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Convocação da Assembleia Geral Extraordinária da Open Knowledge Brasil

- May 24, 2016 in Open Knowledge Brasil

Prezados e prezadas, convocamos todos associados e interessados a participar da Assembleia Geral Extraordinária da Open Knowledge Brasil, que será realizada no próximo dia 3 de junho, às 17h30, na Rua Claudio Soares, 72, cj 1510, 15º andar (Edificio Ahead), São Paulo, SP. Às 18h faremos a segunda chamada. Por favor, confirme a presença nesse formulário para poder entrar no prédio. Aprovaremos os novos conselheiros deliberativos, conselheiros fiscais, novo endereço da Open Knowledge Brasil e daremos informes sobre novos associados. Flattr this!

Convocação da Assembleia Geral Extraordinária da Open Knowledge Brasil

- May 24, 2016 in Open Knowledge Brasil

Prezados e prezadas, convocamos todos associados e interessados a participar da Assembleia Geral Extraordinária da Open Knowledge Brasil, que será realizada no próximo dia 3 de junho, às 17h30, na Rua Claudio Soares, 72, cj 1510, 15º andar (Edificio Ahead), São Paulo, SP. Às 18h faremos a segunda chamada. Por favor, confirme a presença nesse formulário para poder entrar no prédio. Aprovaremos os novos conselheiros deliberativos, conselheiros fiscais, novo endereço da Open Knowledge Brasil e daremos informes sobre novos associados. Link hangout: http://www.tinyurl.com/okbrhangout Flattr this!

Essa semana na Rede pelo Conhecimento Livre

- December 4, 2015 in Câmara Transparente, curso, Dados Abertos, Destaque, Diego Rabatone, Escola de Dados, FGV DAPP, Gastos Abertos, Judiciário, LAI, Mapa da Saúde, Open Knowledge Brasil, Pedro Marin, Sociedade, Transparência Hacker

Pedro Marin aula Gastos Abertos

Pedro Marin explicando sobre orçamento público em curso do projeto Gastos Abertos.

Essa semana foi bastante intensa na Rede pelo Conhecimento Livre! Começou o curso do projeto Gastos Abertos. No primeiro módulo das aulas, Pedro Marin explicou um pouco sobre orçamento público e Diego Rabatone falou sobre dados abertos e alguns conceitos importantes para jornalistas contarem suas histórias, como o que é uma API. Saiba o que ocorreu nos primeiros dias do curso. Na comunidade Transparência Hacker, Carlos Junior anunciou o início do projeto Mapa da Saúde, que mapeará todos os órgãos de saúde do Brasil, permitindo a visualização de dados e promovendo uma reflexão mais ampla sobre os problemas na área de saúde enfrentados pelo país. Mapa de Saude A Lei de Acesso à Informação também foi regulamentada em todos os órgãos do judiciário do Brasil. Os tribunais e conselhos terão 120 dias, a partir da publicação da resolução, para colocar as novas normas em vigor. Veja mais informações aqui. O GobAPP, think tank do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), lançou um convite à apresentação de trabalhos de sobre o uso de Dados Abertos e Big Data para tratar dos desafios do desenvolvimento na América Latina e no Caribe. Os interessados têm até 15 de janeiro de 2016 para enviar seus trabalhos por este link. A FGV DAPP, colaboradora da Open Knowledge Brasil, que construiu com nosso apoio o Mosaico Orçamentário, lançou a página Transparência Política, a fim de mostrar dados públicos sobre política de forma interativa para permitir análises. Além do Mosaico Orçamentário, há a ferramenta Câmara Transparente, onde é possível ver quem financia nossa representação política.
Camara Transparente

Câmara Transparente, nova ferramenta da FGV DAPP

Por fim, nesse domingo, dia 6 de dezembro, ocorrerá em São Paulo as votações para conselheiros do Conselho Participativo da cidade. O É Nóis e o LabHacker desenvolveram uma ferramenta que permite consultar seu local de votação e todos candidatos. Acesse! Flattr this!

