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2014 foi um grande ano! Obrigado por fazer parte dele!

- January 15, 2015 in 2014, Destaque, okbr, Open Knowledge Brasil, projetos, retrospectiva

Com certeza 2014 foi muito importante para a Open Knowledge Brasil (OKBr): neste ano nos tornamos o primeiro capítulo oficial da rede Open Knowledge fora da Europa e, junto com nossos parceiros, trabalhamos intensamente para promover o conhecimento livre e os dados abertos por aqui. Por isso, resolvemos fazer uma breve retrospectiva dos principais acontecimentos do ano e agradecer as pessoas que têm se dedicado à essa importante missão e que a cada dia colaboram para o fortalecimento da nossa rede pelo conhecimento livre. Fevereiro: fortalecendo o debate eleitoral Heloisa Pait, idealizadora e coordenadora do projeto. Em fevereiro, recebemos um microssubsídio da Web We Want para fomentar um debate público em torno de temas relevantes para uma Internet aberta e global. O Dialogando foi lançado em setembro e constituiu em um espaço no qual os candidatos e candidatas às eleições puderam apresentar suas opiniões e projetos sobre transparência, liberdade de expressão e privacidade. Março: mapa da educação aberta Em março, junto com o Núcleo de Informática Aplicada à Educação (NIED) da Unicamp, o Instituto Educadigital (IED) e a Escuela Superior Politécnica del Litoral (ESPOL), iniciamos o MIRA: Mapa Interativo de Recursos Abertos, um projeto que identificou e mapeou iniciativas que disponibilizam recursos educacionais abertos (REA) em 24 países da América Latina. A parceria resultou também em um vídeo totalmente livre, que explica um pouco mais sobre o que são REA, como produzi-los e utilizá-los. Maio: para onde vai meu dinheiro? Google Desafio EquipeEm maio, junto com a Escola de Dados , fomos premiados no Desafio de Impacto Social Google | Brasil, com o projeto Gastos Abertos. Mais de 750 projetos de todo o Brasil participaram do concurso. Quatro receberam o prêmio máximo, de um milhão de reais, e outros seis – entre eles a Open Knowledge Brasil – 500 mil reais cada. Em setembro reunimos mais de 30 representantes da sociedade civil, imprensa, academia e setor público para uma escuta participativa na qual pudemos ouvir suas demandas e planejar, de forma colaborativa, os primeiros passos do projeto. E, desde estão, estamos trabalhando para construir um protótipo de uma ferramenta online que pretende contribuir no debate sobre como o governo gasta nosso dinheiro. Junho: vai mudar? HackatonaEm junho, através do projeto Vai Mudar tentamos explorar as relações de grupos econômicos com a construção da Copa do Mundo e promovemos manifestações pacíficas através do uso criativo da tecnologia, contando com o apoio da Fundação Avina Américas. Tentamos promover discussões em torno de temas concretos sobre os quais os brasileiros anseiam por mudanças e oferecer informações sobre as relações entre as principais redes de poder do país. Julho: invadimos Berlim… Em julho rolou o OKFestival 2014 em Berlim. Neste ano, fomos 33 brasileiros participando do evento e trocando experiências e ideias com pessoas de mais de 60 países sobre temas fundamentais para o avanço do conhecimento livre e dos dados abertos. E o pessoal da Escola de Dados aproveitou para se somar ao Summer Camp da School of Data, que aconteceu logo depois do festival e reuniu um grupo de cerca de 50 pessoas para pensar formas de trabalho em conjunto para os próximos anos. Agosto: …e o Rio de Janeiro! OSRio_-_working_groupSim, em agosto foi a vez do Rio de Janeiro, onde aconteceu o seminário internacional “Ciência Aberta, Questões Abertas”, que reuniu pesquisadores e pesquisadoras de diversas universidades, centros de pesquisa e hackerspaces do Brasil e do mundo, engajados na promoção de práticas