The Book of the Homeless (1916)

Adam Green - January 9, 2018 in charity, edith wharton, first world war, homelessness, refugees, war

Collection of essays, art, poetry, and musical scores, edited by Edith Wharton, whose profits were used to fund civilians displaced by World War I.

Support the Petition for a Mediterranean Erasmus Generation & the Manifesto for a new Mediterranean of knowledge

Javiera Atenas - January 8, 2018 in communication, developing-world, Featured

Dear Open Education Fellows
UNIMED has launched its Petition for a Mediterranean Erasmus Generation. Your support, both as individuals and as institutions, is of crucial importance.

The Petition, which you can read and endorsed here, is aimed at

34C3: Unsere Highlights

OKF - January 6, 2018 in Uncategorized

Wie jedes Jahr war die Open Knowledge Foundation auch 2017 wieder zum Jahresende beim Chaos Communication Congress. Neben Workshops zu Rette-Deinen-Nahverkehr, Edulabs, OParl, EITI und Jugend Hackt gab es auch wieder den traditionellen FragDenStaat-Vortrag:

Schreibtisch-Hooligans

Informationsfreiheit trotz CSU

Wie umgehen mit politischer Ohnmacht? Das Informationsfreiheitsgesetz bietet einige Ansätze: Es macht es auch für juristische Laien möglich, gegen Behörden vorzugehen, die das Recht brechen. Wir kämpfen gegen die Ohnmacht: Dieses Jahr haben wir alle Gesetzentwürfe aller Bundesministerien und Lobby-Stellungnahmen dazu befreit. Wir haben uns mit der Berliner Partypolizei angelegt - prost! - und 13 Behörden verklagt, darunter die Polizei Köln, das Innenministerium und das Verteidigungsministerium. Außerdem empfehlen wir:

Taxation

Taxation, the most „boring“ #34c3 talk, but hey it’s the economy stupid, and you pay for it! We will a provide a quick overview of the international taxation system. Explaining what a Double Irish Sandwich is. Why international corporations like Google only pays 2.4% taxes. And how your favourite tech companies (Google, Amazon, Apple, Microsoft, … ) evaded billions in taxes. This tax-dodging costs the European Union more than $50 billion. Annually. We bring this numbers into perspective. And why you pay more.

Deep Learning Blindspots

Tools for Fooling the „Black Box“

Katharine Jarmul ist Expertin für Machine Learning und erklärt in ihrem Talk, wie neuronale Netze funktionieren und wie sie beim Lernen hereingelegt werden können. Sie ruft die Data Scientist Community dazu auf, mit diesen Schwachstellen zu experimentieren und sie für gute Zwecke zu nutzen, beispielsweise um die Auswertung von Nutzerinnendaten zu verhindern und zu stören.

Gamified Control?

China’s Social Credit System

Eindrücklich gibt uns Katika Kühnreich einen Einblick in die besorgniserregende Zukunft, die in China bereits heute stattfindet: die Einrichtung einer maschinenlesbaren Bevölkerung. Dein Verhalten wird über private Daten, die sowohl von öffentlichen Stellen, deinen Mitbürgerinnen und deinen Konsumanbieterinnen über dich gesammelt werden, in einem Punktesystem bewertet und damit auch deine Chancen bspw. auf einen Kredit oder einen Termin in einer Behörde zu bekommen. Unter dem Deckmantel der Gamificiation werden Menschen in eine bisher nur aus Science-Fiction bekannten Dystopie in ein ab 2020 für jeden verpflichtendes System gezwungen.

Social Bots, Fake News und Filterblasen

Therapiestunde mit einem Datenjournalisten und vielen bunten Visualisierungen

All Computers Are Beschlagnahmt

Zum Verbot von Indymedia linksunten

Die Anwältin Kristin Pietrzyk berichtet vom Verbot der Plattform Indymedia linksunten und erklärt, warum dies Journalisten betrifft - auch wenn sie die Inhalte der Plattform strafwürdig finden.

Trügerische Sicherheit

Wie die Überwachung unsere Sicherheit gefährdet

Wie steht es um die Sicherheitsversprechen, die mit dem Einsatz von neuen Überwachungsinstrumenten abgegeben werden? Welche Unterminierung der Sicherheit kann durch Überwachung eigentlich entstehen? Peter Schaar gibt Antworten.