Convocação da Assembleia Geral Extraordinária da Open Knowledge Brasil

- October 26, 2015 in Assembleia Geral, associados, Conselho Deliberativo, Conselho Fiscal, Guia de Governança, Open Knowledge Brasil

Prezados e prezadas, convocamos todos associados e interessados a participar da Assembleia Geral Extraordinária da Open Knowledge Brasil, que será realizada no próximo dia 4 de novembro, às 18h30, na Rua Bela Cintra, 409 (Impact Hub). Aprovaremos os novos conselheiros deliberativos, conselheiros fiscais, a taxa anual para os associados efetivos e, se necessário, eventuais mudanças no estatuto em conformidade com o Guia de Governança aprovado pelo conselho deliberativo. Todos estão gentilmente convidados a participar! Flattr this!

Como podemos usar a tecnologia para diminuir o assedio sexual e violência contra as mulheres?

- October 25, 2015 in abismo de gênero, aborto, aplicativo cívico, assedio, Chega de Fiu Fiu, congresso nacional, Daniela Silva, desafio, Destaque, Disque 100, estultice, estupro, Eventos, financiamento, Garoa, governo, Hackatona, Hackday, Juliana de Faria, leis, mulheres, PL 5069/2013, Sociedade, sustentabilidade, tecnologia, Thik Olga, Toró de ideias, Transparência Hacker, violência sexual, WIkipedia

Estupro no Brasil

Fonte: página Quebrando o Tabu.

Diante do cenário gritante de uma sociedade machista, esse artigo é uma chamada para ação. Os números divulgados pelo IPEA em relatório de 2014 são assustadores: 527 mil pessoas são estupradas por ano no Brasil, o que dá aproximadamente uma pessoa por minuto, sendo 89% mulheres e 70% crianças. Temos também relatos chocantes de casos de primeiro assedio relatos nas redes sociais por mulheres de todo Brasil (veja no Twitter a hashtag #primeiroassedio). Mesmo diante desse quadro, ainda temos que ver projetos de lei em nosso congresso como o PL 5069/2013, do deputado Eduardo Cunha, aprovado pela CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) esses dias, que criminaliza o uso de substâncias abortivas e obrigas mulheres que sofreram estupro e exige que, para um aborto ser realizado, a vítima é obrigada a fazer exame de corpo de delito e comunicar à autoridade policial. Já temos exemplos onde mulheres estão sendo processadas após denunciarem abuso sexual. “Nos países ibero-americanos, é disseminada a ideia de que mulher mente e recorre à lei para prejudicar o companheiro”, diz Wânia Pasinato, coordenadora de acesso à Justiça da ONU Mulheres. Indepentemente das estultices de alguns erepresentantes do Congresso Nacional, precisamos agir. Recentemente conheci o projeto Chega de Fiu Fiu (chegadefiufiu.com.br), da Think Olga, um Think Tank com o objetivo de aumentar o poder das mulheres por meio do acesso à informação. Recentemente, no Ibirapuera, em  mais uma excelente iniciativa da Olga, assistir o ótimo filme Filha da Índia (India’s Daughter), da diretora Leslee Udwin, onde mostra um caso emblemática da reação da sociedade indiana por causa de um triste caso de estupro e ainda números gritantes sobre a violência contra mulheres ao redor do mundo, até mesmo nos países do norte global, também conhecidos como “desenvolvidos”. Na página do filme há mais informações sobre esses dados e ações, como uma campanha contra violência doméstica para mudar esse quadro.
Lei sobre o aborto por país

Legislação sobre o aborto por país
Azul: Legal. Verde: Ilegal, exceto em caso de estupro/violação, risco à vida da mãe, problemas de saúde física ou mental, fatores socioeconômicos e/ou defeitos no feto. Amarelo: Ilegal, exceto em casos de estupro/violação, risco à vida da mãe, problemas de saúde física ou mental e/ou defeitos no feto. Marrom: Ilegal, exceto em casos de estupro/violação, risco à vida da mãe e/ou problemas de saúde física ou mental. Laranja: Ilegal, exceto em casos de risco à vida da mãe e/ou problemas de saúde física ou mental. Vermelho: Ilegal e sem exceções. Preto: Varia por região. Cinza: Não há informações. Fonte: Wikimedia Commons

 

Ações

Eu gostaria de convidar todos os que se sensibilizarem com esse problema a pensarmos o que podemos fazer com o uso da tecnologia para diminuir o assedio sexual e violência contra as mulheres. Algumas ideias simples abaixo, mas se você tiver outras, envie seu comentário!