abertas na ciência. O encontro foi promovido pela Open Knowledge Brasil, Liinc, Ibict, Unirio e pelo Grupo de Trabalho em Ciência Aberta. Já no fim do ano, o Rio também recebeu o curso “Introdução ao Jornalismo de Dados”, da Escola de Dados e a ECO/UFRJ. A iniciativa faz parte do programa Partnership for Open Data (POD), uma parceria entre o Banco Mundial, o Open Data Institute e a Open Knowledge para acelerar a abertura de dados em países em desenvolvimento. A primeira edição do curso aconteceu em novembro em Salvador. Aliás, a Escola de Dados teve atividades nacionasi e internacionais o ano inteiro! Confira no blog http://escoladedados.org/blog/. Outubro: entrega do projeto ComunicaDH Durante o ano, realizamos em parceria com a Incubadora de Projetos Sociais da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania da Prefeitura Municipal de São Paulo (SMDHC) o projeto ComunicaDH, que buscou promover o uso das ferramentas de comunicação para divulgar os direitos humanos para os toda a sociedade. E, em outubro, publicamos o “Relatório e diagnóstico de demanda, mobilização e espaço em comunicação de organizações sociais e socio-cultirais da cidade de São Paulo” com as demandas de comunicação de mais de 30 coletivos e organizações da sociedade civil (OSC) da cidade. Chegou o fim do ano, mas não perdemos o ritmo! Novembro e dezembro foram meses agitados. Lançamos o Mosaico Orçamentário, ferramenta desenvolvida a partir do Open Spending, da Open Knowledge Internacional (OKI) que disponibiliza dados do orçamento federal de 2001 a 2014, oferecendo a possibilidade de filtragem por temas, por órgãos e também pela distribuição de partidos políticos. A iniciativa foi da Diretoria de Análises de Políticas Públicas da Fundação Getúlio Vargas (FGV-DAPP) em parceria com a Open Knowledge Brasil e o jornal O Globo.Captura de tela 2014-12-01 às 14.29.31 Publicamos também um relatório com um diagnóstico para a abertura de dados governamentais no DF e um plano de ação para a implementação de uma Política Distrital de Dados Abertos. O trabalho está disponível para download e se baseou na Ferramenta de Avaliação de Prontidão em Dados Abertos (em inglês, ODRA – Open Data Readiness Assessment), formulada pelo Banco Mundial e traduzida para o português pela OKBr, que está disponível online para uso, redistribuição e adaptação livres. Mas nem tudo são flores. Lançamos em dezembro o Índice de Dados Abertos de 2014, que mostrou que ainda há muitos desafios pela frente e estamos somando forças para seguir com nosso trabalho em 2015. Feliz 2015, obrigada Se não fosse o apoio, colaboração e participação das pessoas que acreditam que o conhecimento livre e os dados abertos podem promover mudanças em nossa sociedade, nada disso seria possível. Por isso, aproveitamos para agradecer a todos vocês que fazem isso acontecer: Ale Abdo, Alexandre, Aimee, Ana Paula, Anders (Suécia), Andres, Antonio Vitor, Ariel, Arthur, Augusto, Carine, Carmela, Carol, Caroline, Caru, Ceci, Célio, Christian, Christian (Dinamarca), Daniela Mattern, Daniela Silva, Diego, Edgar, Gisele, Fernanda, Fernando, Gabriel, Greg, Gui, Gustavo, Jamila, Jonaya, Haydee, Helô, Hercules, James (Reino Unido), Jeff, João, Jorge, Jutta, Katelyn (EUA), Larissa, Laura (Reino Unido), Luciano, Lucy (Reino Unido), Luiz Augusto, Márcio, Marco Túlio, Mariana, Michael (Áustria), Miguel, Milena (Romênia), Nati, Nitai, Oda, Oona, Paula, Pedro, Pri, Rafael, Raniere, Raul, Renata, Rina, Rufus (Reino Unido), Soraya, Raquel, Ronaldo, Sarita, Sol, Tel, Thiago, Tom, Tryggvi (Islândia), Vagner, Vitor, Vlad, Yaso, Zara (Reino Unido) e todas outras pessoas da nossa rede que de alguma forma contribuíram para o trabalho feito até o momento! Que 2015 permita que continuemos unidos em nosso trabalho! Feliz ano novo! flattr this!

