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OKBR participou da reunião da rede da OCDE sobre Governo Aberto e Inovador na América Latina e no Caribe

- December 3, 2018 in américa latina, colaboração, governo, governo aberto, OCDE, OGP, okbr, participação, sociedade civil

Neide De Sordi, integrante do Conselho Deliberativo da Open Knowledge, participou da reunião da rede da OCDE sobre Governo Aberto e Inovador na América Latina e no Caribe, realizada no período de 27 a 29 de novembro de 2018. A rede, criada pela OCDE em 2015 por ocasião da Cúpula Global da Parceria para o Governo Aberto (OGP) no México, constitui-se em uma plataforma para proporcionar aos países da AL e do Caribe oportunidade de engajar-se no diálogo sobre políticas, transferência de conhecimento e intercâmbio de boas práticas nas áreas de governo aberto, inovação do setor público e governo digital. Brasil e Colômbia compartilham a co-presidência desta rede, que visa conectar governo, sociedade civil, associações empresariais para trocar ideias, experiências e conhecimentos sobre como construir instituições públicas melhores e mais fortes. A rede também tem como objetivo identificar e a disseminar boas práticas de governos abertos e inovadores e, ainda, a gerar exemplos e recomendações aos seus membros sobre como sequenciar as reformas de governo aberto e apoiar sua implementação para promover o desenvolvimento socioeconômico e a integração regional. Neide De Sordi foi convidada pela CGU para falar na abertura do evento sobre as ações da sociedade civil para o Governo Aberto. Na ocasião, ela abordou as inúmeras ações das organizações da sociedade civil brasileiras, desenvolvidas para ampliar os espaços de participação e controle social. Inclusive, enfatizou que essas ações não estão restritas ao âmbito dos compromissos da OGP. Entre as ações exitosas que não integram os planos da OGP, ela deu destaque à Operação Serenata de Amor, à plataforma Queremos Saber, as pesquisas da organização Artigo 19, e à Frente para o Controle e Combate à Corrupção.    A abertura do evento contou ainda com pronunciamentos do Ministro da Transparência e Controladoria Geral da União, do Ministro das Comunicações da Costa Rica, do Secretário de Transparência da Colômbia, do Embaixador de Portugal e do chefe da unidade de governo aberto da diretoria de governança pública da OCDE. Flattr this!

Uma revolução de dados para quem?

- April 13, 2016 in acesso à informação, colaboração, Conhecimento Livre, Dados Abertos, governo, Internet, okbr, OKF, Open Knowledge Brasil, participação, planejamento, projetos, sociedade civil, transparência

Tradução do texto de Jonathan Gray* publicado originalmente no Open Democracy A crescente disponibilidade de dados digitais e de tecnologias de dados levou muitos grupos da sociedade civil, governos e organizações internacionais a falar de uma “revolução de dados”. Mas que tipos de projetos políticos, modelos de cidadania e formas de ação irá a tal revolução de dados permitir? E a quem irá, em última análise, servir?
Crédito: Jisc