Preparação de partes interessadas para a publicação de Dados Abertos (Conectados)

Elza Maria Albuquerque - January 5, 2018 in Dados Abertos, Melhores práticas, Série Dados Abertos Conectados, W3C

Por Thiago Ávila* Dando continuidade à nossa série de artigos sobre Dados Abertos (conectados), vamos aprofundar a partir deste artigo, as 10 melhores práticas para a publicação de Dados Abertos Conectados já apresentados aqui no blog, aplicando-os no contexto Governamental. No âmbito da dissertação de mestrado, “Uma Proposta de Modelo de Processo para Publicação de Dados Abertos Conectados Governamentais”[1], desenvolvi uma revisão de literatura que identificou 70 recomendações para a publicação de Dados Abertos Conectados Governamentais, distribuído entre as 10 melhores práticas, que serão explorados em continuidade a esta série de artigos aqui no blog. Para o desenvolvimento da revisão de literatura desta pesquisa, foram estabelecidas as seguintes atividades:
  • Identificação e estabelecimento de um trabalho relacionado principalmente as atividades de publicação de dados conectados – Melhores Práticas para Publicação de Dados Conectados” do W3C [6];
  • Identificação de processos de publicação de dados governamentais oficiais das nações da América do Sul e artigos científicos e documentos relacionados disponíveis na literatura;
  • Detecção e extração de recomendações que guiem as instituições governamentais a produzirem dados abertos e dados abertos conectados;
  • Associação das recomendações às Melhores Práticas estabelecidas pelo trabalho relacionado principal (vide item 1);
A principal contribuição desta revisão de literatura foi a extração de um conjunto de recomendações que poderão ser adotadas na publicação de dados abertos e dados abertos conectados no setor público. Tais recomendações foram incorporadas a proposta de modelo de processo desta pesquisa. Para identificar recomendações voltadas a implementar a primeira melhor prática, “Preparação de Partes Interessadas”, foi estabelecida a seguinte questão de pesquisa: “O que os processos de publicação de dados abertos (conectados) recomendam a ser feito para contemplar a melhor prática de Preparar Partes Interessadas?” 1. Preparação de Partes Interessadas De acordo com o W3C[8] a preparação é crucial para o sucesso de um projeto de gestão da informação. Ao compartilhar com as partes interessadas (stakeholders) os benefícios esperados pelo projeto, as expectativas são niveladas entre as partes bem como pode ser realizado o alinhamento com a missão da instituição que está realizando o projeto. Além disso, os conceitos sobre produção e gestão de dados e informações passam a ser conhecidos para os técnicos e gestores envolvidos. Por outro lado, a não realização desta etapa pode inviabilizar um projeto, pois os gestores competentes as realizações do projeto podem não apoiar nem disponibilizar os recursos necessários ao mesmo e consequentemente, os profissionais necessários ao sucesso do mesmo não estarão devidamente engajados. Cumpre destacar que esta prática foi identificada com maior frequência nos planos e processos de abertura de dados com origem nos órgãos governamentais e consequentemente estando pouco presente nos artigos científicos. Na sequência serão apresentadas as recomendações identificadas nos processos que poderão auxiliar a incorporação desta melhor prática em atividades de publicação de dados. 1.1. Identificar os benefícios para a abertura de dados A identificação de benefícios para os interessados é um elemento motivacional no desenvolvimento de qualquer projeto. Nesta direção o processo “Methodology for publishing datasets as open data – COMSODE” apresenta um rico detalhamento de como esta atividade deve ser desenvolvida, sugerindo que sejam discutidas as motivações e benefícios gerais (para a organização) e específicos (para cada conjunto de dados a ser aberto) decorrente de um processo de abertura e publicação de dados. Dentre os principais benefícios gerais, podemos listar [5]: (i) Aumentar a transparência; (ii) Estimular o crescimento econômico; (iii) Melhorar os serviços governamentais e capacidade de resposta do governo; (iv) Reduzir as solicitações de dados, considerando que haverá uma oferta proativa de dados governamentais; (v) Incentivar a reutilização de dados; (vi) Melhorar as relações públicas e as atitudes relacionadas ao governo; e (vii) Melhorar os dados e processos do governo. 1.2. Identificar as partes interessadas Outra recomendação identificada nos processos de publicação de dados consiste na correta identificação dos atores interessados na publicação de dados. O processo da Colômbia recomenda, de um modo geral, a identificação das partes interessadas. O processo brasileiro acrescenta que esta identificação deve estar contida num plano de abertura de dados governamentais, devendo ser relacionadas e engajadas as principais partes interessadas. O processo COMSODE complementa que esta identificação deve ser feita dentro e fora da organização publicadora, visando registrar as percepções da ótica de quem publica e de quem consome os dados, gerando sinergia e engajamento entre publicadores e consumidores. Ademais, negligenciar esta recomendação pode resultar num impedimento ao início do processo de abertura e publicação de dados. É necessário saber quem são os atores com poder de decisão para estimular ou inviabilizar o processo. Do ponto de vista técnico, deve-se identificar quem são os atores que possuem capacidade e disposição técnica para atuar no processo, e ainda, é recomendável a identificação dos principais consumidores dos dados, de tal maneira que a oferta de dados a ser gerada seja coerente com as expectativas e suas demandas. É importante ressaltar que, especialmente quando da abertura de dados que ainda não foram publicados, poderá haver uma tarefa dispendiosa e tediosa que demandará um contato mais intenso e negociado com os “proprietários” dos dados para que seja concedido o acesso aos mesmos [8]. Tal situação enfatiza a importância do desenvolvimento da etapa de preparação das partes interessadas, especialmente para a publicação de dados que ainda não foram abertos. 1.3. Definir perfis profissionais a serem envolvidos Alguns processos recomendam que sejam definidos os perfis profissionais a serem envolvidos com o processo de abertura e publicação. O processo do Brasil sugere que sejam envolvidos os gestores das áreas responsáveis pelas bases de dados que serão objetos da abertura, especialistas com conhecimento do negócio, o gestor da área de TI e os desenvolvedores e analistas de dados que tenham conhecimento da base de dados. O processo do Equador recomenda que seja estabelecido um “Comitê de Dados Abertos”para cada instituição publicadora, que deve ser composto pelo Diretor de Tecnologia da Informação, o Coordenador de Planejamento, o Coordenador Jurídico e representantes em nível técnico para atividades de apoio e assessoramento. Este comitê tem como atribuições a localização, identificação, catalogação, publicação e atualização de dados abertos publicados no Portal Equatoriano de Dados Abertos. O processo COMSODE não apresenta especificamente quais profissionais devem ser envolvidos no processo de publicação, todavia, estabelece a existência de vários papéis profissionais que serão desempenhados pela equipe técnica envolvida e que possuirão alguma responsabilidade ao longo das etapas deste processo de abertura, que são: Publicador, Proprietário dos dados, Curador, Proprietário do Catálogo de Dados Abertos, Coordenador de Dados Abertos, Publicador do Catálogo de Dados Abertos, Profissional de TI, Gestor de Qualidade de Dados, Especialista de Qualidade de Dados e Especialista Jurídico. O processo da Colômbia estabelece a definição de uma equipe de trabalho, estabelecendo com clareza os perfis profissionais que devem ser envolvidos, suas atribuições com as atividades de publicação de dados e ainda, os momentos de atuação de cada perfil profissional ao longo de todo o processo, conforme esclarecido na Figura 1. Este processo sugere o engajamento de profissionais com perfis de negócio, de tecnologia da informação, gestão da qualidade e riscos, jurídico e de comunicação, destacando que devem ser estabelecidos estes papeis ao longo do projeto, independente do cargo que tais profissionais ocupem, sendo permitido o acúmulo de papéis por um mesmo profissional.