Índice de Dados Abertos da Open Knowledge indica pouco progresso por parte dos governos em abrir dados chave

- December 9, 2014 in 2014, Dados Abertos, Destaque, estado dos dados abertos, índice global de dados abertos, lançamento, mundo, Open Knowledge Brasil, Open Knowledge Internacional

open data index 2014

A Open Knowledge publicou hoje o Índice Global de Dados Abertos de 2014 mostrando o estado dos dados abertos ao redor do mundo; Brasil ocupa 24ª posição no ranking.

A Open Knowledge Internacional lançou hoje o Índice Global de Dados Abertos de 2014, que mostra que apesar de haver progressos, a maioria dos governos ainda não está disponibilizando informações chave e em formato acessível para seus cidadãos e empresas. Com as estimativas recentes da empresa de consultoria McKinsey e outras de que os benefícios potenciais dos dados abertos superam US$ 1 trilhão, um progresso lento pode por em risco uma grande oportunidade. Para Rufus Pollock, fundador e presidente da Open Knowledge Internacional, “a abertura de dados governamentais leva à democracia, responsabilidade e inovação e permite que os cidadãos saibam e exerçam seus direitos e traz benefícios à toda a sociedade em áreas que vão desde o transporte até a saúde e educação”. “Houve nos últimos anos um aumento no apoio aos dados abertos por parte dos governos, mas o Índice deste ano mostra que o verdadeiro progresso caminha mais lentamente do que a retórica”, completa. O Índice traz um ranking de países baseado na disponibilidade e acessibilidade de informações em dez áreas centrais que incluem gastos governamentais, resultados eleitorais, horários dos meios de transportes e níveis de poluição. Nesta edição, o Reino Unido aparece em primeiro lugar, com uma pontuação de 96%, seguido pela Dinamarca e França, que saiu do 12º lugar no ano passado para ocupar a terceira posição. A Finlândia ficou em quarto, enquanto Austrália e Nova Zelândia dividem o quinto lugar. Resultados impressionantes foram obtidos pela Índia – que passou do 27º para o décimo lugar – e por países da América Latina, como Colômbia e Uruguai, que dividem a 12º posição. Dentre os países analisados, Serra Leoa, Mali, Haiti e Guiné obtiveram as piores colocações, porém há governos menos abertos que não foram incluídos no Índice devido à falta de abertura ou de uma sociedade civil engajada. Já o Brasil, apesar de uma pequena melhora (54% contra 48% no ano passado), ainda ocupa o 24º lugar, atrás de países como Uruguai, Colômbia e Chile na América do Sul. De modo geral, ainda que haja um aumento significativo no número de bases de dados abertas (de 87 para 104), a porcentagem de bases de dados abertas entre todos os países analisados permanece baixa, de apenas 11%. Mesmo entre os líderes em dados governamentais abertos há ainda espaço para melhorias: os Estados Unidos e Alemanha, por exemplo, não oferecem um registro aberto e consolidado de corporações. Além disso, o grau de abertura de dados detalhados sobre gastos governamentais foi decepcionante: a maioria dos 97 países não publica ou limita as informações disponíveis, com exceção apenas do Reino Unido e Grécia. Isso chama a atenção num momento de crescimento lento e austeridade em muitos países e em que dar acesso aberto e gratuito a este tipo de dado seria uma forma de economizar dinheiro público e aumentar a eficiência do governo. A Open Knowledge Brasil (OKBr) acredita nos benefícios que os dados abertos podem trazer para um governo mais transparente e eficiente. “A informação deve ser facilmente compreensível e poder ser utilizada, reutilizada e compartilhada por qualquer pessoa, em qualquer lugar e para qualquer fim de forma livre”, recorda Everton Zanella Alvarenga, da OKBr. Informações complementares:
  • O Índice Global de Dados Abertos é realizado pela Open Knowledge Internacional em parceria com uma rede de especialistas e colaboradores. Durante seu processo de elaboração, membros do público, organizações da sociedade civil e especialistas em dados abertos avaliam a disponibilidade e acessibilidade das bases de dados selecionadas ao redor do mundo. As informações são revisadas por pares e checadas por uma equipe de especialistas locais e em bases de dados e os países recebem pontos de acordo com os resultados encontrados.
  • O Índice oferece uma avaliação independente da abertura nas seguintes áreas: horários dos meios de transporte; orçamento governamental; gastos governamentais; resultados eleitorais; registros de empresas; mapas nacionais; estatísticas nacionais; legislação; códigos postais; emissão de poluentes. Para saber mais veja: http://index.okfn.org/dataset/.
  • Os países e lugares avaliados foram (segundo a colocação no ranking): Reino Unido, Dinamarca, França, Finlândia, Austrália, Nova Zelândia, Noruega, Alemanha, Estados Unidos, Índia, Taiwan, Colômbia, República Tcheca, Suécia, Uruguai, Islândia, Holanda, Romênia, Chile, Japão, Ilha de Man, Áustria, Canadá, Suíça, Itália, Brasil, Eslovênia, Coreia do Sul, México, Turquia, Kosovo, Malta, Espanha, Letônia, Georgia, Hungria, Irlanda, África do Sul, Portugal, Israel, Paquistão, Paraguai, Equador, Moldávia, Indonésia, Jamaica, Russia, Argentina, Polônia, Sérvia, Bulgária, Croácia, Bélgica, Costa Rica, Grécia, Hong Kong, China, El Salvador, Burkina Faso, Tailândia, Macedônia, Eslováquia, Bangladesh, Bermuda, Nepal, Senegal, Singapura, Tunísia, Guatemala, Lituânia, Filipinas, Ilhas Virgens Americanas, Nigéria, Ruanda, Arábia Saudita, Cambodja, Zâmbia, Costa do Marfim, Egito, Marrocos, Panamá, Gana, Zimbábue, Camarões, Quênia, Líbano, Bósnia e Herzegovina, Botswana, Chipre, Lesoto, República Unida da Tanzânia, República do Benin, Sultanato de Omã, Serra Leoa, Haiti, Mali e República da Guiné.
  • Veja histórias regionais sobre dados abertos e o Índice Global de Dados Abertos de 2014 em: http://index.okfn.org/stories/
  • Incluímos lugares que ainda não são considerados países independentes quando recebemos submissões completas e precisas. Por isso, o Índice Global de Dados Abertos classifica “lugares” e não “países”.
  • Dados Abertos são informações que podem ser livremente utilizadas, reutilizadas e compartilhadas por qualquer pessoa, em qualquer lugar e para qualquer fim. Verdadeiros dados abertos requerem uma série de qualidades técnicas e legais que garantem que qualquer pessoa possa utilizá-los livremente e para seu máximo benefício e o Índice Global de Dados Abertos avalia todas elas. A Definição de Conhecimento Livre estabelece os princípios que definem a abertura em relação aos dados e o conteúdo: http://opendefinition.org/okd/portugues-brasileiro/.
  • A Open Knowledge Internacional, criada em 2004, é uma rede mundial de pessoas apaixonadas pela abertura que através de campanhas, tecnologias e treinamento buscam abrir informações e transformá-las em mudanças. Nosso objetivo é dar a todas as pessoas o poder de usar informações e percepção para o bem. Conheça nossos maiores projetos, que incluem a http://escoladedados.org/ e o http://openspending.org/ (e em breve o http://gastosabertos.org/). Para mais informações, entre em contato com imprensa@okfn.org.br.
Saiba mais:   flattr this!