Crédito: Jisc

Na sequência de debates sobre governo aberto entre os atores políticos, da Casa Branca ao Wikileaks, você poderia ser perdoado por pensar que a questão política crítica em torno dos dados digitais gerados pelos estados é qual informação é divulgada para quem. Pessoas que vazam informações, hackers e whistleblowers transgridem regras de divulgação para trazer caches de dados para as massas, argumentando que a luz solar de escrutínio público deve ser autorizada a brilhar em documentos que antes eram escuros. Em paralelo, o conceito de “dados abertos” ganhou força significativa entre os ativistas de transparência e entre os políticos em algumas das nações mais poderosas do mundo. Os defensores de dados abertos muitas vezes focam em como a informação é liberada, argumentando por modos legais e técnicos de divulgação que permitem tudo, desde novos tipos de análise computacional para reluzentes ecossistemas de serviços web e aplicações. Mas a política de informação pública predominantemente focada na transparência, divulgação e “abertura” de informações oficiais arrisca negligenciar várias partes críticas do quadro mais amplo – incluindo que informação é gerada, quem a utiliza e para que fim, e como ela organiza a vida coletiva. Ignoramos, por nossa conta e risco, a questão de se as informações rotineiramente gerada por organismos públicos para os seus objetivos múltiplos (tais como avaliação de políticas ou de prestação de serviços) está em sintonia com as necessidades, interesses e questões de grupos da sociedade civil, jornalistas e outras pessoas fora do setor público. Quais são os riscos destes sistemas para quem? Podemos presumir que os organismos públicos já estão medindo o que a sociedade coletivamente considera importante? Com certeza seria uma milagrosa (para não mencionar suspeita) coincidência se os sistemas de dados do setor público já estiverem otimizados para abordar a constelação vasta e crescente das preocupações em políticas democráticas. Em seu estudo magistral The Politics of Large Numbers (A Política dos Grandes Números, em tradução livre), o falecido historiador e sociólogo da ciência Alain Desrosières examinou a evolução das práticas estatísticas modernas em conjunto com diferentes concepções da política e da arte de governar. Sua obra destaca as preocupações diferentes contingentes que são incorporadas em diferentes métodos quantitativos e abordagens para dar sentido ao mundo que nos rodeia. Ao longo do tempo estas “formas de conhecimento” diferentes – seja em relação às populações ou instituições públicas, mercados e às condições meteorológicas – podem tornar-se tão profundamente enraizadas, tão dadas como certas, que começam a parecer naturais para nós e pode ser mais difícil imaginar outras maneiras de medir as coisas. Uma política de informação pública que se preze certamente precisa ir além de um foco sobre os dados que vêem a luz do dia, para o desenvolvimento de formas de examinar, desafiar, re-imaginar e re-calibrar as prioridades, os raciocínios e métodos de infraestruturas de informação pública, holisticamente concebidas. Imagine que os sistemas de informação pública são como uma espécie de câmera elaborada – com vários processos institucionais em vez de chapas fotográficas expondo uma impressão gradual de algum aspecto do mundo. Em vez de a questão política central ser quem tem acesso às imagens, certamente também é fundamental perguntar sobre o que a câmera está capturando, como ela está configurada para tirar fotos, o que essas fotos podem nos dizer sobre o que consideramos importante e como elas podem ser colocadas para trabalhar na sociedade para informar e moldar diferentes formas de comportamento coletivo. O que isso pode parecer na prática? Vários pesquisadores franceses propuseram a combinação de termos “statactivism” (“estativismo”, em tradução livre) como uma maneira de caracterizar formas de ativismo que mobilizam estatísticas para garantir o progresso em uma infinidade de questões sociais e políticas. Em vez da manta de  desconfiança e da retirada de quantificação e mensuração dos fenômenos sociais per se, estes “estativistas” concentram-se na crítica de formas específicas de medição oficial, e propõem indicadores alternativos destinados a promover a justiça social sobre uma série de questões diferentes – de condições de trabalho para a igualdade de gênero à mudança climática. Fazer campanha em torno da informação sobre posse de empresas é um exemplo recente de onde ativistas tiveram de olhar para além da questão da divulgação e em direção às novas formas de remodelar as infraestruturas de dados. Informações essenciais para reprimir a evasão fiscal, a sonegação fiscal e os fluxos financeiros ilícitos simplesmente não foram recolhidas por organismos públicos. Em resposta, um amplo grupo de ONGs e ativistas realizaram uma extensa campanha para reformular a infraestrutura de dados do Reino Unido para propriedade de empresas. Isto incluiu argumentar a fim de mudar as regras legais, os procedimentos administrativos e os sistemas de software, bem como experimentações com novos desenhos para mostrar como um novo registro deveria se parecer tanto para as empresas como para os usuários de dados. Vários projetos jornalísticos recentes focam no que não é contado oficialmente, o que pode ser visto como uma outra forma de intervenção crítica em infraestruturas de informação pública. Os Migrant Files (registros de migrantes) foram criados em resposta à falta de estatísticas oficiais sobre mortes de migrantes que atravessam o Mediterrâneo em direção à Europa. Eles documentam mais de 20.000 mortes, com base em evidências de artigos da mídia e de outras fontes disponíveis publicamente. Na mesma linha, o projeto The Counted do The Guardian dá testemunho a milhares de mortes sob custódia policial em os EUA, a fim de chamar a atenção para a dimensão de um problema que permanece em situação irregular nas estatísticas oficiais. Ambos os projetos, em última análise, visam a instaurar essas formas propostas de mensuração no setor público. Bem como olhar para além de que informações são divulgadas para o que está sendo medido em primeiro lugar, e como isso está sendo medido, é imperativo para uma política de informação pública relevante em nosso momento atual desenvolver uma concepção mais clara de quem utiliza os dados, e como as infraestruturas de dados operam no mundo. Neste sentido, podemos considerar moderar algumas dos mitologias que moldam nosso pensamento sobre tudo, desde democracias aos mercados, inovação à revolução – mitologias de atores espontaneamente auto-organizados que irão otimizar a sociedade, se apenas criássemos as condições adequadas para que eles floresçam. Quem, especificamente, esperamos que irá usar informações públicas? E como, especificamente, nós esperamos que eles possam usar essas informações para acarretar os tipos de objetivos sociais e políticos que desejamos? Se não analisarmos estas questões corremos o risco de ficarmos com, por exemplo, dados sem usuários ou análise sem ação. Informações sobre a evasão fiscal são desdentadas sem ter instituições que disponham de recursos suficientes para enfrentá-la. Se os grupos da sociedade civil devem ter uma chance de efetivamente contra-equilibrar a influência corporativa na tomada de decisão política, eles precisam estar equipados com as capacidades e os mecanismos legais – não apenas a informação – que lhes permitam fazê-lo. Gostemos ou não, sistemas de informação digital estão reconfigurando muitas áreas da vida. Mas, exatamente como eles vão fazer isso ainda está em disputa. Resta ver se a revolução de dados se tornará um instrumento para acelerar a mercantilização, o gerencialismo, a austeridade e a reconfiguração “neoliberal” do setor público, ou se poderia oferecer oportunidades para intervenções progressivas para civilizar e recompor sistemas que estão atualmente causando estragos do planeta e da vida humana. De qualquer maneira, a revolução de dados é algo que não podemos dar ao luxo de ignorar. A Open Knowledge lançou um documento de debate chamado “Democratising the Data Revolution” (“Democratizando a revolução de dados”). Se quiser de participar do debate, você pode usar a hashtag #ourdatarev no Twitter, contribuir para as discussões no fórum ou enviar uma resposta direta. * Jonathan Gray é pesquisador da Universidade de Amsterdã e Diretor de Política e Pesquisa da Open Knowledge. Mais sobre sua obra pode ser encontrada aqui. Ele está no Twitter em @jwyg. Flattr this!