A) Aplicativo para celular que alimente o Chega de Fiu Fiu

Gostaria de convidar todos meus colegas de comunidades hackativistas (Transparência Hackers, Garoa Hacker, Open Knowledge Brasil, desenvolvedores independentes e outros) a desenvolvermos um apicativo para celular que alimente o site Chega de Fiu Fiu. Atualmente, para uma mulher ou menina relatar um caso de assedio, é necessário preencher uma planilha dentro do próprio site. Já existe o aplicativo Projeta Brasil, desenvolvido pela Ilhasoft de Alagoas, que mapeia diversas instituições para denúncias de casos que violem direitos humanos (violência sexual, trabalho infantil, violência sexual, violência física etc.), facilitando a pessoa achar o endereço e telefone da instituição mais próxima para relatar alguma violação ou ligar diretamente para o Disque 100, Ouvidoria Nacional responsável por receber, examinar e encaminhar as denúncias de violações de direitos humanos. (Temos que entrar em contato com a empresa para pedir a base de dados essas instituições) Recentemente submetemos uma proposta de projeto  para o edital de governo aberto da cidade de São Paulo, análogo ao que proposmo aqui, mas não fomos contemplados. A proposta foi elaborada em parceria entre a Open Knowledge Brasil e a Think Olga (obrigado, Juliana de Faria, Luíse Bello e Isabela Meleiro). Mesmo assim, acredito que podemos juntar esforços e realizar um hackday ou hackatona onde devenvolveremos esse aplicativo cuja necessidade me parece ululante. Hackaday: minha sugestão é aproveitarmos a vinda da Daniela Silva (Open Society Foundations) ao Brasil, no dia 20 de novembro, já que ela está organizando um hackday junto a comunidade Transparência Hackers. Daniela é uma das fundadoras da comunidade Transparência Hackers junto ao Pedro Markun e da RodAda Hacker, que dá oficinas de programação para mulheres, tão excluídas dos meios tecnológicos. Sustentabilidade e financiamento: se devenvolver um aplicativo bacana, precisaremos que este seja sustentável e possamos mantê-lo. Não preciso nem mencionar que esse aplicativo cívico deve ter seu código aberto. Eu acredito que podemos fazer um financiamento coletivo via alguma plataforma voltada para isso (e. g., a Juntos com Você, site de financiamento coletivo para projetos sociais). Mas precisamos antes qual tecnologia vamos usar para o aplicativo e estimarmos os custos para mantê-lo e eventuais customizações. Podemos usar a infraestrutura da Open Knowledge Brasil para manter o projeto. Além do financiamento coletivo, sugestões de potenciais organizações financiadores para esse projeto são bem-vindas! Inspirações: Uma amiga sueca me recomendou dois projetos que usam o SMS para enviar informações geolocalizadas. O SMS-LIfeSavers, projeto que ela coordena e que envia SMS para civis treinados para fazer massagem cardio vascular. E o PulsePoint, que faz algo análogo. Na Argetina também criaram um projeto semelhante ao Chega de Fiu Fiu, o Habla me Bien, mas aparentemente está fora do ar.