Open Knowledge Festival, 2014

- July 28, 2014 in 2014, Featured, india, OKFest14, Open Access, Open Data, Open Knowledge, open Knowledge Festival, Open Knowledge Foundation, Open Knowledge India, Open Science, open-education

IMG_20140715_195237This year’s Open Knowledge Festival was held from 15-17 July in Berlin, Germany. It was attended by representatives and enthusiasts from 56 countries. The Festival has been the largest of its kind till date and was attended by Google, Omidyar Network, Partnership for Open Data, Open Corporates, Science Open, Open-Steps, Wikirate among others. Among the keynote speakers were Neelie Kroes (Vice President and EU Commissioner for Digital Agenda, European Commission), Patrick Alley (Founder of Global Witness and member of the WEF Global Agenda Council for Conflict prevention), Beatriz Busaniche (Founder of Wikimedia Argentina and key member of Argentina’s Fundacion Via Libre), Ory Okolloh (Co-founder Ushahidi and Mzanlendo, Director of Investments Omidyar Network), Eric Hysen (Head of Politics and Elections, Google), etc. The festival played host to a number of bright new ideas and helped a great deal in consolidating the global stand for opening up information. The UnFestival and several fringe events formed an important part of the Open Knowledge Festival, 2014. In these, people from all over the world showcased their stories and exchanged ideas. The talks revolved around a diverse range of topics, including Open Data, Open Education, Open Glam, Open Science, building up new tools and partnerships, etc. A very efficient team of volunteers worked day and night to make the events a grand success. Open Minds to Open Action had been this years theme at the Festival. Knowledge, tools and society had been the three predominating streams around which all talks and discussions took place. To put broadly, the underlying driving forces had been: Knowledge (that informs change), Tools (that enable change) 10478186_10203463753568222_8758986267975689446_nand Society (that effects change). India’s Role at the global stage: Open Knowledge India played an important role in the event and put forward a number of new ideas. Our mode of action has been finding out the problems that affect us locally, brainstorming with the global community, finding out solutions and finding out ways of implementing the solutions locally. The motto for us had been Thinking Local and Going Global. Among the few new lines of action that we proposed are:
  • Collaborating more with countries to that face problems similar to our country. We agreed to pool our resources and find out solutions to the intersection set of problems that we all face. Pooling our resources and attacking the problems together can help us a great deal in actually affecting positive changes.
  • Building up a common platform for discourse both within the community and outside of it, where the general public can be effectively involved in carrying out the positive changes.
  • Creating partnerships with countries like Bangladesh, Nepal,etc., with whom we share facets of our own culture.
‘Reflecting the diversity of the open movement, by including contributions from different disciplines, countries and cultures…’ had been the key lookout of the organizing team for the event this year. True to this spirit, the Open Knowledge Festival, 2014 did manage to create a melting-pot of ideas and discourse. It managed to create a roadmap for an even brighter future ahead for humanity.          

Open Knowledge Festival, 2014

- July 28, 2014 in 2014, Featured, india, OKFest14, Open Access, Open Data, Open Knowledge, open Knowledge Festival, Open Knowledge Foundation, Open Knowledge India, Open Science, open-education