Uma revolução de dados para quem?

- April 13, 2016 in acesso à informação, colaboração, Conhecimento Livre, Dados Abertos, Destaque, governo, Internet, okbr, OKF, Open Knowledge Brasil, participação, planejamento, projetos, sociedade civil, transparência

Tradução do texto de Jonathan Gray* publicado originalmente no Open Democracy A crescente disponibilidade de dados digitais e de tecnologias de dados levou muitos grupos da sociedade civil, governos e organizações internacionais a falar de uma “revolução de dados”. Mas que tipos de projetos políticos, modelos de cidadania e formas de ação irão a tal revolução de dados permitir? E a quem irá, em última análise, servir?
Crédito: Jisc

Crédito: Jisc

Na sequência de debates sobre governo aberto entre os atores políticos, da Casa Branca ao Wikileaks, você poderia ser perdoado por pensar que a questão política crítica em torno dos dados digitais gerados pelos estados é qual informação é divulgada para quem. Pessoas que vazam informações, hackers e whistleblowers transgridem regras de divulgação para trazer caches de dados para as massas, argumentando que a luz solar de escrutínio público deve ser autorizada a brilhar em documentos que antes eram escuros. Em paralelo, o conceito de “dados abertos” ganhou força significativa entre os ativistas de transparência e entre os políticos em algumas das nações mais poderosas do mundo. Os defensores de dados abertos muitas vezes focam em como a informação é liberada, argumentando por modos legais e técnicos de divulgação que permitem tudo, desde novos tipos de análise computacional para reluzentes ecossistemas de serviços web e aplicações. Mas a política de informação pública predominantemente focada na transparência, divulgação e “abertura” de informações oficiais arrisca negligenciar várias partes críticas do quadro mais amplo – incluindo que informação é gerada, quem a utiliza e para que fim, e como ela organiza a vida coletiva. Ignoramos, por nossa conta e risco, a questão de se as informações rotineiramente gerada por organismos públicos para os seus objetivos múltiplos (tais como avaliação de políticas ou de prestação de serviços) está em sintonia com as necessidades, interesses e questões de grupos da sociedade civil, jornalistas e outras pessoas fora do setor público. Quais são os riscos destes sistemas para quem? Podemos presumir que os organismos públicos já estão medindo o que a sociedade coletivamente considera importante? Com certeza seria uma milagrosa (para não mencionar suspeita) coincidência se os sistemas de dados do setor público já estiverem otimizados para abordar a constelação vasta e crescente das preocupações em políticas democráticas. Em seu estudo magistral The Politics of Large Numbers (A Política dos Grandes Números, em tradução livre), o falecido historiador e sociólogo da ciência Alain Desrosières examinou a evolução das práticas estatísticas modernas em conjunto com diferentes concepções da política e da arte de governar. Sua obra destaca as preocupações diferentes contingentes que são incorporadas em diferentes métodos quantitativos e abordagens para dar sentido ao mundo que nos rodeia. Ao longo do tempo estas “formas de conhecimento” diferentes – seja em relação às populações ou instituições públicas, mercados e às condições meteorológicas – podem tornar-se tão profundamente enraizadas, tão dadas como certas, que começam a parecer naturais para nós e pode ser mais difícil imaginar outras maneiras de medir as coisas. Uma política de informação pública que se preze certamente precisa ir além de um foco sobre os dados que vêem a luz do dia, para o desenvolvimento de formas de examinar, desafiar, re-imaginar e re-calibrar as prioridades, os raciocínios e métodos de infraestruturas de informação pública, holisticamente concebidas. Imagine que os sistemas de informação pública são como uma espécie de câmara elaborada – com vários processos institucionais em vez de chapas fotográficas expondo uma impressão gradual de algum aspecto do mundo. Em vez de a questão política central ser quem tem acesso às imagens, certamente também é fundamental perguntar sobre o que a câmera está capturando, como ela está configurada para tirar fotos, o que essas fotos podem nos dizer sobre o que consideramos importante e como elas podem ser colocadas para trabalhar na sociedade para informar e moldar diferentes formas de comportamento coletivo. O que isso pode parecer na prática? Vários pesquisadores franceses propuseram a combinação de termos “statactivism” (“estativismo”, em tradução livre) como uma maneira de caracterizar formas de ativismo que