mail ele pergunta se você tem uma área em google drive, por exemplo para que ele possa lhe enviar o que pede. Aguardo seu retorno com as informações para poder encaminhar o solicitado. Atenciosamente, Elziane Cazura Xavier Assessora Técnica Secretaria de Informação e Tecnologia Minha resposta: Olá! Boa tarde! Obrigado pela resposta! O Gastos Abertos é um projeto que está trabalhando neste ano com os dados de execução orçamentária das capitais brasileiras, porém é imprescindível que estes dados estejam disponível em algum site oficial da prefeitura de Curitiba, assim ele estará disponível para nós e para todos, além de nos garantir a fonte dos dados de maneira oficial. Portanto só podemos utilizar os dados caso eles estejam em um portal oficial da prefeitura. Para isso citamos a lei Nº 12.527 que prevê a disponibilização desses dados em sítio oficial. Grato desde já. Atenciosamente, Lucas. Resposta da Prefeitura de Curitiba: Ok, Lucas! Entendi sua demanda, vou averiguar qual o prazo que esta sendo dado para o preparo da base para esta disponibilização, certamente quem lhe retornará será o próprio Bruno, em cópia. Obrigada por me retornar com os esclarecimentos. Abraços. Elziane Cazura Xavier Assessora Técnica Secretaria de Informação e Tecnologia Minha resposta foi: Elziane, Muito obrigado pela resposta! Isso será ótimo! Grato desde já. Abraço! Atenciosamente, Lucas. Após um tempo sem retorno da Prefeitura de Curitiba enviei esse e-mail: Olá! Bom dia! Há alguma atualização quanto a essa questão? Grato desde já. Atenciosamente, Lucas. E como resposta me foi enviado esse e-mail: Bom dia Lucas, Informo que já estamos providenciando a disponibilização dos dados no Portal de Dados Abertos do Município de Curitiba. Tão logo este esteja disponibilizado lhe comunico. Atenciosamente Bruno Gonçalves de Lara Chefe de Núcleo — NIT6 Minha resposta: Bom dia Bruno Há algum prazo para esses dados serem disponibilizados? Grato desde já. A resposta da Prefeitura de Curitiba: Estou aguardando um prazo do prestador de serviços, ainda não há. Atenciosamente Bruno Gonçalves de Lara Chefe de Núcleo — NIT6 Secretaria de Informação e Tecnologia Por fim no dia 21 de Outubro de 2016 recebi esse e-mail como resposta: Boa tarde Lucas, Informo que a base contendo o histórico dos dados de Receitas e Despesas do Município de Curitiba já está disponível no Portal de Dados Abertos:http://www.curitiba.pr.gov.br/dadosabertos/consulta/ Atenciosamente Bruno Gonçalves de Lara Chefe de Núcleo — NIT6 Secretaria de Informação e Tecnologia
  • Lucas Ansei, pesquisador do Gastos Abertos da Open Knowledge Brasil e do AppCivico
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Open Knowledge Brasil realiza ciclo de webinários com especialistas em conhecimento aberto

- November 25, 2016 in Conhecimento Livre, Destaque, Rufus Pollock, webinar series okbr, webinário

Open Data Eindhoven

Open Data Eindhoven

A partir de dezembro, a Open Knowledge Brasil realizará uma série de webinários chamados de “OKBR Webinar Series: conhecimento & informação abertos pelo mundo”. O primeiro deles vai acontecer no dia 6/12, sobre “Dados linkados e prevenção de emergências”, com o empreendedor Bart van Leeuwen. O ciclo de webinários da OKBR tem o objetivo de promover conhecimento e informação abertos por meio de boas práticas para ampliar e qualificar a discussão sobre o assunto no Brasil. As inscrições são gratuitas e limitadas para participar no dia, mas o webinário será gravado e disponibilizado com legendas no canal da Open Knowledge Brasil no YouTube. “O ciclo de Webinários sobre dados e conhecimento aberto está totalmente alinhado com os objetivos e atuação da Open Knowledge Brasil, que promove o conhecimento livre para tornar a relação entre governo e sociedade mais transparente e para que haja uma participação política mais efetiva e aberta”, diz Ariel Kogan, diretor-executivo da Open Knowledge Brasil. Quem quiser fazer a sua inscrição para o webinário do próximo dia 6/12, com Bart, é só preencher a nossa lista de presença. Se estiver cheia, acompanhe os canais da OKBR para saber quando vamos liberar o vídeo de cada webinário.