IMG_20140715_195237This year’s Open Knowledge Festival was held from 15-17 July in Berlin, Germany. It was attended by representatives and enthusiasts from 56 countries. The Festival has been the largest of its kind till date and was attended by Google, Omidyar Network, Partnership for Open Data, Open Corporates, Science Open, Open-Steps, Wikirate among others. Among the keynote speakers were Neelie Kroes (Vice President and EU Commissioner for Digital Agenda, European Commission), Patrick Alley (Founder of Global Witness and member of the WEF Global Agenda Council for Conflict prevention), Beatriz Busaniche (Founder of Wikimedia Argentina and key member of Argentina’s Fundacion Via Libre), Ory Okolloh (Co-founder Ushahidi and Mzanlendo, Director of Investments Omidyar Network), Eric Hysen (Head of Politics and Elections, Google), etc. The festival played host to a number of bright new ideas and helped a great deal in consolidating the global stand for opening up information. The UnFestival and several fringe events formed an important part of the Open Knowledge Festival, 2014. In these, people from all over the world showcased their stories and exchanged ideas. The talks revolved around a diverse range of topics, including Open Data, Open Education, Open Glam, Open Science, building up new tools and partnerships, etc. A very efficient team of volunteers worked day and night to make the events a grand success. Open Minds to Open Action had been this years theme at the Festival. Knowledge, tools and society had been the three predominating streams around which all talks and discussions took place. To put broadly, the underlying driving forces had been: Knowledge (that informs change), Tools (that enable change) 10478186_10203463753568222_8758986267975689446_nand Society (that effects change). India’s Role at the global stage: Open Knowledge India played an important role in the event and put forward a number of new ideas. Our mode of action has been finding out the problems that affect us locally, brainstorming with the global community, finding out solutions and finding out ways of implementing the solutions locally. The motto for us had been Thinking Local and Going Global. Among the few new lines of action that we proposed are:
  • Collaborating more with countries to that face problems similar to our country. We agreed to pool our resources and find out solutions to the intersection set of problems that we all face. Pooling our resources and attacking the problems together can help us a great deal in actually affecting positive changes.
  • Building up a common platform for discourse both within the community and outside of it, where the general public can be effectively involved in carrying out the positive changes.
  • Creating partnerships with countries like Bangladesh, Nepal,etc., with whom we share facets of our own culture.
‘Reflecting the diversity of the open movement, by including contributions from different disciplines, countries and cultures…’ had been the key lookout of the organizing team for the event this year. True to this spirit, the Open Knowledge Festival, 2014 did manage to create a melting-pot of ideas and discourse. It managed to create a roadmap for an even brighter future ahead for humanity.          

Open Knowledge Festival, 2014

- July 28, 2014 in 2014, Featured, india, OKFest14, Open Access, Open Data, Open Knowledge, open Knowledge Festival, Open Knowledge Foundation, Open Knowledge India, Open Science, open-education

IMG_20140715_195237This year’s Open Knowledge Festival was held from 15-17 July in Berlin, Germany. It was attended by representatives and enthusiasts from 56 countries. The Festival has been the largest of its kind till date and was attended by Google, Omidyar Network, Partnership for Open Data, Open Corporates, Science Open, Open-Steps, Wikirate among others. Among the keynote speakers were Neelie Kroes (Vice President and EU Commissioner for Digital Agenda, European Commission), Patrick Alley (Founder of Global Witness and member of the WEF Global Agenda Council for Conflict prevention), Beatriz Busaniche (Founder of Wikimedia Argentina and key member of Argentina’s Fundacion Via Libre), Ory Okolloh (Co-founder Ushahidi and Mzanlendo, Director of Investments Omidyar Network), Eric Hysen (Head of Politics and Elections, Google), etc. The festival played host to a number of bright new ideas and helped a great deal in consolidating the global stand for opening up information. The UnFestival and several fringe events formed an important part of the Open Knowledge Festival, 2014. In these, people from all over the world showcased their stories and exchanged ideas. The talks revolved around a diverse range of topics, including Open Data, Open Education, Open Glam, Open Science, building up new tools and partnerships, etc. A very efficient team of volunteers worked day and night to make the events a grand success. Open Minds to Open Action had been this years theme at the Festival. Knowledge, tools and society had been the three predominating streams around which all talks and discussions took place. To put broadly, the underlying driving forces had been: Knowledge (that informs change), Tools (that enable change) 10478186_10203463753568222_8758986267975689446_nand Society (that effects change). India’s Role at the global stage: Open Knowledge India played an important role in the event and put forward a number of new ideas. Our mode of action has been finding out the problems that affect us locally, brainstorming with the global community, finding out solutions and finding out ways of implementing the solutions locally. The motto for us had been Thinking Local and Going Global. Among the few new lines of action that we proposed are:
  • Collaborating more with countries to that face problems similar to our country. We agreed to pool our resources and find out solutions to the intersection set of problems that we all face. Pooling our resources and attacking the problems together can help us a great deal in actually affecting positive changes.
  • Building up a common platform for discourse both within the community and outside of it, where the general public can be effectively involved in carrying out the positive changes.
  • Creating partnerships with countries like Bangladesh, Nepal,etc., with whom we share facets of our own culture.
‘Reflecting the diversity of the open movement, by including contributions from different disciplines, countries and cultures…’ had been the key lookout of the organizing team for the event this year. True to this spirit, the Open Knowledge Festival, 2014 did manage to create a melting-pot of ideas and discourse. It managed to create a roadmap for an even brighter future ahead for humanity.          