mobilizam estatísticas para garantir o progresso em uma infinidade de questões sociais e políticas. Em vez da manta de  desconfiança e da retirada de quantificação e mensuração dos fenômenos sociais per se, estes “estativistas” concentram-se na crítica de formas específicas de medição oficial, e propõem indicadores alternativos destinados a promover a justiça social sobre uma série de questões diferentes – de condições de trabalho para a igualdade de gênero à mudança climática. Fazer campanha em torno da informação sobre posse de empresas é um exemplo recente de onde ativistas tiveram de olhar para além da questão da divulgação e em direção às  novas formas de remodelar as infraestruturas de dados. Informações essenciais para reprimir a evasão fiscal, a sonegação fiscal e os fluxos financeiros ilícitos simplesmente não foram recolhidas por organismos públicos. Em resposta, um amplo grupo de ONGs e ativistas realizaram uma extensa campanha para reformular a infraestrutura de dados do Reino Unido para propriedade de empresas. Isto incluiu argumentar a fim de mudar as regras legais, os procedimentos administrativos e os sistemas de software, bem como experimentações com novos desenhos para mostrar como um novo registro deveria se parecer tanto para as empresas como para os usuários de dados. Vários projetos jornalísticos recentes focam no que não é contado oficialmente, o que pode ser visto como uma outra forma de intervenção crítica em infraestruturas de informação pública. Os Migrant Files (registros de migrantes) foram criados em resposta à falta de estatísticas oficiais sobre mortes de migrantes que atravessam o Mediterrâneo em direção à Europa. Eles documentam mais de 20.000 mortes, com base em evidências de artigos da mídia e de outras fontes disponíveis publicamente. Na mesma linha, o projeto The Counted do The Guardian dá testemunho a milhares de mortes sob custódia policial em os EUA, a fim de chamar a atenção para a dimensão de um problema que permanece em situação irregular nas estatísticas oficiais. Ambos os projetos, em última análise, visam a instaurar essas formas propostas de mensuração no setor público. Bem como olhar para além de que informações são divulgadas para o que está sendo medido em primeiro lugar, e como isso está sendo medido, é imperativo para uma política de informação pública relevante em nosso momento atual desenvolver uma concepção mais clara de quem utiliza os dados, e como as infraestruturas de dados operam no mundo. Neste sentido, podemos considerar moderar algumas dos mitologias que moldam nosso pensamento sobre tudo, desde democracias aos mercados, inovação à revolução – mitologias de atores espontaneamente auto-organizados que irão otimizar a sociedade, se apenas criássemos as condições adequadas para que eles floresçam. Quem, especificamente, esperamos que irá usar informações públicas? E como, especificamente, nós esperamos que eles possam usar essas informações para acarretar os tipos de objetivos sociais e políticos que desejamos? Se não analisarmos estas questões corremos o risco de ficarmos com, por exemplo, dados sem usuários ou análise sem ação. Informações sobre a evasão fiscal são desdentadas sem ter instituições que disponham de recursos suficientes para enfrentá-la. Se os grupos da sociedade civil devem ter uma chance de efetivamente contra-equilibrar a influência corporativa na tomada de decisão política, eles precisam estar equipados com as capacidades e os mecanismos legais – não apenas a informação – que lhes permitam fazê-lo. Gostemos ou não, sistemas de informação digital estão reconfigurando muitas áreas da vida. Mas, exatamente como eles vão fazer isso ainda está em disputa. Resta ver se a revolução de dados se tornará um instrumento para acelerar a mercantilização, o gerencialismo, a austeridade e a reconfiguração “neoliberal” do setor público, ou se poderia oferecer oportunidades para intervenções progressivas para civilizar e recompor sistemas que estão atualmente causando estragos do planeta e da vida humana. De qualquer maneira, a revolução de dados é algo que não podemos dar ao luxo de ignorar. A Open Knowledge lançou um documento de debate sobre “Democratising the Data Revolution” (“Democratizando a revolução de dados”). Se você gostaria de participar do debate, você pode usar a hashtag #ourdatarev no Twitter, contribuir para as discussões no fórum ou enviar uma resposta direta. * Jonathan Gray é pesquisador da Universidade de Amsterdã e Diretor de Política e Pesquisa da Open Knowledge. Mais sobre sua obra pode ser encontrada aqui. Ele está no Twitter em @jwyg. Flattr this!