Figura 1 – Papéis e atividades necessárias para desenvolver a publicação de dados no processo da Colômbia [3]

1.4. Definir grupos de usuários dos dados

Além da identificação das partes interessadas e dos perfis profissionais, os processos do Brasil e o COMSODE também recomendam a identificação e envolvimento, quando possível, dos principais grupos de usuários dos dados. O processo do Brasil estabelece, de forma geral, que estes usuários costumam ser os próprios órgãos governamentais, empresas e especialistas. O processo COMSODE identifica estes como: Órgãos governamentais e seus servidores; Empresas; Organizações não governamentais e associações que atuam com controle social, acompanhamento e fiscalização das ações do setor público; Desenvolvedores de aplicativos; Jornalistas; outras organizações, como bancos e instituições do mercado financeiro; os próprios funcionários do órgão governamental publicador; Comunidade acadêmica; E ainda, cidadãos de um modo geral [4].

1.5. Elaborar um plano de ações para publicação dos dados

Para organizar e estruturar as atividades ao longo do processo de abertura e publicação dos dados, vários processos recomendam a elaboração de um plano de ações. Os processos do Brasil, da Colômbia e o COMSODE estabelecem que deva existir inicialmente um plano de abertura de dados governamentais recomendando ainda que este plano deve ser detalhado mediante o estabelecimento de uma matriz de responsabilidades pelo preparo e atualização dos dados e respectivo detalhamento com metas e prazos. No processo do Equador[6], compete a um comitê de dados abertos criar e executar um planejamento para a publicação dos dados abertos da instituição publicadora, contemplando a conversão dos dados disponibilizados em seções de Transparência Pública para formatos abertos bem como identificar outros dados de interesse público que possam ser ofertados em formato aberto. Complementarmente, é desejável que os usuários dos dados sejam engajados no desenvolvimento do plano de ações. A participação dos usuários permite a obtenção de informações a respeito da real demanda por dados. Esta identificação da demanda também poderá ser utilizada para subsidiar as atividades de seleção e priorização dos dados a serem abertos. Dentre as principais técnicas de engajamento que podem ser utilizadas destacam-se: enquetes, questionários, escolha e priorização online de uma lista pré-estabelecida de conjuntos de dados, workshops, audiências públicas, conferências, dentre outros [4].