B) Melhorarmos páginas na Wikipédia sobre o tema

É sabido que a Wikipedia é uma das maiores fontes de informações do mundo e seu caráter educacional usado por milhões de pessaos no mundo todo, em centenas de línguas. Dia 31 de outubro já está sendo organizada a  terceira editatona (inscrições aqui) da Wikipédia em São Paulo, também organizada pela Olga, onde voluntários se reunirão para capacitar mais mulheres a editar a enciclopédia livre, ainda mais com um abismo de gênero entre os editores da Wikipédia (veja mais sobre isso em Gender gap task force, um projeto da comunidade anglófona da Wikipedia). A iniciativa é ótima e sugiro melhorarmos os seguintes verbetes, alguns ainda inexistentes em português:

C) Parceria com autoridades responsáveis pela segurança pública e das mulheres

Por fim, precisamos após esse mapa de ações das autoridades competentes pelos casos de violações de direitos humanos e segurança dos brasileiros. Esse aplicativo da primeira proposta vai produzir dados sobre a violência e assédio contra as mulheres. Precisamos ver quais são os órgãos governamentais responsáveis por lidar com essas denúncias para facilitar a ação das autoridades competentes. Se alguém tiver sugestões qual seria a melhor forma de iniciarmos esse diálogo, com quem podemos começar o diálogo ou possuem algum contato, deixe nos comentários desse post. Esperamos que esse post seja apenas um ponta pé incial para oragnizarmos iniciativas e ações para diminuir esse grave mal que é o assedio e violência contra mulheres! Se souber de mais algum iniciativa no Brasil e pelo mundo, deixe um comentário!

Ver também

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Universidade Aberta, Inclusão Digital Aberta, Cidade Aberta, Paulista Aberta e Ciência Aberta!

- August 27, 2015 in Alexandre, Av. Paulista, avaliação, CGM, ciência aberta, CMSP, Conhecimento Livre, Dados Abertos, Destaque, EACH, Educação Aberta, espaço urbano, igualdade, inclusão digital, Jorge Machado, lançamento, lei, livro, meritocracia, Open Knowledge Brasil, Parceiros, Paulista, Police Neto, São Paulo, Sarita Albagli, Secretaria Municipal de Serviços, Sociedade, sustentabilidade, USP Leste

A última semana foi intensa para a Open Knowledge Brasil. Participamos de cinco eventos que envolve algum tipo de abertura, alinhado com o que promovemos para uma sociedade mais justa e igualitária. Vamos descrever cada um desses eventos. Fotos dos eventos aqui.

Apresentações na USP Leste sobre dados abertos, meritocracia, universidades públicas e ciência aberta

Seminários USPFomos convidados para participar da 5ª Semana de Sistemas de Informação da USP, que ocorreu entre os dias 18 e 21 de agosto de 2015, na Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da Universidade de São Paulo. No dia 21 (quinta-feira), apresentei sobre ‘Meritocracia, Dados Abertos e Universidades Públicas’ e o Alexandre Abdo, conselheiro consultivo da OKBr, sobre ‘Sistemas, informação e a confiabilidade do conhecimento científico-acadêmico‘. Na minha apresentação comecei definindo como via meritocracia, distinguindo a boa da má, bastante inspirado no ‘Good Meritocracy, Bad Meritocracy‘, de Donal Low, que aponta algumas falhas do sistema meritocrático de Singapura e dá sugestões como resolver esses problemas. A questão da igualdade de oportunidade, que sempre surge quando meritocracia é abordada, teve inspiração no artigo ‘Equality of Opportunity‘, da enciclopédia de filosofia de Stanford. Por essas palestras recebemos, eu e o Alexandre, R$ 100 (R$ 50 para cada), que será doado para a Open Knowledge Brasil e destinado aos custos para manter o site do Grupo de Trabalho em Ciência Aberta. Ofereci metade do dinheiro para os custos do livro sobre ciência aberta recém lançado (vejam abaixo), mas ele foi gentilmente doado para nós pela professora Sarita! (Obrigado, Sarita!)