Open Knowledge Brasil e CMSP dão prosseguimento a acordo firmado em dezembro

- February 18, 2016 in #EuVoto, brasil, colaboração, Dados Abertos, Destaque, governo aberto, Internet, okbr, Open Knowledge Brasil, participação, planejamento, projetos, São Paulo, sociedade civil, transparência

Nesta quarta-feira (17/02), a Open Knowledge Brasil esteve na Câmara Municipal de São Paulo para dar prosseguimento ao acordo firmado no final do ano passado, no qual as partes comprometem-se a colaborar nos projetos EuVoto, Escola do Parlamento e na realização de eventos sobre abertura de dados, transparência e participação, que serão realizados ao longo do ano. A reunião também marcou a primeira apresentação da proposta do plano de trabalho da OKBr junto à CMSP.

Da esquerda para a direita: Antonio Donato, Ariel Kogan, Everton Zanella Alvarenga e Christy Ganzert Pato

Assinaram o documento ratificando a cooperação o presidente da Escola de Parlamento, Christy Ganzert Pato, o presidente da Câmara, vereador Antonio Donato, o diretor executivo da Open Knowledge Brasil, Everton Zanella Alvarenga, e o conselheiro deliberativo da OKBr e idealizador do EuVoto, Ariel Kogan. “Estamos empolgados com essa colaboração com a Câmara Municipal de São Paulo, abrindo esse diálogo com a sociedade civil por mais transparência nos processos da casa e pelo uso da tecnologia por um governo mais aberto”, afirmou Alvarenga, diretor da OKBr. “Com o acordo, a Open Knowledge Brasil coloca à disposição da Câmara Municipal de São Paulo todo o seu conhecimento e experiência na utilização e desenvolvimento de ferramentas cívicas abertas, jornalismo de dados e promoção do conhecimento livre”, ressalta Ariel Kogan. Também estiveram presentes como testemunhas da reunião membros da Comunicação Externa da Casa, assim como a Comunicação da Presidência e o Consultor de Tecnologia da Informação da CMSP, Eduardo Miyashiro.   Flattr this!

Open Knowledge Brasil celebra Termo de Cooperação Técnica com a Câmara Municipal de São Paulo

- December 17, 2015 in #EuVoto, colaboração, Conhecimento Livre, Dados Abertos, Destaque, Escola de Dados, governo, Internet, Jornalismo de dados, okbr, Open Knowledge Brasil, Parceiros, participação, planejamento, projetos, São Paulo, sociedade civil, software livre, transparência

A Open Knowledge Brasil (OKBr) e a Câmara Municipal de São Paulo (CMSP) celebraram a assinatura de um Termo de Cooperação Técnica não-oneroso, na última reunião da Mesa Diretora no dia 9 de dezembro. A data coincidiu com o dia internacional contra a corrupção. No documento, as partes se comprometem a desenvolver um programa de cooperação por meio de projetos, cursos e eventos, aprimorando o uso das tecnologias da informação e comunicação com o objetivo de ampliar e qualificar os espaços de participação cívica e estimular a transparência das instituições públicas. A parceria tem como objetivo potencializar o trabalho que a Open Knowledge Brasil vem realizando desde 2011, com ênfase na promoção do uso do software livre, a liberação de dados públicos em formatos abertos, uma maior transparência governamental e maior participação com o uso inteligente da tecnologia. “O termo envolve transferência de experiências e conhecimentos. A Câmara, assinando esse termo de cooperação com a Open Knowledge Brasil, formaliza seu compromisso com a sociedade civil na implementação de mecanismos que contribuam com uma maior transparência e participação cidadã. Com o apoio da Câmara, pretendemos criar novos projetos e dar continuidade a alguns já existentes, como a ampliação da seção de dados abertos no portal da Câmara e o desafios de dados abertos, por exemplo”, afirma Everton Zanella Alvarenga, diretor executivo da OKBr. “As instituições públicas têm um papel fundamental na implementação de ferramentas e processos abertos, que promovam maior transparência e participação cidadã, utilizando tecnologias da sociedade da informação. Através deste acordo, a Open Knowledge Brasil coloca à disposição da Câmara Municipal de São Paulo todo o seu conhecimento e experiência na utilização e desenvolvimento de ferramentas cívicas abertas, jornalismo de dados e promoção do conhecimento livre”, afirmou Ariel Kogan, conselheiro deliberativo da OKBr e um dos criadores do Eu Voto, plataforma que permite aos membros da CMSP saberem como seus projetos são avaliados pelos cidadãos paulistas.
Ariel Kogan, conselheiro deliberativo da OKBr,  e vereador Donato, presidente da CMSP

Ariel Kogan, conselheiro deliberativo da OKBr, e vereador Donato, presidente da CMSP

O acordo, válido por 3 anos, prevê a cooperação em quatro frentes diferentes: ampliação e qualificação dos espaços e mecanismos de participação cidadã, transparência da gestão pública e abertura de dados, realização de cursos e de eventos. Um plano de trabalho para essas quatro frentes está em construção junto aos interlocutores responsáveis por cada área dentro da Câmara Municipal de São Paulo e será divulgado no começo do ano que vem. A Comunicação Externa da Câmara se compromete, por meio do acordo, a apoiar e participar ativamente, do projeto EuVoto. A ideia é ir além da atual interface web do projeto, desenvolvendo novas versões que ajudem a fomentar maior envolvimento dos cidadãos. Os coordenadores da Escola de Dados (Open Knowledge Brasil) e Escola do Parlamento (Câmara Municipal de São Paulo) já começaram os diálogos e a construção do planejamento para definir as ações conjuntas. Será realizado, entre outros, um evento sobre participação cívica, dados abertos e governança de dados. Em relação à agenda de transparência, retomamos o diálogo com a presidência da Casa para que a lei 16.051, de 6 de agosto de 2014, seja regulamentada. Flattr this!