Participação do Bart van Leeuwen

O principal trabalho do Bart envolve linked data para prevenir acidentes na prática. Dono da empresa Netage.nl, ele desenvolve ferramentas da web semântica para criar vocabulários interoperáveis padronizados. As consequências do trabalho dele são uma possível internacionalização da prevenção de acidentes e da pesquisa sobre isso porque seria possível se compartilhar globalmente as informações de fontes diferentes sobre o meio ambiente e ambientes urbanos via dados linkados. Além disso, ele também trabalha com agilidade no compartilhamento e acesso às informações em situações de emergência. Essas situações são bastante universais – bombeiros e outros agentes de segurança que agem em emergência geralmente já seguem protocolos padronizados e melhores práticas disseminadas mundialmente. Trabalhar com dados comparativos pode manter os bombeiros mais seguros e aumentar a eficiência das instituições, compartilhando informações.

Próximos webinários

Paola Villarreal, programadora e fellow do Berkman Klein Center em Harvard; Rufus Pollock, cofundador da Open Knowledge International e Fernanda Campanucci, jornalista que teve uma importante participação na Controladoria Geral do Município de São Paulo, são alguns dos nomes já confirmados para participar dos webinários que estão previstos para acontecer uma vez por mês até abril de 2017. Confira as datas dos webinários confirmados: Bart Van Leeuwen, empreendedor  Data: 6/12/2017 Tema: Dados linkados e prevenção de emergências Paola Villarreal, Fellow do Berkman Klein Center, programadora/data scientist Trabalha na ACLU em Massachusetts em projetos relacionados à justiça social utilizando dados abertos e tecnologias livres. Data: 24/01/2017 Tema: Dados para a Justiça Fernanda Campagnucci, jornalista e analista de políticas públicas Data: 21/02/2017 Tema: Dados abertos e governos locais: como atender às demandas das pessoas com os dados Rufus Pollock, presidente e cofundador da Open Knowledge International Data: 21/03/2017 Tema: O papel da sociedade civil na abertura de dados e conhecimento

Mais informações:

Imprensa OKBR: imprensa@ok.org.br Inscrições: https://goo.gl/forms/yYkF7I4K2rKDnctd2 O link para a transmissão será enviado por e-mail. Flattr this!

OKBR realiza reuniões em Brasília

- November 24, 2016 in Open Knowledge Brasil

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Ariel Kogan durante a sua apresentação no evento “O Futuro da Minha Cidade”. Foto: Guilherme Kardel.

Por Ariel Kogan, diretor-executivo da Open Knowledge Brasil Nos dias 16 e 17 de novembro, estive em Brasília realizando reuniões com autoridades do Ministério da Transparência, Fiscalização e Controladoria-Geral da União (CGU), do TSE e da Universidade de Brasília. Seguem os assuntos que conversamos com cada um e os seus respectivos encaminhamentos acordados: Ministério da Transparência, Fiscalização e Controladoria-Geral da União (CGU) – Open Data Index: possibilidade de serem parceiros para a realização de evento de lançamento em Brasília, em 2017; – Gastos Abertos: parceria para a comunicação e a mobilização dos municípios brasileiros. O Thiago Rondon, coordenador do projeto, vai enviar os materiais de apoio, carta compromisso e dados solicitados para os prefeitos para sugestões; – Colaboração em projetos diversos. TSE – No dia 29/11, será realizado um novo encontro em Brasília para apresentar os principais aprendizados do Voto Legal durante as últimas eleições; – No mesmo encontro, no dia 29/11, serão apresentados os cases da Estônia e do Reino Unido em relação à identificação digital; – Avaliação da comunidade OKBR sobre possíveis usos dos dados do TSE para interpretações e pesquisas. Universidade de Brasília – Será assinado um acordo de parceria entre a Universidade e a OKBR; – Será enviado um briefing mais detalhado para a OKBR sobre os entregáveis para o primeiro projeto em parceria relacionado à realização do Cadastro Ambiental Rural em assentamentos no norte do estado do Mato Grosso e à abertura e possíveis usos desses dados.