1.6. Capacitar os envolvidos

Considerando a identificação e engajamento prévio dos atores nas atividades de publicação de dados, o processo do Brasil destaca a importância de capacitar os técnicos e responsáveis nas áreas de negócio dos dados selecionados para abertura sobre alguns temas como: (1) O processo de publicação de dados abertos; (2) O processo de catalogação dos  metadados no Portal Nacional de Dados Abertos e a inclusão de dados em Infraestruturas Nacionais de Dados Espaciais, quando se tratarem de dados geoespaciais [1]. Daremos continuidade na apresentação de recomendações para a publicação de Dados Abertos Conectados nos próximos artigos desta série. Até a próxima!!! * Este artigo foi desenvolvido a partir da pesquisa de Mestrado “Uma Proposta de Modelo de Processo para Publicação de Dados Abertos Conectados Governamentais”, de autoria de Thiago José Tavares Ávila, no âmbito do Programa de Pós-Graduação em Modelagem Computacional do Conhecimento, do Instituto de Computação da Universidade Federal de Alagoas (UFAL). [1] ÁVILA, T. J. T. Uma proposta de modelo de processo para publicação de dados abertos conectados governamentais. 223 p. Dissertação (Mestrado) — Instituto de Computação, Universidade Federal de Alagoas, Maceió, Alagoas, Brasil, 2015. Dissertação de Mestrado em Modelagem Computacional do Conhecimento. [2] BRASIL. Manual para Elaboração de Plano de Dados Abertos. [S.l.], 2014. v. 7, 38 p [3] COLOMBIA. Guía para la apertura de datos en Colombia. [S.l.], 2012. 67 p. Disponível em: <http://programa.gobiernoenlinea.gov.co/apc-aa-files/da4567033d075590cd3050598756222c/Datos Abiertos Guia v2 0.pdf>. [4] COMSODE. Methodology for publishing datasets as open data – COMSODE. [S.l.], 2014.1-31 p. [5] ECUADOR. Guia de Política Pública de Datos Abiertos. [S.l.], 2014. 21 p.  [6] LBC. Open data and use of standards: Towards a Better Supply and Distribution Process for Open Data. . [S.l.], 2012.  [7] W3C. Best Practices for Publishing Linked Data. 2014. Acessado em 02/05/2017.  [8] VILLAZÓN-TERRAZAS, B. et al. Methodological guidelines for publishing government linked data. Linking Government Data, p. 27-49, 2011 Texto publicado no site Thiago Ávila. Ele faz parte da série de artigos Dados abertos conectados.
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On the Banks of the Old Raritan (1915)

Adam Green - January 4, 2018 in alma mater, rutgers, university

Early recording of the alma mater of Rutgers, The State University of New Jersey, penned in 1873 in just two hours by Howard Newton Fuller, an 1874 graduate of Rutgers College.

OpenCon Santiago 2017: No more streaks in the water

Javiera Atenas - January 4, 2018 in #opencon, Data, Events, Featured, guestpost, oer, Open Data, Open Science, open-education, world

Guest post by Ricardo Hartley @ametodico and Carolina Gainza @cgainza

When organizing any event, questions always arise; Will enough people come? Do those who have positions to make the changes come? Will come those who should have interest …

老大哥們都愛你─網路自由的威脅 | 1/05 (Fri) @ 哲學星期五

OK Taiwan - January 4, 2018 in 活動, 特稿

說明

網路的發展和網路自由,源自於冷戰時期的美國軍方高等研究所 DARPA 和美國商務部之特准。但在冷戰早已結束多年後,網路早已成為全球三十億人的生活場域,其影響力跨越現代主權和治權,創造出了外於陸、海、空、太空之外的第五空間「網路空間 cyber space)」。東亞社會普遍高度連網特性,讓網路自由所孕育出的各種社會和經濟行為,成為棘手的治理 (governance) 課題。

美國雖然仍實質掌握網路關鍵基礎資源,但東亞社會的台、日、韓、中、港等龐大的網路應用人口,接近全世界的四分之一網路人口,創造出迥異於北美和歐盟的活躍網路社會生態。美國的網路服務在亞太的影響力消褪之際,跨國的政治勢力和資本也搭乘著「網路自由」,在各自不同的社會投下了極為關鍵的外來發展變數,例如大規模封網和網路中立性的政策議題浮上檯面,以及2017年上半年的全球網路攻擊事件。台灣雖然不會總是在網路攻擊的交戰區,但國家、資本和公民社會在網路空間的自由「航行」權利,著實受到了不等的艱難挑戰。

許多國家開始考慮使用「網路安全法」途徑,來強化或加強資訊控制和推動比例不相符的監視和審查作為。台灣身為資通訊設備輸出的主要國家之一,在這方面的「貢獻」可說是不能小覷。在2017年中國烏鎮舉辦的互聯網大會之後,我們看到了驚奇的技術發展如何被快速運用到國家等級的監視和保安領域。網路自由的「航行」特性,反而被選擇性的打造為全域監管的高速航道。

在國際上,網路自由的確保和談判是如何進行的?主權政府的角色是什麼?雙邊和多邊貿易談判平台,如傳統的 WTO 領域,其簽出之協定在網路空間是否能派上用場?身在台灣的我們,如何清楚並投注必要資源,來確保台灣的公共利益在網路空間的存有永續?公民社會如何在一體兩面的網路自由下,確保「個人」和「人格」不至於被扭曲發展?