Open Knowledge Brasil integrará Grupo de Trabalho na Open Government Partnership

- November 24, 2015 in brasil, colaboração, Dados Abertos, governo, OGP, okbr, Open Knowledge Brasil, participação, planejamento, projetos, sociedade civil, transparência

A Open Knowledge Foundation Brasil foi uma das cinco instituições eleitas pela sociedade civil para assessorar o Grupo Executivo do Comitê Interministerial Governo Aberto (CIGA). O CIGA, instituído por Decreto de 15 setembro de 2011, é coordenado pela Casa Civil da Presidência da República e composto por representantes de 18 ministérios. Esse Comitê é responsável por orientar a implementação e elaboração dos Planos de Ação do Brasil na Parceria para Governo Aberto ou OGP (do inglês Open Government Partnership). O GT, constituído por entidades civis, tem como finalidade assessorar o Grupo Executivo na formulação de instrumentos, políticas e diretrizes relacionados com a atuação do Poder Executivo federal na Parceria para Governo Aberto; e acompanhar a execução das ações e medidas acolhidas pelo Grupo Executivo e incorporadas aos planos de ação nacionais sobre Governo Aberto. Além da OKBR, participarão do GT, criado pela Controladoria Geral da União (CGU) as seguintes entidades: Colaboratório de Desenvolvimento e Participação- COLAB/USP; Instituto de Estudos Socioeconômicos – Inesc; Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola – Imaflora;  Observatório Social de Brasília – Observatório Social do Brasil; Rede pela Transparência e Participação Social – RETPS e a  União Geral dos Trabalhadores – UGT. Para participar, a organização precisava desenvolver atividades relacionadas com a agenda federal e, ainda, ligadas a, pelo menos, um dos seguintes desafios propostos pela Parceria para Governo Aberto: a) melhoria dos serviços públicos; b) aumento da integridade pública; c) gestão mais efetiva dos recursos públicos; d) criação de comunidades mais seguras; e e) aumento da responsabilidade corporativa; e Neide De Sordi e Everton Zanella Alvarenga representarão a OKBR no GT. Eles têm participado do coletivo da sociedade civiljunto à OGP desde a Conferência Anual da Parceria para Governo Aberto, em abril de 2012 e participaram ainda do Diálogo Virtual e Diálogo Presencial, eventos realizados para a elaboração do 2º. Plano de Ação do Brasil na OGP, bem como de outros eventos promovidos pela Controladoria Geral da União (CGU) ou Presidência da República. Os membros do GT exercerão suas atividades pelo período de dois anos, contados da data da publicação do ato de designação. Esse prazo poderá ser prorrogado pelo período máximo de um ano, por deliberação do Grupo Executivo, se necessário para a completude do ciclo de execução do Plano de Ação Nacional em curso. A primeira reunião do GT já foi convocada pela Controladoria-Geral da União (CGU), órgão coordenador do Grupo Executivo do Comitê Interministerial de Governo Aberto, para os dias 03 e 04 de dezembro, em Brasília-DF. O objetivo da reunião será discutir a proposta de Metodologia do 3º Plano de Ação do Brasil na Parceria para Governo Aberto (OGP). A Parceria para Governo Aberto é uma iniciativa internacional que pretende difundir e incentivar globalmente práticas governamentais relacionadas à transparência dos governos, ao acesso à informação pública e à participação social. A OGP foi lançada em 20 de setembro de 2011, quando os oito países fundadores da Parceria (África do Sul, Brasil, Estados Unidos, Filipinas, Indonésia, México, Noruega e Reino Unido) assinaram a Declaração de Governo Aberto e apresentaram seus Planos de Ação. Atualmente, 69 países integram a Parceria. Flattr this!

