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Bolsas em São Paulo para agentes para um governo aberto

- July 8, 2015 in bem-estar social, bolsa, CGM, cidade de São Paulo, clientelismo, Destaque, edital, Estado, governo aberto, Lei de Acesso, Parceiros, prefeitura, Prefeitura Municipal de São Paulo, rede, São Paulo, Sociedade, transparência

Ontem ocorreu na cidade de São Paulo o lançamento de um edital que dará bolsas para agentes para um governo aberto. AS bolsas terão três categorias, 1. Transparência e Dados Abertos, 2. Mapeamento Colaborativo e Gestão Participativa e 3. Tecnologia Aberta e Colaborativa. As inscrições começaram ontem, 7 de julho, e vão até o dia 6 de agosto através do site http://spcultura.prefeitura.sp.gov.br/ Vemos com essa iniciativa uma grande oportunidade para a nossa rede na cidade de São Paulo, principalmente na categoria Transparêcia e Dados Abertos. Coordenadores de projetos da OKBR poderão auxiliar pessoas interessadas em  submeterem propostas que apoiem nosso trabalho, basta entrar em contato através do e-mail contato@okfn.org.br.
Edital Governo Aberto

Lançamento do edital de bolsas para agentes para um governo aberto, no Centro Cultural São Paulo.

No lançamento do edital, um importante ponto foi levantado pelo público: a continuidade e sustentabilidade dos projetos que serão propostos, já que as bolsas têm uma duração de 6 meses. Sugerimos a formarmos uma comissão (desde já) para ajudar a identificar os melhores projetos e criarem um edital (com valores realísticos) para a continuidade dos melhores projetos. Essa comissão seria composta por líderes na área de governo aberto (acadêmicos e organizações da sociedade civil). Houve também a manifestação de um servidor público da plateia sobre o fato de muitos deles estarem excluídos desse tipo de bolsa, pois trata-se de um edital do governo. Vemos com isso a importância desse tipo de atividade poder ter como realizadora uma organização da sociedade civil sem fins lucrativos, o que fica também para reflexão para a proposta de um edital de continuidade dos projetos selecionados por essa comissão. Talvez a sociedade civil organizada será um dos principais agentes para reduzirmos o abismo exposto entre a sociedade e o Estado, evidenciado após os protestos de 2013 no Brasil. E para nossa reflexão, como nossa sociedade encara um Estado de bem-estar social e o que fazemos para atingí-lo? Será que não temos ainda uma visão muito clientelista diante do Estado? A Open Knowledge Brasil gostaria de registrar seu elogio por essa iniciativa da cidade de São Paulo e que ela possa inspirar outros locais do país a diminuir a distância entre o governo e a sociedade! Flattr this!

Município de São Paulo disponibiliza catálogo de bases de dados

- November 17, 2014 in acesso à informação, catálogo de bases de dados, cgm-sp, Dados Abertos, Destaque, Prefeitura Municipal de São Paulo, São Paulo, transparência

Lançado pela Controladoria Geral do Município de São Paulo (CGM), o Catálogo Municipal de Bases de Dados (CMDB) permite identificar quais são os dados produzidos no âmbito da administração municipal e as entidades responsáveis por eles. Com isso, a busca por informações já disponíveis no Portal de Transparência, assim como a realização de pedidos de informações, fica mais fácil. O catálogo – previsto pelo Decreto nº 54.779/2014 – reúne 591 bases de secretarias, subprefeituras e entidades da administração indireta e inclui planilhas, documentos, bancos de dados, entre outros tipos de arquivos. Além de uma lista online com um um resumo das bases catalogadas, título, órgão responsável e categoria temática, clicando na base de seu interesse é possível se obter informações detalhadas sobre ela e como obtê-la. Capacitação em dados abertos O desenvolvimento do CMDB foi divido em três fases: um levantamento geral em que as unidades informaram as bases que possuíam e se fez um inventário dos dados; a coleta e desenvolvimento dos metadados, ou seja, a descrição das bases, seus campos e variáveis e a confecção de dicionários de bases em que será possível se visualizar as relações existentes entre elas. A terceira fase ainda não foi implementada. Durante o desenvolvimento do catálogo de dados, a CGM também ofereceu capacitações sobre dados abertos aos servidores públicos dos diferentes órgãos da prefeitura. “Tem muita gente que não sabe o que é uma base de dados, não tem essa visão do que é um dado aberto, por isso tentamos abarcar tudo isso”, explica Gabriel Ponzetto, Diretor de Transparência Ativa da CGM. Para ele, aliar o inventário com as capacitações foi algo fundamental. Fernanda Campagnucci, assessora especial na CGM, concorda. “A tendência até hoje foi o servidor se entender como dono da informação e a gente quando vai implementar políticas de transparência nota uma certa resistência”, explica. “Com as formações, isso foi diminuindo, as pessoas passaram a entender melhor o objetivo e colaborar”. Impacto na gestão Além do impacto na transparência ativa e passiva, o catálogo de dados gerou uma repercussão positiva dentro do próprio governo. “Servidores das unidades dentro da prefeitura nos ligam falando que até então sabiam em que órgão poderiam encontrar quais dados”, conta Ponzetto. Fernanda aponta também que através do catálogo é possível notar como diferentes entes da administração municipal gerenciam com sistemas distintos o mesmo tipo de informação. Esse diagnóstico inicial permite que o governo possa pensar em estratégias para unificar o tratamento desses dados. “Isso nos ajuda a otimizar os próprios processos internos”, afirma. Imagem de capa: Por Andre Deak (Flickr: São Paulo – Skyline by night) [CC-BY-2.0 (http://creativecommons.org/licenses/by/2.0)], via Wikimedia Commons. flattr this!