本周2018/01/05(五)晚上7:30在「慕哲咖啡館」舉辦2018年【哲學星期五@台北】的首發場,邀請到「開放知識基金會」台灣負責人徐子涵先生主講,並由吳豐維和葉浩兩位教授分別就哲學與政治經濟學角度擔任與談。歡迎大家前來。

(感謝【青平台】、【慕哲咖啡館】贊助場地,本活動自由入場、無需報名;無強制性消費,但是鼓勵大家在店內消費。)

活動時間和地點

【時間】 2018年 01月05日 (五) 19:30–21:30

【地點】 Café Philo 慕哲咖啡館 地下沙龍

【地址】 台北市紹興北街 3 號 B1 (捷運板南線,善導寺站 6 號出口)

【主持】 沈清楷│比利時魯汶大學哲學博士

【主講】 徐子涵 T.H. Schee│「開放知識基金會」台灣負責人

【與談】 吳豐維│美國紐約州立大學賓漢頓分校哲學博士,葉浩 │英國倫敦政經學院(LSE)政治學博士

【主辦】 開放知識基金會@台灣、哲學星期五志工團、青平台,慕哲社會企業

【策劃行政】廖健苡、吳豐維、黃昭華、梁家瑜、葉浩【海報設計】徐名慧、楊郁婷、林亭萱、徐清恬【開場主持】廖品嵐【錄音】汪業政、汪業

【攝 影】梁家瑜、楊依陵、黃謙賢【直播】林士傑【摘要】賴韋蓁、林安冬、江博緯【網管】黃昭華【行政協力】黃彥傑、獨角獸

【哲學星期五Facebook粉絲頁】https://www.facebook.com/cafephilotw

【哲學星期五官網】 http://www.5philo.com/

老大哥們都愛你─網路自由的威脅 | 1/05 (Fri) @ 哲學星期五

OK Taiwan - January 4, 2018 in 活動, 特稿

說明

網路的發展和網路自由,源自於冷戰時期的美國軍方高等研究所 DARPA 和美國商務部之特准。但在冷戰早已結束多年後,網路早已成為全球三十億人的生活場域,其影響力跨越現代主權和治權,創造出了外於陸、海、空、太空之外的第五空間「網路空間 cyber space)」。東亞社會普遍高度連網特性,讓網路自由所孕育出的各種社會和經濟行為,成為棘手的治理 (governance) 課題。

美國雖然仍實質掌握網路關鍵基礎資源,但東亞社會的台、日、韓、中、港等龐大的網路應用人口,接近全世界的四分之一網路人口,創造出迥異於北美和歐盟的活躍網路社會生態。美國的網路服務在亞太的影響力消褪之際,跨國的政治勢力和資本也搭乘著「網路自由」,在各自不同的社會投下了極為關鍵的外來發展變數,例如大規模封網和網路中立性的政策議題浮上檯面,以及2017年上半年的全球網路攻擊事件。台灣雖然不會總是在網路攻擊的交戰區,但國家、資本和公民社會在網路空間的自由「航行」權利,著實受到了不等的艱難挑戰。

許多國家開始考慮使用「網路安全法」途徑,來強化或加強資訊控制和推動比例不相符的監視和審查作為。台灣身為資通訊設備輸出的主要國家之一,在這方面的「貢獻」可說是不能小覷。在2017年中國烏鎮舉辦的互聯網大會之後,我們看到了驚奇的技術發展如何被快速運用到國家等級的監視和保安領域。網路自由的「航行」特性,反而被選擇性的打造為全域監管的高速航道。

在國際上,網路自由的確保和談判是如何進行的?主權政府的角色是什麼?雙邊和多邊貿易談判平台,如傳統的 WTO 領域,其簽出之協定在網路空間是否能派上用場?身在台灣的我們,如何清楚並投注必要資源,來確保台灣的公共利益在網路空間的存有永續?公民社會如何在一體兩面的網路自由下,確保「個人」和「人格」不至於被扭曲發展?