OKBr participa de eventos no Columbia Global Center Rio, em Haia e apoia lançamento da plataforma #EuVotoPiracicaba

- November 23, 2015 in #EuVoto, brasil, colaboração, Dados Abertos, democracia digital, Destaque, Gastos Abertos, governo, Internet, okbr, ongs, Open Knowledge Brasil, orçamento público, oscs, participação, planejamento, projetos, Rio de Janeiro, sociedade civil, transparência

Durante a segunda semana do mês de novembro, a Open Knowledge Brasil teve a oportunidade de participar da reunião de trabalho “Repensando as instituições e sistemas de participação no século XXI”. O movimento emergente do encontro se dedicará a pensar democracia digital e reformas estruturais no sistema político brasileiro. A reunião, realizada no dia 11/11, teve como um dos desdobramentos a conformação de um observatório em rede sobre democracia digital. O evento foi promovido pelo Columbia Global Center Rio em parceria com o Ministério da Cultura e sua Secretaria de Articulação Institucional (SAI). A alumn de Columbia e Program Officer do Global Center Rio, Bruna Santos é parte do grupo que conta com participantes do MinC, da Secretaria Geral da Presidência, do LabRio, do Banco Mundial, da Fundação Vale, do ITS, da UFBA, da PuC -Rio e com facilitação visual do Estúdio Pira. A OKBr parabeniza e saúda o esforço da Columbia em reunir os atores dessa rede. 12232706_958350657570017_4666269818940930684_o 12182798_958350577570025_1514861513780385028_o 12248253_958350574236692_7463241300516512448_o 11204399_10205361659027216_3455073508820645991_n

Facilitação visual: Estúdio Pira / Crédito das imagens: Columbia Global Center Rio

Ainda na mesma semana, no dia 12/11, o diretor executivo da Open Knowledge Brasil, Everton Zanella Alvarenga, participou do painel “Breaking through silos” (Rompendo silos, em tradução livre) no Open Development Camp. Realizado em Haia, na Holanda, o encontro tinha como objetivo promover um diálogo aberto e compromissos claros entre ativistas digitais, ONGs tradicionais, e financiadores a fim de identificar medidas sérias para combater os principais desafios que impedem uma colaboração mais forte entre esses atores. No painel, especialistas em organizações de tecnologia cívica (Everton Zanella, OKBr) ONGs (David Saldivar, Oxfam USA) e financiadores (Lea Gimpel, GIZ.de) discutiram suas experiências na empreitada de falar para além de seus pares. Everton mediou uma mesa de discussão dos problemas enfrentados pelas organizações, antigas e novas. O mais grave deles, segundo Everton, muitas vezes é o prazo dado pelos financiadoras para a fase de incubação do projetos, a fase criativa. Ele citou o exemplo do projeto Gastos Abertos: apesar de todos os problemas, os envolvidos passaram uma grande parte do tempo entendendo o produto que iriam desenvolver. Segundo Alvarenga, os entregáveis, as visitas, a formação de comunidades, são importantes, mas mais prioritário do que isso é a construção do produto a partir do problema que se tem e, para isso, vale a pena investir tempo na mantendo um diálogo com as pessoas que estão envolvidas com os problemas: as comunidades, os pesquisadores, etc. Além do painel, Everton apresentou o projeto Gastos Abertos, que em breve terá seu lançamento oficial.
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Aproveitando sua estada na Europa, Everton organizou um encontro em Amsterdã, que contou com a presença de vários membros da rede Open Knowledge.
Na mesma semana, no dia 12/11, houve o lançamento da plataforma #EuVotoPiracicaba, que permite aos piracicabanos e às piracicabanas opinarem sobre os projetos de lei em tramitação na Câmara de Vereadores. Trata-se de uma iniciativa conjunta do Observatório Cidadão de Piracicaba e da Rede Engajado, com o apoio da Open Knowledge BrasilO programa utilizado pela plataforma é o DemocraciaOS, um software livre criado na Argentina, já presente em cidades da Espanha, dos Estados Unidos, da Finlândia, do México, da Ucrânia e lançado este ano na cidade de São Paulo pela OKBr.
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Algumas impressões sobre o Abrelatam/Condatos, realizada em Santiago no mês de setembro

- November 3, 2015 in abrelatam, colaboração, condatos, Dados Abertos, Destaque, Escola de Dados, Gastos Abertos, governo, Internet, LAI, okbr, sociedade civil, sofware livre, transparência