Lançamento da iniciativa “O Futuro da Minha Cidade”

No dia 17 de novembro, às 18h, em Brasília, a Open Knowledge Brasil participou do lançamento do projeto “O Futuro da Minha Cidade”, iniciativa da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), com apoio do Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon-DF). A organização foi representada no evento por Ariel Kogan, diretor-executivo da OKBR. “Trata-se de uma iniciativa muito interessante no sentido de pensarmos e construirmos uma governança urbana mais alinhada com os principais desafios do século XXI. A era da informação é uma sociedade que opera em rede”, destaca Ariel. Leia também: Evento discute iniciativa para construir de maneira participativa o futuro de Brasília

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State of the Map Latam 2016 acontece em São Paulo

- November 24, 2016 in Dados Abertos

latam-sp Entre os dias 23 e 27 de novembro, mapeadores e usuários do OpenStreetMap de toda a América Latina vão se encontrar no evento State of the Map Latam, em São Paulo (SP). A programação inclui palestras, workshops, painéis e mapatonas sobre os temas mais diversos relacionados ao OpenStreetMap. A primeira edição aconteceu em 2015, em Santiago do Chile. Além dos mapeadores do OSM, o evento vai ter participantes das comunidades de Dados Abertos, empresas, estudantes, profissionais de geoinformação, instituições públicas, etc. Os primeiros dois dias do SotM Latam vão acontecer na Biblioteca Mário de Andrade, no centro de São Paulo. No último dia, o evento vai acontecer no Mobilab, um laboratório de mobilidade urbana mantido pela Prefeitura de São Paulo, também no centro da cidade. Confira a programação completa no site do evento. Flattr this!

Algoritmos ou inteligência artificial podem impactar nossas crenças nas eleições?