本周2018/01/05(五)晚上7:30在「慕哲咖啡館」舉辦2018年【哲學星期五@台北】的首發場,邀請到「開放知識基金會」台灣負責人徐子涵先生主講,並由吳豐維和葉浩兩位教授分別就哲學與政治經濟學角度擔任與談。歡迎大家前來。

(感謝【青平台】、【慕哲咖啡館】贊助場地,本活動自由入場、無需報名;無強制性消費,但是鼓勵大家在店內消費。)

活動時間和地點

【時間】 2018年 01月05日 (五) 19:30–21:30

【地點】 Café Philo 慕哲咖啡館 地下沙龍

【地址】 台北市紹興北街 3 號 B1 (捷運板南線,善導寺站 6 號出口)

【主持】 沈清楷│比利時魯汶大學哲學博士

【主講】 徐子涵 T.H. Schee│「開放知識基金會」台灣負責人

【與談】 吳豐維│美國紐約州立大學賓漢頓分校哲學博士,葉浩 │英國倫敦政經學院(LSE)政治學博士

【主辦】 開放知識基金會@台灣、哲學星期五志工團、青平台,慕哲社會企業

【策劃行政】廖健苡、吳豐維、黃昭華、梁家瑜、葉浩【海報設計】徐名慧、楊郁婷、林亭萱、徐清恬【開場主持】廖品嵐【錄音】汪業政、汪業

【攝 影】梁家瑜、楊依陵、黃謙賢【直播】林士傑【摘要】賴韋蓁、林安冬、江博緯【網管】黃昭華【行政協力】黃彥傑、獨角獸

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Steuern

Max Kasy, Walter Palmetshofer - December 29, 2017 in Uncategorized

Ende 2017 waren die Paradise Papers in aller Munde. Nach #Luxleaks und #Panamapapers war es die nächste mediale Runde für die Steueroptimierungsfälle. Dazu gab es am 29.12.17 einen „Taxation“ Talk am 34c3. Anbei eine Kurzzusammenfassung des Talks. Ich zahle mehr Steuern als die Multis – ist das normal? Multinationale Konzerne, und insbesondere die Giganten des Internetzeitalters, stehlen sich aus ihrer sozialen Verantwortung und zahlen keine Steuern mehr –sohört und liest man immer wieder. Profite werden in palmenbewachsenen Steuerparadiesen in der Karibik geparkt (oder wahlweise auch in noblen Schiresorts in den Alpen), während für den Sozialstaat immer weniger Geld da ist. Aber stimmt dieses Bild? Warum können die das? Und was lässt sich tun? Der Versuch einer Klärung. Stimmt es, dass ich mehr Steuern zahle als Apple, Ikea, Starbucks und co? Ja. Viele multinationale Konzerne zahlen inzwischen nahezu gar keine Unternehmenssteuern mehr. Durch Steuervermeidungstricks und Steuerwettbewerb sinkt ihr Beitrag zu den öffentlichen Haushalten seit Jahren, während Steuern auf Arbeitseinkommen den größten Teil dieser Haushalte ausmachen. Warum ist das so? Unternehmen zahlen theoretisch Steuern auf ihre Profite. Bei Multis stellt sich aber die Frage in welchem Land sie Steuern zahlen müssen. Dafür gibt es internationale Regeln, die in den 1920er Jahren eingeführt wurden. Diese Regeln basieren darauf, dass fiktive Preise zwischen verschiedenen Filialen verrechnet werden. Für Unternehmen wird es in den letzten Jahren immer leichter die Profite dorthin zu verrechnen, wo die Steuern am niedrigsten sind. Dadurch müssen sie am Ende fast keine Steuern zahlen. Das liegt unter anderem daran, dass immaterielle Güter (wie Patente, Logos, Marken, Algorithmen) immer wichtiger werden, was Buchhaltungstricks leichter macht. Warum haben manche Länder so niedrige Steuersätze? Wenn ein Land, sagen wir Irland (nur als Beispiel), die Steuern für Unternehmen senkt, dann zahlen Unternehmen lieber in Irland Steuern als in einem anderen Land. Deswegen verlagern sie ihre Profite durch Buchhaltungstricks nach Irland, so dass Irland am Ende sogar mehr Steuern einnimmt als vorher. Genau deswegen haben die meisten Länder in den letzten 30 Jahren ihre Unternehmenssteuern massiv gesenkt. Das Problem ist, dass dadurch anderen Ländern Steuereinnahmen verloren gehen, und am Ende die Multis immer weniger Steuern zahlen. Na und, warum sollen sie nicht weniger Steuern zahlen? Die Tatsache, dass Multis fast keine Steuern mehr zahlen, trägt bei zu leeren Staatskassen, Kürzungen im Sozialbereich, in der Bildung und Gesundheit und zu Steuererhöhungen für niedrige und mittlere Einkommen. Die GewinnerInnen von Hinterziehung und Vermeidung sind die BesitzerInnen großer Finanzvermögen, die international in Aktien, Anleihen und Fonds veranlagt sind – das ist in erster Linie das reichste 1% der Haushalte in den Industrieländern. Die VerliererInnen sind alle anderen. Das ist ein Skandal. Warum macht da niemand was? Die OECD versucht gerade, das alte System zu retten, in dem ein paar Schlupflöcher gestopft werden. Das ändert aber nichts an den grundlegenden Problemen, und wird längerfristig nicht viel bringen. Es wird sich nur etwas ändern, wenn wir alle gemeinsam Druck machen auf unsere Regierungen und die EU. Wie könnte ein besseres System aussehen? Das Hauptproblem des jetzigen Systems ist, dass sich Multis praktisch aussuchen können, wo sie Steuern zahlen. In einem besseren System wäre das durch eine Formel vorgegeben. Man könnte zum Beispiel Profite zwischen Ländern aufteilen, je nachdem wie viel sie dort verkaufen. Das ließe sich sehr schwer durch Buchhaltungstricks manipulieren – man kann die KonsumentInnen ja nicht einfach in eine Steueroase verschiffen. Dann hätten Länder auch viel weniger davon, Steueroasen zu werden. Ist das nicht nur linke Träumerei, so ein System zu fordern? Immer mehr ExpertInnen fordern so eine Reform. Zwischen den Bundesstaaten der USA wird genau so eine Formel verwendet, um Profite aufzuteilen. Auch die EU-Kommission hat einen ähnlichen Vorschlag erarbeitet, und im Herbst 2016 vorgelegt. Der Vorschlag der Kommission sieht vor, Unternehmensprofite zur Besteuerung zwischen den Ländern der EU nach einer Formel aufzuteilen die zu gleichen Teilen auf Verkäufen, Lohnsumme, und Anlagevermögen beruht.Der Vorschlag der Kommission wäre ein Fortschritt relativ zum jetzigen System. Besser wäre es aber, nicht nach Lohnsumme und Vermögen aufzuteilen – sonst haben Länder noch immer einen Anreiz ihre Steuern zu senken, um Arbeitsplätze und Produktion anzuziehen. Und einzelne Länder sollten das neue System schon einführen, ohne dass alle EU-Mitgliedsländer zugestimmt haben müssen. Das macht ökonomisch Sinn und macht es politisch viel leichter, das neue System einzuführen. Was nun? Letztlich wird sich nur etwas ändern, wenn wir Druck auf unsere nationalen Regierungen machen, denn bei denen liegt die Macht etwas zu ändern. Nach dem Double-Irish-Dutsch-Sandwich ist vor der Patent-Box.