Relatório identifica demandas de comunicação de coletivos e organizações de São Paulo

- October 29, 2014 in Comunica DH, diagnóstico, Direito à Comunicação, Direitos Humanos, Open Knowledge Brasil, Prefeitura Municipal de São Paulo, relatório

Resultado de uma parceria entre a Open Knowledge Brasil (OKBr) e a Incubadora de Projetos Sociais da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania da Prefeitura Municipal de São Paulo (SMDHC), o “Relatório e diagnóstico de demanda, mobilização e espaço em comunicação de organizações sociais e socio-cultirais da cidade de São Paulo” reúne e sistematiza as demandas de comunicação de mais de 30 coletivos e organizações da sociedade civil (OSC) da cidade, ouvidas durante quatro oficinas de escuta participativa realizadas no contexto do projeto Comunica DH. O documento traz ainda propostas para os grupos e sobre como o poder público pode apoiar e fortalecer a comunicação e, consequentemente, a divulgação de iniciativas em direitos humanos e insumos para a elaboração de uma proposta de ocupação do espaço da Incubadora de Projetos. 10522645_640725799359464_8420545979011951411_oColaboração e rede O perfil das organizações ouvidas é diverso o que permitiu identificar ao mesmo tempo pontos em comum e possibilidades de cooperação entre entidades com diferentes tipos de atuação. No relatório, estão identificados três perfis: iniciativas tradicionais, de comunicação e socioculturais. O estabelecimento de parcerias entre diferentes OSCs, coletivos culturais e meios de comunicação independentes ou comunitários aparece como potencial ponto de articulação. Além disso, a possibilidade de atuação em rede é destacada entre as propostas do relatório:
“Atuar coletivamente para potencializar os esforços e resultados foi um insight natural do grupo. Porém, indo além da vontade, é importante fomentar a mobilização e mediação de redes de comunicação. Afinal a rede existe, mas precisa ser acionada e facilitada.”
Espaço público O diagnóstico identificou também uma grande demanda por parte das entidades e coletivos de apropriação do espaço e de utiização dos equipamentos públicos existentes. Desde os canais disponíveis nos meios de transporte, até a articulação com escolas para a divulgação de atividades foram sugeridas pelos participantes. A Incubadora de Projetos Sociais também aparece como um espaço privilegiado para as organizações:
“A Incubadora deve ser um espaço com diversos desdobramentos que envolvam: oferecer desenvolvimento profissional e trocas de conhecimento; facilitar as articulações; ser um espaço de coworking; e oferecer espaço para as organizações sediarem-se temporariamente.”
Editais como o VAI, da Secretaria Municipal de Cultura, também aparecem como inspiração para se criar ações fomentadas de comunicação. Comunica DH O convênio entre a OKBr e a SMDHC ocorreu no contexto do projeto Comunica DH, que tem como objetivo promover o uso das ferramentas de comunicação para divulgar os direitos humanos para os toda a sociedade. O relatório foi organizado por Jonaya de Castro, Maurício Coronaro Jr, Hércules Laino e Demétrio Portugal. Veja mais: Relatório e diagnóstico de demanda, mobilização e espaço em comunicação de organizações sociais e socio-cultirais da cidade de São Paulo Oficinas promovem participação social no desenvolvimento de projetos em direitos humanos Convite: Oficina Regional do Projeto Comunica DH Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania de São Paulo Comunica DH Fotos das oficinas: 10687246_640982592667118_7627105400554165423_o 10648206_640981892667188_1295467987918256549_o 10629344_640725759359468_8816874307363128078_o 10628858_640982846000426_1750000704966491329_o 10531468_640726596026051_7373255350585796148_o 10557059_640982879333756_1297801178287119150_o 1921191_640726542692723_72374915967412306_o 10506646_640982172667160_9206272405271726011_o 10522645_640725799359464_8420545979011951411_o 10623552_640725482692829_828346414635294936_o 10557059_640982879333756_1297801178287119150_o 10549246_640726366026074_374276416318095789_o flattr this!