- November 22, 2016 in Destaque, Jornalismo de dados

board-1364655_1280 Por Thiago Rondon* É inegável que o nosso modelo atual de economia e organização social apresenta dificuldades efetivas de participação por falta de ferramentas ou mecanismos para lidar com grande número de pessoas em rede, o que provavelmente nos torna uma sociedade egocêntrica e não orientada em buscar soluções para o ecossistema. De maneira geral, ainda delegamos decisões sobre o ecossistema também para indivíduos. Sistemas de inteligência artificial estão prevendo, de maneira assertiva, diversas questões, com olhar no ecossistema de informação sem distinção. Um exemplo disso: é um sistema que previu corretamente as últimas quatro eleições americanas, incluindo a do Trump. Esta solução é a MogIA, que utilizou cerca de 20 milhões de pontos de dados em plataformas online como Google, YouTube e Twitter. “Embora a maioria dos algoritmos sofra vieses do desenvolvedor, MogIA visa aprender a partir de seu ambiente, desenvolvendo suas próprias regras na camada de política e, assim, desenvolver sistemas de especialistas sem descartar quaisquer dados”, diz Sanjiv Rai, fundador da Índia Genic.ai startup que desenvolveu MogIA. O Facebook foi criado como modelo de negócios para que artigos e conteúdos relevantes por meio  de engajamento e afinidades dos usuários tenham prioridade com relação à verdade, transformando o editorial de notícias no que cada usuário quer ler para passar a maior parte do tempo na plataforma. Desse modo, as chances de vender anúncios aumentam. Para demonstrar como a realidade pode diferir entre usuários do Facebook, o The Wall Street Journal criou duas visualizações por meio  de dois perfis, um “azul” e outro “vermelho”. A partir disso, comprovou que as notícias que aparecem na linha do tempo de cada um dos usuários tiveram base no fato  de serem conservadores ou liberais, criando duas hiper bolhas políticas. Estas hiper bolhas estão nos tornando cegos para a pluralidade, como podemos comprovar em momentos como as eleições que acreditamos que todos votam como nós, por estarmos olhando apenas para uma parte do mundo que é o que nos identificamos melhor via crenças pessoais e emoções, estimulando nossos egos nas redes sociais. Claire Wardle, diretora de pesquisa do “Tow Center for Digital Journalism”, disse: “O Facebook tropeçou no negócio de notícias sem sistemas, estruturas editoriais e diretrizes editoriais, e agora está tentando corrigir o curso.” Mídias sociais são plataformas projetadas para possibilitar a interação social a partir do conhecimento e da criação colaborativa de informações. Trata-se da produção de conteúdos de forma descentralizada e sem o controle editorial de grandes grupos. E quando essas informações criadas sem controle podem se tornar prejudiciais ao ecossistema? Nas eleições americanas, o Facebook está sendo cobrado por se abdicar da sua responsabilidade de validar as fontes das notícias que circulam na rede – tendo, desse modo, beneficiado o candidato Trump na eleição por diversos outros motivos externos, que geralmente são de ações que não são de responsabilidade ou criação da empresa. É plausível que táticas ou algoritmos possam beneficiar propositalmente ou não alguns candidatos nas eleições. Há pesquisas relatadas na Globsec 2016 que comprovam que notícias de conspiração são compartilhadas três vezes mais do que notícias reais, assim como estudos do impacto de veracidade de informações baseado em fact-checking sugerem que negar informações não impacta opinião das pessoas, mas sim afirmar de que o contrário é verdade, como o Nyhan e Reifler. Muitos podem alegar que nós estamos sendo manipulados ou influenciados, mas quando não fomos? No Brasil, o uso de tecnologia foi a discussão de militantes e políticos pelo uso orquestrado de aplicativos de comunicação, como o WhatsApp, sendo utilizado por igrejas, partidos políticos e movimentos sociais para demandar ações. A tecnologia já está claramente impactando a política, como foi o caso da eleição do Obama com o uso do crowdfunding. As redes de humanos funcionam e ganharam escala com a tecnologia. Mas será que está impactando a democracia e o nosso ecossistema? Há diversos atores buscando uma resposta para o resultado das eleições americanas, e uma discussão interminável sobre como o Trump se beneficiou das mídias sociais, precisamente da rede de Zuckerberg. Um dos motivos que estão apontando a responsabilidade para o Facebook nas eleições dos Estados Unidos, é que comprovadamente grupos se organizaram para espalhar notícias falsas a favor do Trump, como o caso dos 140 sites sobre política americana que veiculavam conteúdo pró-Trump na Macedônia e tinham como objetivo viralizar no Facebook. Não há, no entanto, evidências de que o Facebook diretamente beneficiou o Trump. Por outro lado,nesta mesma eleição, a tecnologia e as redes nos proporcionaram a possibilidade de que jornalistas pudessem realizar fact-checking, que é o processo de realizar e mostrar uma validação de argumentos ou discurso em  tempo real em debates e pronunciamentos públicos, e que provavelmente será muito utilizado nas próximas eleições no Brasil por um grupo de eleitores para definir seus votos e, por outros, para afirmar na sua bolha e para seu ego de que o outro candidato é um mentiroso. Esse é o serviço cívico vital nas eleições, pois o que poderia ser mais importante do que responsabilizar os políticos por suas reivindicações durante o processo eleitoral? O Google está investindo para que organizações jornalísticas de confiança do público possam afirmar que uma determinada notícia é verdadeira, terceirizando, desta maneira, a responsabilidade para grupos especializados desta rede, e provavelmente uma solução que possa escalar pela promoção e reconhecimento do fact-checking. O estudo de Nyhan e Reifler revela como leitores foram impactados com o fact-checking por meio de pesquisas pós-exposição à verdades. A taxa de respostas corretas aumentou de 12% para 19% entre as pessoas com baixo conhecimento político e foi ainda mais eficaz entre as pessoas com “alto conhecimento político “, que foi de 22% para 32%. Ao mesmo tempo, muitos experimentos em psicologia e ciências políticas dizem que nova informação factual não muda, necessariamente, crenças errôneas, pré-existentes. O fact-checking pode ser a ferramenta para controlar as mentiras na rede, mas será que vamos conseguir impactar as emoções e as crenças errôneas? Estudos recentes nos dizem que estamos avançando, mas aparentemente o impacto é maior para fortalecer nossas crenças pré-existentes, e provavelmente o grande desafio para os próximos anos será que as mentiras nos farão repensarmos no que devemos se apoiar. É inegável que nunca tivemos tanto acesso à informação e facilidade para se comunicar. Porém, ainda utilizamos esses mecanismos para o nosso ego, o que evidencia o atual algoritmo do Facebook em priorizar a opinião do indivíduo para mostrar o que acontece com sua rede de interesse e contatos, atuando como um gatekeeper influenciável pelo próprio leitor, apesar de não ser clara suas regras para essa construção. Este é um momento em que quase metade dos americanos que poderiam participar do processo eleitoral, não votaram. No Brasil, há taxas altas de votos em branco, nulo ou abstenção em todo o país. Qual é o fator de decisão do processo eleitoral? Partindo do pressuposto que atualmente não vivemos em um mundo virtual ou na Matrix, sem evidências de que nenhuma droga foi aplicada nos humanos para influenciar seus votos, ou mesmo nenhum vírus impactou os sistemas de votações, isto nos faz pensar: os humanos ainda estão no controle. A tecnologia está amplificando nossas vozes que são nossos interesses por meio de canais que valorizam nossos atuais posicionamentos, evidenciando a polarização, assim como nossas afinidades baseadas em emoções e crenças pessoais evidenciam nossas bolhas. Nossa democracia atual é analógica. Ela permite uma participação mínima que se mostra para a maioria da população apenas no processo eleitoral e que promove sistemas baseados em ego e não em ecossistema. A tecnologia já está inovando e transformando a forma de fazer política, mas ainda não está transformando o sistema democracia. Ainda é necessário promover uma cultura de ecossistema em rede, e o único meio para isso é construir novas tecnologias sociais. Precisamos de uma mídia social que possa transformar polarização em consenso e bolhas em pluralidade. Para que isso possa acontecer,  precisamos promover dispositivos de confiabilidade, como o fact-checking, para impactar positivamente o ecossistema e as nossas crenças.  Caso contrário, iremos apenas isolar as bolhas sem o poder de construir ecossistemas e o controle social. * Thiago Rondon é diretor da startup studio EOKOE, fundador do AppCívico que atua com tecnologias para causas sociais e é conselheiro da Open Knowledge Brasil. Flattr this!