Como foi o ano de 2017 para a OKBR?

Elza Maria Albuquerque - December 29, 2017 in 2017, Dados Abertos, Destaque, Gastos Abertos, Inovação, Open Knowledge Brasil, tecnologia, transparência

Para nós, da Open Knowledge Brasil (OKBR), o ano de 2017 contou com diversas parcerias, apoios e participações em eventos, realização de projetos e campanhas de mobilização. Separamos algumas dessas ações para você conhecer. Além disso, uma boa novidade para a equipe: a jornalista Natália Mazotte, que já liderava o programa da Escola de Dados no Brasil, virou codiretora da OKBR com Ariel Kogan, nomeado em julho de 2016 como diretor-executivo da organização.

Mobilização

No início do ano, nós, da OKBR, e diversas organizações lançamos o Manifesto para Identificação Digital no Brasil. O objetivo do Manifesto é ser uma ferramenta para a sociedade se posicionar em relação à privacidade e à segurança de dados pessoais dos cidadãos; e tornar a identificação digital uma ação segura, justa e transparente. Acompanhamos um dos principais desafios na cidade de São Paulo e contribuímos na mobilização para isso. Nós e outras organizações da sociedade cobramos a transparência da Prefeitura de São Paulo em relação à área de mobilidade. O motivo: na quarta-feira, 25/01, primeiro dia do retorno aos limites maiores de velocidade nas Marginais Pinheiros e Tietê, identificamos que várias notícias sobre a queda nos acidentes de trânsito vinculados à política de redução da velocidade nas vias da cidade saíram do ar no site da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). Durante alguns meses, realizamos uma série de webinários chamada OKBR Webinar Series sobre conhecimento aberto pelo mundo. Contamos com a participação dos seguintes especialistas: Bart Van Leeuwen, empreendedor; Paola Villarreal, Fellow do Berkman Klein Center, programadora/data scientist; Fernanda Campagnucci, jornalista e analista de políticas públicas e Rufus Pollock, fundador da Open Knowledge International. Participamos de uma importante vitória da sociedade! Com o Movimento pela Transparência Partidária, realizamos uma mobilização contra a proposta do relator da reforma política, deputado Vicente Cândido (PT-SP), sobre doações ocultas de campanha e o resultado foi muito positivo. Envolvidos nessa causa, nós, da Open Knowledge Brasil (OKBR), e diversas organizações e movimentos participamos da iniciativa contra as doações ocultas, divulgamos e distribuímos uma nota pública. A repercussão foi grande e, como consequência, o relator anunciou a retirada das doações secretas. Participamos também, em parceria com o AppCívico, o Instituto Update, o Instituto Tecnologia e Equidade e outras organizações da sociedade civil do lançamento da carta #NãoValeTudo. A iniciativa é um esforço coletivo para discutir o que vale e o que não vale no uso da tecnologia para fins eleitorais.