Inclusão Digital Aberta

inclusao digital abertaTambém fomos convidados para participar pela Secretaria Municipal de Serviços, da cidade de São Paulo, da discussão da Lei Municipal nº 14.668/2008, criada pelo vereador José Police Neto. Já foi proposto pelo vereador Police, quando presidente da Câmara Municipal de São Paulo (CMSP), o uso do fundo previsto por ele para criarmos um portal de dados abertos mantido pela sociedade civil, o que nunca ocorreu. Tentamos um diálogo entre a CMSP via sua presidência e a Controladoria Geral do Município na época, mas não houve progresso. Saudamos a iniciativa dessa secretaria em retomar o diálogo com a sociedade civil e colocar essa lei sob consulta pública para seu aprimoramente, disponível nesse site aqui. Acho de extrema importância nossa participação para que esse fundo, proveniente essencialmente do ISS (Imposto Sobre Serviço) para empresas de tecnologia, tenha um processo aberto e transparente para seu uso, que foi o que propusemos há quase 2 anos no diálogo entre CMSP e CGM. Durante o painel que participei, destaquei a importância de focarmos menos na questão da infra-estrutura quando formos pensar em inclusão digital, mas também no conteúdo, mencionando o caso do tanto de conhecimento produzido com dinheiro público que fica trancafiados em locais como se fossem feudos, como por exemplo universidades públicas, onde a maior parte de seu conhecimento é financiado, em alguns casos, por impostos indiretos, mas apenas uma minoria tem acesso a tudo o que é produzido de forma fechada. Citei exemplos nossos, como a Escola de Dados, que oferece cursos gratuitos sobre alguns temas de extrema relevância para o que estava sendo discutifdo.

Cidade Aberta e Hackeável: espaços urbanos

espacos urbanos No sábado fomos eu e a Heloisa Pait, conselheira consultiva da OKBR, num interessante debate sobre Espaço urbano: interesse privado, poder público, organicidade e planejamento, que levantava a questão principal sobre como podem as mídias digitais contribuir para a construção de novas perspectivas dentro deste embate? Questionei o fato de alguns espaços não terem estímulos públicos para o seu uso, como alguns campi da Universidade de São Paulo, que poderia servir nos finais de semana para levar para a população cultura e ciência através de programas de extensão, mas por algum motivo que desconhecemos, não há políticas públicas que estimulem isso na cidade.

Paulista Aberta: transporte sustentável

paulista abertaComo em nosso estatuto foi previsto a promoção de políticas públicas sustentáveis, também participamos da inauguração de mais um trecho da ciclovia na região da Av. Paulista, ligando seu início na praça do cliclita até a região do Paraíso. No último domingo a Av. Paulista foi aberta para toda população que quisesse passear com suas bicicletas, familiares e amigos, num clima muito bom de confraternização na cidade de pedra.

Lançamento do livro Ciência Aberta, Questões Abertas

Fomos também convidados pela professora Sarita Albagli para o lançamento do livro ‘Ciência Aberta, Questões Aberta’, organizado pela prória Sarita,  pelo Alexandre Abdo e pela Maria Lucia Maciel. Ficamos muito contentes que, além de receber a doação mencionada acima no valor de R$ 50, recebemos um livro para nossa biblioteca assinado pela Sarita, pelo Alexandre e pelos professores Jorge Machado, Henrique Parra e pela Luca. Muito obrigado a todos! GT de Ciência Aberta Flattr this!

Recebemos um pequeno subsídio da Fundação Shuttleworth!

- August 3, 2015 in colaboração, Destaque, okbr, Open Knowledge Brasil, Rede pelo Conhecimento Livre, Rufus Pollock, Shuttleworth Foundation, Sociedade, subsídio, Tom

Gostaria de anunciar que recebemos um pequeno subsídio da Fundação Shuttleworth no valor de 5000 USD para o meu trabalho como diretor executivo da Open Knowledge Brasil! Rufus Pollock, fundador e presidente da Open Knowledge Internacional, antigo fellow da fundação, me nomeou pelo trabalho sendo feito até agora. Shuttleworth Funded Gostaria de deixar meus sinceros agradecimentos pela confiança do Rufus para conduzir a criação da organização representante da Open Knowledge no Brasil e agora mais esse apoio! E também aos meus colegas colaboradores da Rede pelo Conhecimento Livre, a Open Knowledge Brasil, que a cada dia vem dando mais força para o trabalho sendo realizado. Em um período tão curto, nem 2 anos desde nossa fundação, já foram diversas conquistas e aprendizados. Ao receber o e-mail com essa notícia, gostei do que disseram sobre estar borbulhando vozes que não são muito ouvidas pelo modelo de fellowship da fundação Shuttleworth. De fato, o mesmo ocorre aqui no Brasil, quantas vozes deixam de ser ouvidas por não estarem nos grande circuitos ou por não terem um pequeno estímulo ou apoio para porem em prática suas ideias? Da mesma forma que somos uma voz pouco ouvida no sentido aqui explicado, gostaria de usar parte( do meu tempo para continuar nosso trabalho de ampliar o acesso ao livre conhecimento e ampliar as vozes de outros locais do país onde importantes vozes são pouco ouvidas. Vou relatar esse trabalho aqui no nosso blog. Quem quiser discutir ideias sobre o assunto, podem enviar um e-mail (tom @ okfn.org.br) ou deixe um comentário aqui. :) Flattr this!