Conselheiras da OKBR participam de Seminário de Inovação em Gestão Pública em São Paulo

- November 21, 2016 in Destaque, transparência

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Bruna Santos e Anna Livia Arida no seminário. Foto: Columbia Global Centers

No dia 10/11, Anna Livia Arida e Bruna Santos, conselheiras da Open Knowledge Brasil (OKBR), participaram do Seminário de Inovação em Gestão Pública, promovido pela Universidade de Columbia no Brasil, em São Paulo (SP). Elas mediaram as discussões sobre “A emergente reforma do Estado Brasileiro: governança compartilhada na prática” e “Inovação em Políticas Sociais”. O seminário trouxe profissionais e mestrandos dos principais cursos de Administração Pública do Brasil, como FGV, CLP, ENAP e o programa de Mestrado em Administração Pública que a Columbia oferece para gestores brasileiros. O objetivo do evento foi trazer exemplos de práticas inovadoras, gerar um debate sobre as perspectivas e desafios dos gestores públicos, além de reunir em um único local profissionais e líderes de diversos setores, engajados na missão de revitalizar o atual cenário da administração pública. “O evento trouxe exemplos concretos de inovações que estão emergindo no setor público, muitas com forte apoio da sociedade civil. A gestão é apenas um meio para alcançar resultados. Temos que seguir trabalhando juntos – sociedade civil, governo e universidades – para termos uma gestão pública transparente, eficiente e centrada no cidadão”, disse Bruna.
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Bruna durante o seminário. Foto: Columbia Global Centers