Projetos

Realizamos dois ciclos do Gastos Abertos. O primeiro começou em janeiro e participaram 150 municípios. Em julho, publicamos o relatório do ciclo 1. Em agosto, iniciamos as inscrições para o segundo ciclo do jogo com uma novidade: o Guaxi, um robô que foi o assistente digital dos participantes. Ele é um esperto guaxinim desenvolvido com inovadora tecnologia chatbot – que simula uma interação humana com os usuários. Ele facilitou a jornada pela página do Gastos Abertos no Facebook. Confira o relatório parcial do ciclo 2. Nós e a Diretoria de Análise de Políticas Públicas da FGV/DAPP lançamos as edições brasileiras do Open Data Index (ODI). Ao todo, foram construídos três levantamentos para o país: Open Data Index (ODI) Brasil, no nível nacional, e ODI São Paulo e ODI Rio de Janeiro, no nível municipal. Meses depois, finalizamos a enquete “Você quer construir o Índice de Dados Abertos da sua cidade?” e o resultado foi bastante positivo: 216 pessoas mostraram interesse em fazer o levantamento de forma voluntária em seus municípios! Neste primeiro ciclo de descentralização e ampliação do ODI nos municípios brasileiros, realizamos uma experiência com um primeiro grupo: Arapiraca/AL, Belo Horizonte/MG, Bonfim/RR, Brasília/DF, Natal/RN, Porto Alegre/RS, Salvador/BA, Teresina/PI, Uberlândia/MG, Vitória/ES. Oferecemos capacitação para os líderes locais, ministrada pela equipe do Open Data Index (FGV/DAPP – OKBR), para que possam realizar o levantamento necessário para a construção do Índice. Em 2018, vamos lançar os resultados e, apresentar os relatórios com oportunidades concretas para os municípios avançarem na pauta da transparência e dos dados abertos. Lançamos o LIBRE – projeto de microfinanciamento para jornalismo – uma parceria da Open Knowledge Brasil e do Estúdio Fluxo, que contou com desenvolvimento do AppCivico. Trata-se de uma ferramenta de microfinanciamento de conteúdos que pretende aproximar veículos digitais e o público interessado em valorizar e sustentar o jornalismo e conteúdos de qualidade. Atualmente, os portais Gastrolândia, Aos Fatos, o Gênero e Número e o Vá de Bike são alguns dos veículos que estão testando a plataforma nessa fase piloto.

Eventos

Apoiamos eventos do Open Data Day em várias cidades brasileiras; o Hackathon da Saúde, iniciativa da Prefeitura de São Paulo em parceria com SENAI e AppCívico, também teve o nosso apoio; e participamos do Hack In Sampa na Câmara Municipal de São Paulo. Natália Mazotte, codiretora da OKBR, participou do AbreLatam e da ConDatos, eventos anuais que se tornaram o principal ponto de encontro sobre dados abertos na América Latina e no Caribe. É um momento de diálogo sobre o status e o impacto do tema em toda a região. Participamos também da 7ª edição do Fórum da Internet no Brasil com o workshop “Padrões abertos e acesso à informação: perspectivas e desafios dos dados abertos governamentais”. E com outras organizações, realizamos II Encontro Brasileiro de Governo Aberto. A Escola de Dados, em parceria com o Google News Lab, organizou a segunda edição da Conferência Brasileira de Jornalismo de Dados e Métodos Digitais (Coda.Br). Confira o que aconteceu no primeiro dia e no segundo dia de evento. Fomos uma das organizações parceiras do primeiro Curso de Governo Aberto para lideranças em Clima, Floresta e Agricultura. A iniciativa foi do Imaflora e apoio da Climate and Land Use Alliance (CLUA). Fomos foco na pesquisa “Fundações de código aberto como inovadoras sociais em economias emergentes: o estudo de caso no Brasil”, do Clément Bert-Erboul, especialista em sociologia econômica, e do professor Nicholas Vonortas.

E vem muito mais em 2018

Queremos te agradecer por acompanhar e participar da OKBR em 2017. Contamos com você em 2018. Além do nosso planejamento para o ano que vem, temos o desafio e a responsabilidade de contribuir, no período eleitoral, para que o Brasil avance nas agendas de transparência, abertura de dados públicos, participação democrática, integridade e luta contra a corrupção. Para que você possa acompanhar as novidades e o andamento dos nossos projetos, acesse as nossas redes: Blog, Twitter e Facebook. Um 2018 maravilhoso para todos nós! Time e Conselheiros da Open Knowledge Brasil
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