Convocação de Assembleia Geral Ordinária da Open Knowledge Brasil

- July 26, 2015 in Assembleia Geral Ordinária, Convocação, okbr, Open Knowledge Brasil, Sociedade

Prezados e prezadas, convovamos todos membros e interessados a participar da Assembleia Geral Ordinária da Open Knowledge Brasil, que será realizada no próximo dia 4 de agosto, às 19h, na Rua Bela Cintra, 409 (Impact Hub). Após a apreciação dos documentos da reunião ordinária, podemos todos sairmos para comemorar em algum local próximo à reunião. Todos estão gentilmente convidados a participar! flattr this!

Bolsas em São Paulo para agentes para um governo aberto

- July 8, 2015 in bem-estar social, bolsa, CGM, cidade de São Paulo, clientelismo, Destaque, edital, Estado, governo aberto, Lei de Acesso, Parceiros, prefeitura, Prefeitura Municipal de São Paulo, rede, São Paulo, Sociedade, transparência

Ontem ocorreu na cidade de São Paulo o lançamento de um edital que dará bolsas para agentes para um governo aberto. AS bolsas terão três categorias, 1. Transparência e Dados Abertos, 2. Mapeamento Colaborativo e Gestão Participativa e 3. Tecnologia Aberta e Colaborativa. As inscrições começaram ontem, 7 de julho, e vão até o dia 6 de agosto através do site http://spcultura.prefeitura.sp.gov.br/ Vemos com essa iniciativa uma grande oportunidade para a nossa rede na cidade de São Paulo, principalmente na categoria Transparêcia e Dados Abertos. Coordenadores de projetos da OKBR poderão auxiliar pessoas interessadas em  submeterem propostas que apoiem nosso trabalho, basta entrar em contato através do e-mail contato@okfn.org.br.
Edital Governo Aberto

Lançamento do edital de bolsas para agentes para um governo aberto, no Centro Cultural São Paulo.

No lançamento do edital, um importante ponto foi levantado pelo público: a continuidade e sustentabilidade dos projetos que serão propostos, já que as bolsas têm uma duração de 6 meses. Sugerimos a formarmos uma comissão (desde já) para ajudar a identificar os melhores projetos e criarem um edital (com valores realísticos) para a continuidade dos melhores projetos. Essa comissão seria composta por líderes na área de governo aberto (acadêmicos e organizações da sociedade civil). Houve também a manifestação de um servidor público da plateia sobre o fato de muitos deles estarem excluídos desse tipo de bolsa, pois trata-se de um edital do governo. Vemos com isso a importância desse tipo de atividade poder ter como realizadora uma organização da sociedade civil sem fins lucrativos, o que fica também para reflexão para a proposta de um edital de continuidade dos projetos selecionados por essa comissão. Talvez a sociedade civil organizada será um dos principais agentes para reduzirmos o abismo exposto entre a sociedade e o Estado, evidenciado após os protestos de 2013 no Brasil. E para nossa reflexão, como nossa sociedade encara um Estado de bem-estar social e o que fazemos para atingí-lo? Será que não temos ainda uma visão muito clientelista diante do Estado? A Open Knowledge Brasil gostaria de registrar seu elogio por essa iniciativa da cidade de São Paulo e que ela possa inspirar outros locais do país a diminuir a distância entre o governo e a sociedade! Flattr this!