Open Knowledge Festival, 2014

- July 28, 2014 in 2014, Featured, india, OKFest14, Open Access, Open Data, Open Knowledge, open Knowledge Festival, Open Knowledge Foundation, Open Knowledge India, Open Science, open-education

IMG_20140715_195237This year’s Open Knowledge Festival was held from 15-17 July in Berlin, Germany. It was attended by representatives and enthusiasts from 56 countries. The Festival has been the largest of its kind till date and was attended by Google, Omidyar Network, Partnership for Open Data, Open Corporates, Science Open, Open-Steps, Wikirate among others. Among the keynote speakers were Neelie Kroes (Vice President and EU Commissioner for Digital Agenda, European Commission), Patrick Alley (Founder of Global Witness and member of the WEF Global Agenda Council for Conflict prevention), Beatriz Busaniche (Founder of Wikimedia Argentina and key member of Argentina’s Fundacion Via Libre), Ory Okolloh (Co-founder Ushahidi and Mzanlendo, Director of Investments Omidyar Network), Eric Hysen (Head of Politics and Elections, Google), etc. The festival played host to a number of bright new ideas and helped a great deal in consolidating the global stand for opening up information. The UnFestival and several fringe events formed an important part of the Open Knowledge Festival, 2014. In these, people from all over the world showcased their stories and exchanged ideas. The talks revolved around a diverse range of topics, including Open Data, Open Education, Open Glam, Open Science, building up new tools and partnerships, etc. A very efficient team of volunteers worked day and night to make the events a grand success. Open Minds to Open Action had been this years theme at the Festival. Knowledge, tools and society had been the three predominating streams around which all talks and discussions took place. To put broadly, the underlying driving forces had been: Knowledge (that informs change), Tools (that enable change) 10478186_10203463753568222_8758986267975689446_nand Society (that effects change). India’s Role at the global stage: Open Knowledge India played an important role in the event and put forward a number of new ideas. Our mode of action has been finding out the problems that affect us locally, brainstorming with the global community, finding out solutions and finding out ways of implementing the solutions locally. The motto for us had been Thinking Local and Going Global. Among the few new lines of action that we proposed are:
  • Collaborating more with countries to that face problems similar to our country. We agreed to pool our resources and find out solutions to the intersection set of problems that we all face. Pooling our resources and attacking the problems together can help us a great deal in actually affecting positive changes.
  • Building up a common platform for discourse both within the community and outside of it, where the general public can be effectively involved in carrying out the positive changes.
  • Creating partnerships with countries like Bangladesh, Nepal,etc., with whom we share facets of our own culture.
‘Reflecting the diversity of the open movement, by including contributions from different disciplines, countries and cultures…’ had been the key lookout of the organizing team for the event this year. True to this spirit, the Open Knowledge Festival, 2014 did manage to create a melting-pot of ideas and discourse. It managed to create a roadmap for an even brighter future ahead for humanity.          

Class of 2014

- December 10, 2013 in 2014, 70 years, Beatrix Potter, Chaim Soutine, class of 2014, collections, fats waller, George Washington Carver, Kostis Palamas, Max Wertheimer, Nikola Tesla, Public Domain, Sergei Rachmaninoff, Shaul Tchernichovsky, Simone Weil, Sophie Taeuber-Arp

Our top pick of people whose works will, on 1st January 2014, be entering the public domain in those countries with a 'life plus 70 years' copyright term, including Beatrix Potter, Nikola Tesla and Fats Waller.