O Abrelatam/Condatos 2015 foi realizado entre os dias 7 e 10 de setembro, em Santiago, no Chile. No evento, houve o lançamento da Carta Internacional para los Datos Abiertos, disponível em inglês, espanhol e francês e esperamos que em breve em português (a Open Knowledge Brasil está articulando a tradução da carta junto ao Tribunal de Contas da União). O diretor executivo da OKBr, Everton Zanella Alvarenga, teve a oportunidade de acompanhar alguns painéis e compartilhou suas percepções sobre a conferência. Inicialmente, Everton notou que a comunidade hispanoparlante é mais integrada que o Brasil. Além disso, sentiu falta de representantes do governo brasileiro no evento. “Será que não está na hora de o Brasil mostrar o que está fazendo no campo da transparência na América Latina e organizar o próximo Abrelatam/Condatos?”, questiona. No painel “Modelos de negócios e dados abertos”, muitos afirmaram que quando se fala em dados, em alguns países, como nos EUA, empresas utilizam-se da lei análoga à Lei de Acesso a Informação (LAI), a FOIA (Freedom of Information Act) para ter acesso a dados públicos e criar suas estratégias de negócios. Questionou-se, portanto, a ausência de grandes empresas nas últimas Abrelatam/Condatos para apoiar as iniciativas das sociedade civil organizada e pequeno empreendimentos (e. g., startups). Como proposta, Everton sugere que na próxima Abrelatam/Condatos se faça um esforço para atrair grandes empresas que financiem boas iniciativas envolvendo dados, que farão pitches sobre seus projetos buscando capital de risco, como ocorre em diversos outros eventos focados em startups. Quando o tema Empreendimentos Sociais e Dados Abertos foi abordado, a questão da importância da participação na resolução dos problemas sociais mapeados pelos dados foi levantada. Como analisar os benefícios sociais e impactos nos diversos problemas sociais dos projetos com dados abertos? Everton aponta a necessidade de se investigar como os dados balizam a atuação da sociedade civil e a elaboração de políticas públicas, de maneira a resolver ou ao menos atenuar os problemas detectados. Já o workshop de Contratos Abertos, que tinha como objetivo ajudar os participantes a identificar e avaliar os dados existentes sob o padrão estipulado pelo Open Contracting Data Standard e identificar opções de implementação e exibição dos padrões, apresentou conteúdos que puderam beneficiar iniciativas como o projeto Gastos Abertos, da OKBr, que trabalha com os contratos da cidade de São Paulo. Além de ver os painéis e participar dos workshops mencionados, Everton Zanella contribuiu com sua apresentação sobre Comunidades Dateras, apresentando hackatonas e hackdays feitos pelo Brasil, comunidades brasileiras que trabalham com dados abertos, manuais e guias disponíveis para trabalhar com esses dados e diversos projetos empreendidos pela Open Knowledge e pela Open Knowledge Brasil ou que contam com a parceria desta última. Como destaque sobre as reflexões produzidas após o evento, Everton cita o post “Essa ressaca de dados abertos”, de Yasodara Cordova, da W3C Brasil. O artigo, de acordo com a própria autora, é uma reflexão sobre cidades inteligentes, seu fluxo prometido de dados e o sistema no qual estamos incluídos. “As perguntas das conferências de open data, smart cities, bigdata e seus derivados quase sempre giram em torno de como esse fluxo de dados vai gerar mudanças, ou sobre como estes dados podem ser gatilho para um gerenciamento decente de nossos recursos, trazendo a transparência e o tal ‘governo aberto’ como consequência”, ressalta Yasodara. Flattr this!

Recebemos um pequeno subsídio da Fundação Shuttleworth!

- August 3, 2015 in colaboração, Destaque, okbr, Open Knowledge Brasil, Rede pelo Conhecimento Livre, Rufus Pollock, Shuttleworth Foundation, Sociedade, subsídio, Tom

Gostaria de anunciar que recebemos um pequeno subsídio da Fundação Shuttleworth no valor de 5000 USD para o meu trabalho como diretor executivo da Open Knowledge Brasil! Rufus Pollock, fundador e presidente da Open Knowledge Internacional, antigo fellow da fundação, me nomeou pelo trabalho sendo feito até agora. Shuttleworth Funded Gostaria de deixar meus sinceros agradecimentos pela confiança do Rufus para conduzir a criação da organização representante da Open Knowledge no Brasil e agora mais esse apoio! E também aos meus colegas colaboradores da Rede pelo Conhecimento Livre, a Open Knowledge Brasil, que a cada dia vem dando mais força para o trabalho sendo realizado. Em um período tão curto, nem 2 anos desde nossa fundação, já foram diversas conquistas e aprendizados. Ao receber o e-mail com essa notícia, gostei do que disseram sobre estar borbulhando vozes que não são muito ouvidas pelo modelo de fellowship da fundação Shuttleworth. De fato, o mesmo ocorre aqui no Brasil, quantas vozes deixam de ser ouvidas por não estarem nos grande circuitos ou por não terem um pequeno estímulo ou apoio para porem em prática suas ideias? Da mesma forma que somos uma voz pouco ouvida no sentido aqui explicado, gostaria de usar parte( do meu tempo para continuar nosso trabalho de ampliar o acesso ao livre conhecimento e ampliar as vozes de outros locais do país onde importantes vozes são pouco ouvidas. Vou relatar esse trabalho aqui no nosso blog. Quem quiser discutir ideias sobre o assunto, podem enviar um e-mail (tom @ okfn.org.br) ou deixe um comentário aqui. :) Flattr this!

Convocação de Assembleia Geral Ordinária da Open Knowledge Brasil

- July 26, 2015 in Assembleia Geral Ordinária, Convocação, okbr, Open Knowledge Brasil, Sociedade

Prezados e prezadas, convovamos todos membros e interessados a participar da Assembleia Geral Ordinária da Open Knowledge Brasil, que será realizada no próximo dia 4 de agosto, às 19h, na Rua Bela Cintra, 409 (Impact Hub). Após a apreciação dos documentos da reunião ordinária, podemos todos sairmos para comemorar em algum local próximo à reunião. Todos estão gentilmente convidados a participar! flattr this!