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Anna Livia durante sua participação no evento. Foto: Columbia Global Centers

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Evento discute iniciativa para construir de maneira participativa o futuro de Brasília

- November 16, 2016 in Destaque, Sociedade

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Brasília. Foto: Creative Commons.

Mobilizar a sociedade para ser protagonista na gestão da cidade, com soluções sustentáveis e inovadoras para os próximos 20 anos. Essa é a proposta do projeto “O Futuro da Minha Cidade”, iniciativa da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), com apoio do Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon-DF). No dia 17 de novembro, às 18h, a iniciativa será lançada no auditório do Sinduscon-DF. A ideia é sensibilizar as principais lideranças locais mostrando que é possível uma parceria entre a sociedade e o governo local, onde o projeto é apresentado, de forma a assegurar o crescimento da cidade com a melhoria da qualidade de vida das pessoas. Os idealizadores do projeto pretendem sensibilizar a comunidade para o desenvolvimento do projeto em Brasília. “O Futuro da Minha Cidade” é coordenado pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), com a correalização do Sesi Nacional e patrocínio da Caixa Econômica Federal. Lideranças comunitárias e empresariais, representantes de associações de classe, instituições de ensino superior, organizações não-governamentais, formadores de opinião fazem parte do grupo de pessoas convidadas a participar do evento de lançamento do projeto. A Open Knowledge Brasil vai participar do evento e será representada por Ariel Kogan, diretor-executivo da organização. “É uma honra poder participar e contribuir com um movimento tão relevante e transformador. A iniciativa ‘O Futuro da Minha Cidade’ apresenta um caminho concreto para pensarmos e construirmos uma governança urbana mais alinhada com os principais desafios do século XXI. A era da informação e uma sociedade que opera em rede demandam novos arranjos institucionais e democráticos para construir nossas cidades, onde todos os habitantes tenham a possibilidade efetiva de participar e decidir nas decisões que definem o rumo do desenvolvimento e futuro da sua cidade”, conta Ariel. O evento conta com a consultoria do prefeito de Maringá, Silvio Barros, e também com a participação do Renato Correia, presidente do Conselho de Desenvolvimento Sustentável e Estratégico de Goiânia (Codese). Segundo Renato Correia, o projeto O Futuro da Minha Cidade “certamente mudará para melhor a qualidade de vida das cidades onde for implementado e também a competitividade, pois estimulará a ampla participação da sociedade no planejamento de longo prazo e na implementação dos projetos estruturantes”. Como você quer sua cidade daqui a 20 anos? A provocação convida a uma reflexão dos participantes que devem também ser parte interessada e que serão provavelmente afetados pelo resultado de um eventual crescimento desordenado pelas próximas décadas. O encontro em Brasília tem o objetivo de reunir o maior número de pessoas que possam contribuir com o processo dedicando seus conhecimentos, habilidades e atitudes. O projeto propõe que a sociedade esteja mobilizada para assumir o papel de protagonista na gestão da cidade, encaminhando soluções inovadoras para a sustentabilidade urbana. A principal característica é a participação voluntária de pessoas interessadas na gestão da sua cidade, com uma visão de planejar o futuro. A intenção é planejar e formar alianças, harmonizando ações locais de iniciativa da sociedade e o trabalho do poder público. Lançamento do Projeto “O Futuro da Minha Cidade” Data: 17 de novembro (quinta-feira) Horário: a partir das 18h Local: Auditório do Sinduscon-DF (SIA Trecho 2/3 Lote 1.125 – 3º andar) Flattr this!